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21 de maio de 2026
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (16), que é interesse do Brasil incrementar a produção de gás na Bolívia e aumentar o volume de importação do insumo para o Brasil.

Lula recebeu o novo presidente boliviano, Rodrigo Paz, em visita oficial no Palácio do Planalto e destacou a cooperação energética como um pilar estruturante da parceria entre os dois países.

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“Em um contexto internacional marcado por conflitos que ameaçam a provisão segura de combustíveis, a Bolívia permanece como uma fonte segura e mantém a condição de maior fornecedor de gás natural para o Brasil”, disse Lula em declaração à imprensa.

Lula acrescentou que conversou com Paz sobre a possibilidade de ampliar investimentos nessa área e incrementar o volume exportado para o mercado brasileiro.

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Para Lula, há décadas a Petrobras ajuda a construir na Bolívia “uma das mais importantes experiências de integração energética da América Latina”. Ainda assim, a estatal, que já foi responsável por 60% da produção de gás natural boliviano, opera hoje 25% do total produzido no país.

“O Gasoduto Brasil–Bolívia serviu muito ao crescimento da indústria brasileira e do setor de hidrocarbonetos boliviano. Hoje, ele pode ser aproveitado para uma integração mais ampla dos mercados de gás do Cone Sul. Também poderá contribuir para abastecer a fábrica de fertilizantes que o governo boliviano considera instalar em Puerto Quijaro”, disse Lula.


Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A. Foto: Agência Petrobrás/Divulgação

Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A – Agência Petrobrás/Divulgação

Sistemas elétricos

Durante a visita desta segunda-feira, Brasil e Bolívia firmaram acordo para a interconexão também dos sistemas elétricos. A previsão é a construção de uma linha de transmissão entre a província de Germán Busch, no departamento boliviano de Santa Cruz, e o município de Corumbá, no estado brasileiro de Mato Grosso do Sul.

“Vamos otimizar o uso dos recursos existentes nos dois países e levar eletricidade a regiões ainda dependentes de diesel.”, ressaltou Lula. 

O presidente brasileiro disse ainda que o Brasil está disposto a cooperar com a Bolívia também com apoio à produção de biocombustíveis e outros recursos renováveis. “Isso significa mais segurança energética e diversificação de fontes de fornecimento, além de possibilitar a descarbonização de nossas economias”.

Mineração

O presidente Rodrigo Paz também destacou as possibilidades de parcerias em mineração, já que a Bolívia tem grandes concentrações e diversidade de minerais.

“A capacidade de desenvolvimento da Bolívia é extraordinária e disso depende também a boa fé e as relações geradas com nações irmãs, como é o Brasil”, disse.

Além da cooperação na área de energia, os dois presidentes trataram de outros temas como integração física, combate a ilícitos transnacionais, comércio e investimentos, cooperação para o desenvolvimento e temas migratórios e consulares.

Um segundo ato de cooperação assinado durante a visita de hoje trata de cooperação turística, em especial para promoção do turismo e formação e qualificação na área.

O terceiro e último acordo firmado entre Brasil e Bolívia visa fortalecer a cooperação e coordenação contra o crime organizado transnacional. O objetivo é aprimorar ações para prevenção, investigação, repressão e sanção de crimes como tráfico de pessoas, narcotráfico, lavagem de dinheiro, mineração ilegal, tráfico de armas, crimes cibernéticos e crimes ambientais.

Comércio

Durante a declaração à imprensa, o presidente Lula ainda lembrou que o Brasil é o segundo maior parceiro comercial da Bolívia, mas que o intercâmbio entre os dois países vem caindo nos últimos anos. Em 2013, a balança comercial chegou a US$ 5,5 bilhões, enquanto em 2025, esse valor foi de apenas US$ 2,6 bilhões.

Para o presidente brasileiro, há disposição de empresários para investir e impulsionar parcerias.

“Há muitas oportunidades no setor de alimentos, lácteos, material genético, sementes, frutas, algodão, cana de açúcar e soja, além de aprofundar a cooperação em biotecnologia, com o apoio da Embrapa”, afirmou Lula.

Nesta terça-feira (17), o presidente Rodrigo Paz abrirá evento empresarial em São Paulo, com o objetivo de explorar oportunidades de comércio e investimentos. Cerca de 120 empresários bolivianos acompanham a comitiva.

Em setembro de 2025, mais de 100 empresas brasileiras estiveram na Expocruz em Santa Cruz de la Sierra, a maior feira multissetorial da América do Sul.

A expectativa é que a construção da segunda ponte ligando Brasil e Bolívia também facilite esse intercâmbio. A via sobre o Rio Mamoré faz parte das Rotas de Integração Sul-Americana e vai ligar Guajará-Mirim, em Rondônia, e Guayarámerin, no departamento boliviano de Beni. A previsão é que as obras sejam iniciadas em 2027.

