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NOTÍCIAS EXTRAS

O dia de São Sebastião, comemorado em 20 de janeiro, vai cair em uma terça-feira em 2026, o que abre espaço para que empresas e órgãos públicos em algumas cidades emendem o feriado com a segunda-feira, 19.

Leia mais em: https://exame.com/pop/dia-de-sao-sebastiao-dia-20-de-janeiro-de-2026-e-feriado/


Praça do Relógio, na cidade universitária da USP
Divulgação
A Universidade de São Paulo (USP) anunciou que terá cotas para pessoas com deficiência (PcD) a partir do vestibular de 2028.
A medida atende uma determinação da lei estadual promulgada em 8 julho de 2025, que garante cotas para PcDs em cursos técnicos e universidades estaduais, como a USP, Unicamp, Unesp, Etecs (Escolas Técnicas Estaduais) e Fatecs (Faculdades de Tecnologia).
Segundo a legislação, o percentual de vagas reservadas deve ser, no mínimo, equivalente à proporção de pessoas com deficiência na população do estado, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Caso as vagas não sejam preenchidas dentro dos critérios estabelecidos, elas poderão ser destinadas aos demais candidatos.
De acordo com o Censo 2022, 6,3% da população de São Paulo tem algum tipo de deficiência. Portanto, a instituição deve reservar no mínimo esta porcentagem de vagas.
Vídeos em alta no g1
Para definir as diretrizes para a implantação das cotas, a universidade criou um Grupo de Trabalho com representantes da Pró-Reitoria de Graduação, da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento, de coletivos de PcD da USP e por especialistas no assunto.
Eles terão 120 dias para analisar os dispositivos legais, discutir os critérios para as cotas e elaborar a minuta da resolução que será submetida aos colegiados da Universidade.
O grupo terá 120 dias para analisar a legislação, discutir os critérios de aplicação das cotas e elaborar uma minuta de resolução. O texto será submetido à Câmara de Cursos e Ingressos da Pró-Reitoria de Graduação e à Câmara para Políticas de Inclusão de Pessoas com Deficiência da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento.
Após essa etapa, a proposta segue para discussão e votação no Conselho de Graduação e no Conselho de Inclusão e Pertencimento. Se aprovada, será encaminhada ao Conselho Universitário, instância máxima de decisão da universidade. A expectativa é que essa análise final ocorra no primeiro semestre de 2027.

Durante muito tempo, o ensino técnico foi visto como um caminho limitado, voltado apenas à inserção rápida no mercado de trabalho. Hoje, essa percepção muda à medida que escolas e famílias percebem que essa formação pode abrir múltiplas portas — inclusive para o ensino su­perior e para carreiras internacionais. Esse foi o tema do último episódio do podcast É Sobre Educação, produ­ção do Estadão Blue Studio em par­ceria com o Sesi-SP.

O programa reúne Thelma Tavares Dias, especialista da Editora Moderna, Luiz Fernando Melques, coordena­dor técnico educacional do Sesi-SP, e Natália Santana, especialista em edu­cação profissional do Senai-SP, para discutir como a formação técnica e a acadêmica se complementam e forta­lecem a trajetória dos jovens.

Integração que transforma

Segundo Melques, a parceria en­tre Sesi-SP e Senai-SP mostra que o curso técnico é uma ponte, e não o fim da jornada. “O curso técnico não é um ponto final. Ele é um ponto de con­tinuidade”, afirma. Luiz comenta que a integração começa no 9º ano, quando escolas e famílias são envolvidas para desconstruir o mito de que esse tipo de formação limita o acesso à univer­sidade.

Thelma acrescenta que o modelo tem sido decisivo para reduzir a eva­são escolar. “O ensino médio integra­do ao técnico é uma possibilidade de manter o aluno na escola”, destaca. A especialista lembra que, além da formação acadêmica, o formato cria oportunidades de inserção no merca­do local, valorizando as necessidades produtivas de cada região.

Com metodologia baseada nas demandas reais da indústria, o Senai­-SP mantém alta empregabilidade: 88,6% dos alunos estão empregados seis meses após a conclusão dos cursos, e 92,1% das empresas afir­mam preferir contratar egressos da instituição. “O aluno é o protagonista da sua aprendizagem e o docente entra na mediação”, explica Natália, ao descrever o modelo de ensino voltado à autonomia e à resolução de problemas reais.

Educação sem fronteiras

O impacto da formação integrada já ultrapassa as salas de aula. Hoje, 54 alunos formados pelo Sesi-SP e Senai­-SP estudam no exterior. Como parte desse processo, os diplomas técnicos também somam pontos e são valori­zados pelas universidades estrangei­ras, ampliando as oportunidades de ingresso. “É um programa que nos enche de orgulho. Esses jovens levam novas perspectivas e conhecimentos para analisar a nossa realidade e pro­por soluções”, diz Melques.


