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7 de julho de 2026
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NOTÍCIAS EXTRAS

A Defesa Civil do estado de São Paulo confirmou mais duas mortes em decorrência das chuvas e, com isso, subiu para 19 o número de vítimas desde o mês de dezembro. 

Segundo a Defesa Civil, a 18ª vítima era uma criança de 11 meses que morreu em Pirassununga, após uma tempestade com vendaval. A 19ª morte foi registrada no município de Natividade da Serra, onde um idoso havia desaparecido após sua casa desabar. As equipes de resgate localizaram o corpo na segunda-feira (23).

O Gabinete de Crise, que coordena as ações de resposta às fortes chuvas, está mobilizado de forma presencial até quinta-feira (26). A previsão de chuva contínua no estado segue até sexta-feira (27), principalmente no litoral, onde as pancadas são de maior intensidade. 

Ouça também 🎧: Defesa Civil de SP alerta para frente fria a partir desta terça (24)

Em Peruíbe, na Baixada Santista, quase 400 pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas e estão desabrigadas. A prefeitura decretou situação de emergência, o que possibilita ações de resposta mais ágeis.

Foram montados quatro abrigos humanitários na cidade, que recebeu itens como colchões e kits de higiene da Defesa Civil, que faz vistorias nas áreas alagadas do município. Não há registro de vítimas fatais, mas a previsão é de mais chuva e com o solo encharcado aumentam os riscos para deslizamentos de terra.  

Em Mongaguá, no litoral Sul, cerca de 800 imóveis foram impactados pelos alagamentos nas ruas. Em Ubatuba, dois homens morreram numa embarcação que naufragou por conta da chuva e vento fortes. 

O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de grande perigo para acumulado de chuva na região Sudeste, válido até sexta-feira. No litoral de São Paulo, pode chover acima de 60 milímetros por hora ou mais de cem milímetros por dia. Existe risco de alagamentos, transbordamento de rios e deslizamento de encostas.
 

2:23


Logo Agência Brasil

O Porto (Portugal) anunciou neste sábado (20) a contratação do zagueiro brasileiro Thiago Silva, que na última semana acertou a sua saída do Fluminense. O jogador de 41 anos de idade assinou com a equipe portuguesa até o final da temporada europeia, em junho de 2026.

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Esta não é a primeira experiência de Thiago Silva no Porto. Na temporada 2004/2005 ele defendeu a equipe B dos Dragões. O jogador já afirmou, em entrevista, que ainda sonha com uma convocação para defender o Brasil na Copa do Mundo de 2026.

“Estou aqui para anunciar o meu regresso aos Dragões e dizer o quanto estou feliz e lisonjeado por esta oportunidade. Estou super motivado, espero poder ajudar da melhor maneira possível”, declarou o zagueiro, que tem passagens por equipes como Milan (Itália), PSG (França) e Chelsea (Inglaterra).

Saída do Fluminense

Na última quarta-feira (17) o Fluminense anunciou a saída de Thiago Silva. Segundo nota do Tricolor das Laranjeiras, o jogador formalizou “sua rescisão contratual com o clube”.

“Formado nas categorias de base do Tricolor, Thiago encerra sua segunda passagem pela equipe profissional do Fluminense. Campeão da Copa do Brasil de 2007, o capitão soma 212 jogos e 19 gols vestindo a armadura tricolor”, afirmava o comunicado do Fluminense.


Logo Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta terça-feira (23) o comércio e a propaganda de todos os medicamentos das marcas Bwell e Needs, controladas pelo grupo RD Saúde, mesma controladora das drograrias Raia e Drogasil.

Os produtos não podem ser vendidos nas lojas, nos sites e nem por terceiros. 

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De acordo com a agência reguladora, a empresa não tem autorização para produzir medicamentos.

A determinação da Anvisa vale apenas para remédios. As marcas produzem outros itens, como de higiene e beleza. Estes continuam sendo comercializados normalmente.

Em nota enviada ao site Poder360, a RD Saúde informou que “não é indústria e não produz medicamentos”, e vai recorrer da decisão.

“Os medicamentos das marcas Bwell e Needs são produzidos por indústrias farmacêuticas devidamente licenciadas e autorizadas pela Anvisa, seguindo rigorosamente as normas regulatórias aplicáveis. Os produtos das duas marcas estão devidamente registrados na agência reguladora. A empresa vai detalhar seus procedimentos em recurso administrativo a ser apresentado à Anvisa”, afirma….

 


