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NOTÍCIAS EXTRAS


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A Universidade Federal Fluminense (UFF) acionou a Polícia Federal (PF) após receber denúncias de ameaças à instituição. Em nota, a universidade informa que se trata de conteúdos compartilhados em aplicativos de mensagens e redes sociais com ameaças tanto à integridade da comunidade acadêmica quanto ao patrimônio da instituição.

As mensagens falam, por exemplo, em incendiar a universidade e agredir estudantes em atos políticos.

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Ao receber os conteúdos, a UFF diz que “encaminhou, imediatamente, todo o material à Polícia Federal e aos demais órgãos competentes, para a devida apuração dos fatos e adoção das medidas cabíveis”.

A universidade diz ainda que, paralelamente, estabeleceu contato com a Secretaria de Gestão Integrada de Niterói para solicitar o reforço da segurança nos campi da universidade. Internamente, a Superintendência de Operações e Manutenção (Soma) também foi acionada para intensificar as medidas de segurança no âmbito da instituição.

“A UFF acompanha a apuração em articulação com os órgãos responsáveis e permanece à disposição para colaborar integralmente com as investigações. Seguimos atentos à situação, pautando nossa atuação pela agilidade e responsabilidade, para garantir a segurança de toda a comunidade universitária, a preservação da vida e a proteção do patrimônio público”, diz nota divulgada pela universidade.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o reitor em exercício Fabio Passos disse que as ameaças começaram nessa quarta-feira (7). “Nossos estudantes têm feito manifestações pacíficas sobre a situação eleitoral atual e fazem essas manifestações dentro do direito constitucional”, afirmou.

Saiba mais sobre os protestos estudantis no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Incêndio na UFPE

A Polícia Federal também foi acionada para investigar um incêndio de grandes proporções que atingiu a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite dessa quarta-feira. 

Segundo a PF, o objetivo do inquérito policial é “apurar todas as circunstâncias e causas prováveis”. O reitor da instituição, Alfredo Gomes, estima que as chamas tenham causado prejuízo de R$ 100 milhões.

A Prefeitura de Mojuí dos Campos, no oeste do Pará, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), iniciou na última terça-feira (3) uma importante obra de revitalização da ponte sobre o Igarapé do Cai Nágua, localizada na Travessa Antônio Walfredo, no bairro Centro.  

Segundo o prefeito Jailson Alves (PSD), a gestão municipal mantém o compromisso de promover melhorias contínuas na infraestrutura urbana, beneficiando diretamente os cidadãos de Mojuí dos Campos. 

A ação contempla a construção de calçadas e canaletas, manutenção da iluminação pública, pintura com sinalização viária e a poda das árvores no entorno do igarapé. As intervenções visam garantir mais segurança e bem-estar à população. 

As canaletas terão a função de escoar a água das chuvas, evitando o acúmulo sobre o asfalto. Com isso, a Prefeitura busca prolongar a vida útil do pavimento e reduzir os riscos de acidentes, tornando a via mais segura para moradores e motoristas. 

Fonte: Portal Estado do Pará News. Foto: Burlamaqui – Estado do Pará News 

Adolescentes envolvidos em estupro coletivo, morte de cachorro, lista misógina em escola, nazismo, racismo — e a sociedade estarrecida, repetindo: o que está acontecendo com os meninos? Eles estudam em escolas boas, dizem uns. São de famílias defensoras dos direitos humanos, lembram outros. E, dentro de casa, cada pai e cada mãe teme ser o próximo a ser chamado na escola.

O cenário é seríssimo e a resposta não é simples, mas a esperança pode ter aberto uma janela nesta semana com a entrada em vigor do chamado ECA Digital no País, lei que busca proteger crianças e adolescentes no ambiente digital. Nem tudo é culpa das redes sociais, mas muito da formação da masculinidade dos meninos hoje pode estar relacionada aos conteúdos online e aos algoritmos.

Carecemos ainda enormemente de exemplos no mundo real de homens dispostos a combater o machismo estrutural, que não enxerguem a igualdade de gênero como ofensa aos seus corpos fortes e viris. Crianças e adolescentes precisam ver um mundo melhor para as mulheres dentro de casa.

Quem levanta quando o bebê chora? Quem leva ao médico quando a criança está doente? Quem chora e mostra que adultos também são fracos e erram? Quem cuida, quem zela, quem acolhe? Quase sempre, a mãe. São mensagens que parecem sutis, mas que perpetuam a ideia equivocada de que o lugar do homem não é o de ser uma referência emocional saudável — isso nos lares em que os pais estão presentes.

E aí se somam a esse caldo as experiências que eles têm no mundo online, sem moderação, sem controle e com um apelo de vida boa, com sucesso rápido e dinheiro fácil. Pesquisa realizada pelo Instituto Papo de Homem, com apoio do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), mostra que 14% dos adolescentes brasileiros já consideram influenciadores digitais sua principal referência masculina.

