O aposentado Augusto Bezerra da Silva, 65, seringueiro no interior do Acre, vive há cerca de quatro décadas com lesões causadas pela Doença de Jorge Lobo. Ele interrompeu o trabalho no campo à medida que os sintomas avançaram, especialmente os caroços no rosto que provocam dor, coceira e piora da inflamação com exposição ao sol.
Leia mais (04/13/2026 – 04h00)
Doença rara começa a ganhar resposta estruturada pelo SUS na Amazônia
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