Capa do álbum ‘Resistência! – Ao vivo no Circo Voador’, do grupo Black Pantera
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Onze anos registrados em um show absurdo”. Com essa frase, o grupo mineiro Black Pantera sinteriza o sentimento da banda de thrash metal e hardcore punk em relação ao primeiro álbum ao vivo audiovisual oficial do trio formado por Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Pancho (bateria e percussão).
No mercado fonográfico desde sexta-feira, 8 de maio, o álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador” perpetua o show gravado pelo grupo em 19 de novembro de 2025 no Circo Voador, um dos palcos mais roqueiros e efervescentes da cidade do Rio de Janeiro (RJ), com 24 músicas em roteiro que enfatiza o ativismo do trio formado em 2014 em Uberaba (MG).
Ainda em cena com a “Perpétuo tour”, show baseado no álbum de 2024 que ampliou a visibilidade do Black Pantera com repertório mais melódico e mais percussivo, o grupo já tem engatilhado o quinto álbum de estúdio – gravado desde 2025 – mas promove por ora o álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador” enquanto não desponta no horizonte o sucessor do álbum “Perpétuo” (2024) na discografia de estúdio da banda.
Ainda que já existam três registros de shows da banda – “Audio Arena originals” (2017), “Black Pantera ao vivo – Estúdio Showlivre” (2018) e “Ao vivo no palco Super Nova (Rock in Rio Brasil 2024)” (2025) – e que todos estejam disponíveis nos aplicativos de música, nenhum tem o peso de ter sido uma gravação ao vivo idealizada pelo trio, como é o caso do show perpetuado no álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador”.
Com repertório composto por músicas autorais como “Fogo nos racistas”, “Mosha” e “Provérbios”, o registro audiovisual oficial coroa a coerente ascensão do Black Pantera ao longo dos 12 anos de existência dessa banda que conseguiu migrar paulatinamente do circuito underground de shows para a rota dos festivais do mainstream.
Esse ascendente movimento mercadológico foi feito pela banda sem diluição do ativismo exposto já nos títulos de composições como “Revolução é o caos” e “Sem anistia”, ambas presentes no roteiro do show captado no Rio. E tampouco sem amenizar o peso da batida metaleira, como atesta o álbum ao vivo gravado no mesmo Circo Voador onde Rafael Ramos, diretor artístico da gravadora do trio, Deck, assistiu pela primeira vez a um show do Black Pantera.


Almoçar no café da manhã? Professor explica por que o almoço era a 1ª refeição do dia
Um vídeo que viralizou nas redes sociais levantou uma dúvida curiosa: afinal, qual é o verbo para o ato de tomar café da manhã? A pergunta foi feita por uma internauta e respondida pelo professor de português Murilo Amaral, conhecido como Murilove.
O vídeo com a resposta já tem mais de 1,3 milhão de visualizações. Nele, o professor explicar que o verbo correto é almoçar e o motivo está na história da língua portuguesa.
Na verdade, o café da manhã tem um verbo, sim, e o verbo dele é ‘almoçar’. (…) O nome das nossas refeições sofreu alteração desde o século 19 até os dias atuais.
O que faz o café do Brasil ser tão cobiçado nos EUA
Da literatura aos dias de hoje
“— Um Cubas! repetia-me ele na seguinte manhã, ao almoço.”
O trecho acima é do livro “Memórias póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis. É um exemplo da mudança que talvez você não soubesse que aconteceu: muito tempo atrás, almoço era o nome dado à primeira refeição do dia.
No século 19, quando o clássico da literatura foi publicado pela primeira vez, as refeições tinham nomes diferentes dos que utilizamos hoje.
Almoço era a primeira refeição do dia.
Jantar era o que chamamos de almoço, a refeição do final da manhã ou início da tarde.
Merenda era uma pequena refeição entre a janta e a ceia.
Ceia era a última refeição do dia, geralmente no final da tarde e início da noite.
Café da manhã ideal
Reprodução/TV Globo
Daniel Bravo, coordenador de linguagens do Cubo Global School, confirma a explicação dada por Murilo.
“A chave do mistério está na etimologia. A palavra ‘almoço’ tem sua raiz no galego-português almorço, que por sua vez está ligado ao verbo em latim admordēre, cuja tradução literal seria algo como ‘começar a morder’. Essencialmente, o almoço era a ‘primeira mordida do dia’, o nosso atual desjejum. Para quem ainda dúvida, basta olhar para o português falado em Portugal, onde o café da manhã é até hoje chamado de ‘pequeno-almoço’.”
Alterações de sentido como essa sempre podem acontecer porque a língua é viva, ou seja, está sempre passando por atualizações e mudanças. É graças a isso, por exemplo, que novas palavras continuam a surgir.
De onde veio o ‘café da manhã’?
Murilo, que é formado em Letras pela Universidade Federal de Goiás (UFG), explica que o conceito de café da manhã se transformou ao longo do tempo. Inicialmente, o termo era utilizado apenas para simbolizar o momento em que a bebida era tomada, podendo ser acompanhada das refeições.
“Tudo isso mudou quando, no final do século 19 e início do século 20, a economia do Brasil era baseada na exportação do café. Então, em vez de almoçar e merendar, tomavam o café da manhã e o café da tarde.”
Como consequência, o café da manhã tomou o lugar do almoço, que tomou o lugar do jantar. A merenda foi popularmente substituída pelo café da tarde e a ceia deixou de ter um lugar fixo entre as refeições.
Daniel Bravo explica que há outra alternativa para substituir o termo café da manhã.
“Talvez o verbo mais adequado para descrever o café da manhã moderno seja desjejuar (quebrar o jejum), uma palavra pouco frequente, mas que abraça com perfeição a diversidade de nossas manhãs”, diz.
O almoço nas obras de Machado de Assis
O termo “almoço” é recorrente em obras de Machado de Assis e em outras obras literárias do século 19. Na grande maioria, ele é usado como referência ao café da manhã.
“Tanto é que se você lê um livro de Machado de Assis e os personagens estão almoçando, na verdade, eles estão tomando o café da manhã. E isso pode causar algum estranhamento para um leitor desavisado, porque parece que as personagens acabaram de acordar, ainda está cedo e elas já estão almoçando”, Murilove diz em outro trecho do vídeo.
Há, inclusive, um conto específica de Machado que gira em torno da primeira refeição do dia.
Em ‘Um almoço’, a narrativa ocorre pela manhã e tem como um dos personagens um sujeito que demonstra uma satisfação enorme e uma paz com a natureza por ter almoçado, apesar de ser ainda bem cedo.
Confira como ficou a merenda escolar das escolas municipais de Fortaleza após mudanças

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