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NOTÍCIAS EXTRAS

O governo dos Estados Unidos vai destacar 500 efetivos do corpo de fuzileiros navais em Los Angeles, na Califórnia, em resposta aos distúrbios entre manifestantes e forças de segurança pelas batidas migratórias das autoridades federais, afirmou à AFP um funcionário que pediu anonimato.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/trump-enviara-500-fuzileiros-navais-para-conter-protestos-em-los-angeles/


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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, na tarde desta terça-feira (11), a fase de sustentações dos advogados dos dez réus do Núcleo 3 no julgamento da trama golpista, apontada por investigações da Polícia Federal e denúncia da Procuradoria Geral da República como um plano liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para reverter o resultado das eleições presidenciais de 2022. 

O Núcleo 3 é composto por nove militares do Exército e um policial federal, que respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

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São réus do Núcleo 3:

  • Bernardo Romão Correa Netto (coronel);
  • Estevam  Theophilo (general);
  • Fabrício Moreira de Bastos (coronel);
  • Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel);
  • Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel);
  • Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel);
  • Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel);
  • Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel);
  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel);
  • Wladimir Matos Soares (policial federal).

Os acusados são conhecidos como “kids pretos”, militares que integraram o grupamento de forças especiais do Exército. Eles são acusados pela Procuradoria Geral da República (PGR) de planejar ações táticas para efetivar o plano golpista. Entre as intenções, estava o sequestro do ministro do STF Alexandre de Moraes. 

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Advogado pede absolvição

Durante as sustentações, a defesa do general da reserva do Exército Estevam Theophilo pediu a absolvição do militar e disse que ele não teve ligação com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 nem com o plano para tentar usar os kids-pretos para promover ações para impedir a posse do presidente Luiz Inacio Lula da Silva.

De acordo com as investigações, Theóphilo se reuniu três vezes com Bolsonaro, no final de 2022. Segundo a Polícia Federal, teriam sido discutidas a utilização de operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ou decretação de Estado de Defesa ou de sítio no país.

Na época, Estevam Theóphilo era responsável pelo Comando de Operações Terrestres (Coter), tropa de elite do Exército e que é chamada de tropa dos “kids pretos”.

Segundo o advogado Diego Rodrigues Musy, os encontros de Theófilo com Bolsonaro ocorreram com a ciência do então comandante do Exercito, Freire Gomes.

“Essa reunião nunca teve algum tipo de excepcionalidade no convite. O general Freire Gomes relatou que, assim como Theóphilo, vários outros generais foram ao Alvorada durante ano [2022]”, disse o advogado.

O defensor ressaltou ainda que o general não teve contatos com outros acusados pela trama golpista ou participou de “movimentos de resistência contra as urnas” ou incitação contra os poderes.

“Não há nos autos nenhuma mensagem, nenhuma prova ou comunicação. O general jamais esteve constando em nenhum documento desse processo e em nenhum dos atos executórios mencionados”, completou.

O julgamento continua com as sustentações dos demais réus. Pela manhã, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação dos acusados. 

O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, ao lado de ministros do governo federal, cada um segurando uma página da Declaração Final da Cúpula dos Povos, na cerimônia de encerramento do encontro neste domingo (16). Essa foi a imagem final do último dia de cúpula, realizada na Universidade Federal do Pará (Ufpa), às margens do rio Guamá, em Belém.

A Cúpula dos Povos, evento paralelo à COP30, contou com a participação de mais de 1,2 mil movimentos populares e organizações sociais do Brasil e mais de 60 países. Durante cinco dias, foram debatidas propostas para a crise climática e ambiental do ponto de vista social e dos povos originários, das juventudes periféricas, além dos trabalhadores.

O documento entregue para as autoridades aponta o modo de produção capitalista como a causa principal da crise climática crescente, e propõe um projeto político orientado pelo internacionalismo popular e pelo feminismo. As propostas rejeitam o que chamou de “falsas soluções de mercado”, e pedem o financiamento público e a taxação dos mais ricos. A declaração também pediu a proteção dos territórios indígenas e comunidades locais, a reforma agrária popular, entre outras demandas.

Peso da Cúpula dos Povos na Zona Azul

O presidente da COP agradeceu a participação e enfatizou que a entrega da carta fortalece o peso do Brasil na Zona Azul, onde ocorrem as negociações oficiais. Lago vai abrir a reunião de alto nível nesta segunda-feira (17) destacando a participação da sociedade civil representada pela cúpula.

“E isso fortalece de maneira incrível a posição do Brasil nessas negociações. É uma negociação super difícil, mas saber que a sociedade civil mundial tem voz em Belém é absolutamente sensacional. Por isso, eu agradeço a vocês esse trabalho que eu registrarei amanhã na abertura da reunião de alto nível que começa amanhã na COP.”