Logo Agência Brasil

Entidades ligadas ao jornalismo repudiaram, em nota nesta quarta-feira (24), um episódio de violência sofrido pela jornalista Manuela Borges, do Portal ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília, na tarde de terça-feira (23). 

As entidades consideraram o episódio “inaceitável e absurdo” e apontaram ter havido “grave violência” e “coação” profissional que estava no exercício da função dentro de uma Casa legislativa. 

Notícias relacionadas:

O documento é assinado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), pelo Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF, pela Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ) e pela Comissão de Mulheres Jornalistas da FENAJ.

Ontem, Manuela Borges foi cercada e intimidada por um grupo de cerca de 20 servidores de gabinetes de parlamentares. As violências ocorreram depois de ela questionar parlamentares do PL sobre a instalação de outdoors no Distrito Federal com imagens da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da deputada federal, Bia Kicis (PL-DF).

Ela cobria uma entrevista à imprensa de parlamentares opositores ao governo federal em que estavam presentes assessores e também pessoas que filmavam sem credenciamento. Depois de fazer a pergunta sobre os outdoors no Distrito Federal, Manuela passou a ser hostilizada. Ela conta que simpatizantes dos políticos passaram a colocar os celulares muito perto de seu rosto e houve gritos em tom de intimidação. 

“Nosso papel é o de fazer perguntas. Doa a quem doer. Não podemos sofrer violência por causa disso”, disse a jornalista em entrevista à Agência Brasil.

Violência de gênero

Para as entidades, o cerco agressivo contra uma mulher jornalista tem por objetivo silenciar os questionamentos e fragilizar a presença feminina nos espaços de poder.

“A liberdade de imprensa é pilar fundamental da democracia e não pode ser cerceada por métodos de coação física e psicológica praticados por servidores públicos pagos com o dinheiro da sociedade”, destacou a nota.

Para os representantes dos profissionais, a violência excede o ataque individual à profissional, e se constitui um ataque frontal contra a categoria de jornalistas, contra a profissão e contra o próprio jornalismo. 

As entidades afirmaram ainda que a Polícia Legislativa, que estava presente no local, não interferiu de nenhuma forma para garantir a integridade da jornalista durante o episódio. 

Responsabilização

Na nota, os representantes da categoria pedem à presidência da Câmara dos Deputados a imediata e rigorosa apuração do caso e exigem a “responsabilização administrativa e legal de todos os servidores e parlamentares envolvidos na violência contra a jornalista”.

As entidades ainda querem medidas de segurança que “garantam o livre exercício da profissão por jornalistas em todas as dependências do Congresso Nacional”. Os representantes da categoria farão uma representação formal à Presidência da Câmara, com imagens e vídeos que auxiliem na identificação dos agressores.

De acordo com as entidades, entre os agressores, havia, inclusive, pessoas com crachá de servidores de gabinetes parlamentares, além de militantes políticos.

Apesar desse episódio de violência, a jornalista Manuela Borges disse que não vai se intimidar e que pretende continuar a cobertura na Câmara dos Deputados normalmente, como faz há mais de 20 anos. Em 2014, ela também foi ofendida pelo então deputado federal Jair Bolsonaro depois de fazer perguntas sobre o golpe de 1964. 

A reportagem da Agência Brasil buscou posicionamento do Partido Liberal e da presidência da Câmara sobre o episódio, que ainda não se manifestaram. O espaço está aberto para manifestação.  

O Hospital de Clínicas de Porto Alegre está com inscrições abertas para processo seletivo que contempla profissionais de nível fundamental, médio e superior. Interessados devem preencher um formulário de inscrição no site da organizadora até o dia 24 de abril. As taxas variam de R$ 47 até R$ 105.

O preenchimento das vagas será feito de acordo com as necessidades do hospital. Os salários variam entre R$ 1.463,16 até remuneração acima de R$ 5 mil. Confira detalhes no edital.

Relação de vagas
– Enfermeiro I (Internação Clínica e Cirúrgica);
– Médico I (Cirurgia Cardiovascular e Transplante Cardíaco);
– Médico I (cirurgião transplante cardiopulmonar);
– Médico I (Radiologia);
– Médico I (Radioterapia).
– Assistente administrativo I (telefonista);
– Técnico de enfermagem (Centro Obstétrico e Internação Obstétrica);
– Técnico de enfermagem (Internação Adulto: Clínica e Cirúrgica);
– Técnico de laboratório (Patologia Clínica);
– Técnico de manutenção III (Usinagem).
– Profissional de apoio II (Higienização);
– Profissional de apoio III (costureiro).

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