Estudos feitos em países como Irlanda, Austrália, Estados Unidos e Brasil deixam claro que os meninos têm sido progressivamente expostos, até sem buscar por isso, a conteúdos misóginos, antifeministas e autoritários nas redes sociais.

Isso ocorre por causa de algoritmos que privilegiam e distribuem vídeos e posts com emoções extremas, combinados com o chamado “perfilamento”, que associa esportes e machismo. A partir das curtidas, comentários e tempo de permanência em cada vídeo, as plataformas constroem “personas” para as quais vão recomendar conteúdos que acreditam que lhes interessam.

Educação das crianças e adolescentes é fundamental para combater o machismo na sociedade.
Educação das crianças e adolescentes é fundamental para combater o machismo na sociedade.

Esses padrões associam meninos adolescentes a futebol — e futebol a conteúdos machistas ou homofóbicos. Portanto, se o menino gosta de vídeos de futebol, algo bem comum, ele começa a receber conteúdos da tal manosfera, como ficou conhecido o ambiente online em que discussões sobre masculinidade reforçam ideias de supremacia masculina, hostilidade e violência contra mulheres.

Recentemente, foram denunciados no País diversos perfis dessa manosfera que ensinavam a bater em mulheres que recusassem um pedido de namoro ou casamento. Seu mais famoso influenciador é Andrew Tate, ex-lutador de kickboxing, que faz saudações nazistas e afirma que as mulheres foram feitas para servir aos homens. A camiseta de um dos jovens presos no caso do estupro coletivo no Rio, com a inscrição regret nothing (não me arrependo de nada), é uma referência a Tate.

E onde entra o ECA Digital nisso tudo? Um dos artigos estabelece que as plataformas devem adotar medidas eficazes para impedir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdos considerados impróprios, inadequados ou proibidos, o que quer dizer violência, assédio, pornografia, abuso sexual. Elas ainda precisam realizar avaliações — com publicação de relatórios periódicos — do conteúdo disponibilizado para crianças e adolescentes de acordo com a faixa etária.

É uma lei, e lei depende de fiscalização para funcionar no Brasil. O governo ainda estrutura o órgão responsável por isso. Mas também depende das famílias, que precisam garantir que seus filhos menores tenham contas com a idade correta nas redes sociais. Se entrar na rede social com perfil de adulto, nenhuma proteção do ECA Digital vai valer para ele.

Mesmo assim, pais e mães ainda precisam estar muito perto dos adolescentes, supervisionando sua experiência online por meio de ferramentas próprias para isso e também sentando ao lado para saber do que se trata, barrar, orientar.

A nova legislação pode limitar o que os meninos veem e isso é um grande avanço. Mas o que eles aprendem sobre ser homem depende tanto do que encontram nas telas quanto do que veem fora delas — e dentro de casa.

Começa nesta sexta-feira, em Maceió, mais uma edição do campeonato brasileiro de quadrilha junina

Representantes de mais de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal, participam em Maceió, a partir de desta sexta-feira, até domingo, da décima primeira edição do campeonato de quadrilhas juninas, considerado o “Brasileirão” das quadrilhas.

Mais de três mil quadrilheiros disputarão o título de melhor Quadrilha do país no evento promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil.

A ordem de apresentações, que acontecerão no Parque da Pecuária José da Silva Nogueira, no bairro do Prado, foi confirmada através de sorteio.

Além da competição, os dias de evento contarão com apresentações de outras manifestações culturais, shows de forró e um espaço dedicado à gastronomia e ao artesanato regional.

Nesta sexta, o Parque recebe a Seletiva Alagoana que vai escolher as duas quadrilhas juninas que irão representar Alagoas no Campeonato. Estão na disputa os grupos Sanfona do Rei, Gonzagão, Fazendinha e Luar do Sertão.

 A disputa interestadual será no sábado, a partir das cinco da tarde, e no domingo, começando uma hora mais cedo, às quatro da tarde. 

Os grupos entram no tablado para dançar e cantar os temas e histórias que cada quadrilha irá homenagear.

A “Inovação” de São Paulo, por exemplo, apresenta o “Apocalipse – O Último São João”, onde o grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo, enquanto os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema “O Romance do Pavão Misterioso”, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel. Já a Campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró; com o tema “Resistência”, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.

2:09


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A Federação PSOL-Rede Sustentabilidade oficializou apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República. A convenção nacional ocorreu nesta quinta-feira (5).

Os partidos já haviam sinalizado a posição quando participaram da convenção do PT, no último fim de semana.

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Nas redes sociais, a federação confirmou participação na coligação para reeleger Lula.

“Vamos juntos derrotar a extrema-direita, defender a democracia e construir os caminhos para um Brasil mais justo”, citou o post.

 

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