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, ressaltou o papel dos indígenas e quilombolas como maiores guardiões do meio ambiente e enfatizou o aumento no número de indígenas participantes na Zona Azul, chegando a 900 pessoas.

“Até a COP 15, nenhuma dessas vozes aqui estava sendo representada. Mas agora, dez anos após o Acordo de Paris, nós estamos aqui com a conferência do clima na Amazônia, para que nós possamos dizer que a Amazônia tem gente além das árvores. E que é essa gente que está cuidando, protegendo, muitas vezes com a própria vida.”

Além de ressaltar a importância da sociedade na COP30, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, leu uma carta escrita pelo presidente Lula, para encerramento da cúpula.

“Voltarei a Belém no dia 19 de novembro para encontrar o secretário-geral das Nações Unidas em uma função conjunta para fortalecer a governança do clima e o multilateralismo. Um grande abraço a todos e a todas. Muito obrigado, Luiz Inácio Lula da Silva.”

Já o secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, respondeu a uma das demandas da cúpula, afirmando que não haverá implementação de projetos no rio Tapajós sem consulta aos povos da região.

“Criaremos na Secretaria-Geral da Presidência da República uma mesa de diálogo com todos esses povos para recebê-los em Brasília e construir a solução.”

Cúpula das Infâncias

Também foi entregue para as autoridades uma carta da “Cúpula das Infâncias”, com reivindicações de crianças e adolescentes, colhidas em evento simbólico paralelo à Cúpula dos Povos e também lida pelas crianças no encerramento, convocando os adultos para a ação.

“Os adultos devem fazer a sua parte, porque estamos fazendo a nossa.”

À tarde, no domingo, o tradicional “Banquetaço”, na Praça da República, marcou o fim das mobilizações e celebrou o encontro dos povos.

Neste domingo, 16, não houve eventos oficiais na Zona Azul, local de negociações da COP 30.

4:11


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O esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen ficou em segundo lugar no slalom na etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino neste domingo (18), disputada em Wengen, na Suíça. Com o resultado foi o melhor já obtido por um brasileiro na competição e seu quarto pódio na temporada.

O brasileiro fechou a prova com o tempo de 1min46s46 na somatória das duas descidas. Na primeira, Lucas registrou 53s39; na segunda, Lucas foi ainda melhor: 53s07.

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No total, o esquiador ficou apenas 0,47 segundo atrás do campeão Atle Lie McGrath, da Noruega, que levou o ouro, com 1min45s99. Outro norueguês, Henrik Kristoffersen, foi bronze, com 1min46s80.

Às vésperas dos Jogos Olímpicos de Inverno nas cidades italianas de Milão e Cortina d’Ampezzo, o brasileiro já soma três pódios. Além da medalha de hoje, ele foi ouro na prova de slalom na Finlândia; e prata em Alta Badia, na Itália, no slalom gigante.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira (4) que apoia a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Planalto, mas destacou que a direita deverá apresentar outros nomes competitivos na disputa de 2026.

As declarações foram dadas em entrevista coletiva após agenda na cidade de Diadema, na Grande São Paulo.

Tarcísio afirmou que conversou com Flávio na semana anterior e reforçou sua “lealdade” ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que escolheu o filho para representar o partido na corrida presidencial. Segundo o governador, Flávio “vai contar” com o seu apoio e assumirá agora “uma grande responsabilidade” dentro da oposição.

Ao declarar apoio, Tarcísio ressaltou que o senador agora se junta a outros representantes da direita no pleito.

Ele citou nomes como Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais; Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás; e disse acreditar que “outros nomes vão aparecer”, mencionando também a possibilidade de Ratinho Junior (PSD), governador do Paraná, entrar na disputa.

Segundo o governador, esses possíveis candidatos são “extremamente qualificados” e deverão participar da construção de um plano de consenso para o país. Ele afirmou que o grupo precisa discutir “as razões do atraso do Brasil” e elaborar um plano que olhe para o longo prazo.

Tarcísio também fez uma série de críticas ao cenário político atual. Disse que o país vive um “problema de liderança” e que é necessário “reconectar a liderança com a sociedade”.

Criticou ainda o que chamou de “desarranjo institucional”, citando decisões do Judiciário que, segundo ele, têm impacto sobre as contas públicas.

O governador defendeu que o Brasil precisa retomar o planejamento estrutural, enfrentar desigualdades e fortalecer um Estado “com freios e contrapesos”, capaz de sustentar uma economia aberta, competitiva e inovadora.

Ele afirmou ainda que o país deve se preparar para uma “crise fiscal” que, segundo ele, “tem dia e hora para acontecer”.

Tarcísio concluiu dizendo que a oposição terá como missão “afastar o que está aí, que não deu certo” e que o objetivo é “devolver a esperança para o povo brasileiro” nas eleições do ano que vem.

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