“Como parte do Quadrante Rondon, [a ponte] vai melhorar a conectividade dos produtores do Brasil e da Bolívia aos portos do Chile e do Peru, permitindo escoamento pelo Oceano Pacífico e acesso aos mercados asiáticos”, explicou Lula.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que o decreto do IOF causou um grande incômodo no Congresso Nacional

Foi prorrogado até 19 de setembro o prazo que terminaria neste domingo (31) para que estados, Distrito Federal e municípios enviem o plano de aplicação dos recursos do 2º ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.  

A nova data atende a pedidos de mais tempo para concluir os documentos feitos por fóruns e associações como a Rede Nacional de Gestores Municipais de Cultura, o Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados e o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura.

Vale lembrar que para receber os recursos referentes ao 2º ciclo da Aldir Blanc os entes federativos precisam ter executado no mínimo 60% dos recursos do 1º ciclo. Além de ter elaborado o plano com a participação social e registrado com documentos na plataforma CultBR. O novo prazo também permite que gestores que encontraram dificuldades possam se adaptar com maior tranquilidade às mudanças.

1:15

Na sessão de segunda-feira (09), a vereadora Bárbara Matos (PP) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Santarém para compartilhar com a população uma importante conquista para a saúde pública do município: o início da reforma da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas. A obra foi oficialmente anunciada pelo prefeito Zé Maria Tapajós na última sexta-feira (07) e atende a uma solicitação feita pela parlamentar no dia 26 de maio, também durante pronunciamento na Casa Legislativa. 

“A reforma da UPA representa mais do que uma melhoria na estrutura física do prédio. Ela simboliza o cuidado, a dignidade e o acolhimento que a nossa população merece, especialmente nos momentos de emergência. Parabenizo o prefeito pela sensibilidade e agilidade em atender essa demanda, que é resultado de um diálogo comprometido entre legislativo e executivo”, destacou a vereadora. 

Ainda na segunda-feira, Bárbara Matos também esteve presente na solenidade de assinatura das Ordens de Serviço para a construção de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) nas comunidades do Cambuquira, Ipanema e Arapixuna, além do novo prédio do CAPS AD, Centro de Atenção Psicossocial voltado ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade pelo uso de álcool e outras drogas. 

A vereadora parabenizou o prefeito Zé Maria Tapajós, o vice-prefeito Carlos Martins e a equipe da Secretaria Municipal de Saúde pelo planejamento e empenho em fortalecer a atenção básica e expandir os serviços de saúde para as comunidades. 

“Estivemos ao lado dos moradores das regiões beneficiadas e dos colegas vereadores, demonstrando que quando o diálogo entre poder público e população se fortalece, os resultados chegam onde mais importam: nas comunidades, na ponta”, finalizou Bárbara Matos.                                                                                                      

Por ASCOM – Vereadora Bárbara Matos 

Fonte: Portal Santarém 

Apoiadores do ex-presidente de esquerda da Bolívia Evo Morales marcharam por La Paz nesta segunda-feira (18), ampliando a agitação que tem bloqueado estradas por quase duas semanas e provocado escassez de alimentos, combustível e suprimentos médicos em todo o país.

Segundo as autoridades, caminhões ficaram parados nas rodovias e pacientes ficaram sem acesso a hospitais. A Argentina enviou uma aeronave militar com suprimentos de alimentos a pedido da Bolívia.

O que motivou os protestos?

As manifestações que começaram com greves no início de maio se transformaram em um movimento nacional envolvendo sindicatos de trabalhadores, mineiros, trabalhadores do transporte e grupos rurais.

Os manifestantes estão pressionando o governo do presidente Rodrigo Paz a reverter as medidas de austeridade e a lidar com o aumento do custo de vida, com alguns pedindo sua renúncia.

Analistas afirmam que a agitação passou de queixas locais para um sentimento antigovernamental mais amplo sobre a direção econômica do país.

Quais são as principais queixas?

Os protestos estão centrados nas crescentes pressões econômicas. Os professores estão exigindo salários mais altos e mais recursos, enquanto os sindicatos do setor de transportes lançaram greves sem fim em meio à escassez de combustível e preocupações com o abastecimento. Grupos indígenas e rurais se opõem às reformas agrárias que, segundo eles, favorecem os grandes proprietários de terras.

Apesar de o governo ter revogado uma lei agrária polêmica neste mês, os protestos continuaram.

Como o governo reagiu?

Rodrigo Paz, que assumiu o cargo em novembro e herdou uma economia em turbulência, defendeu os cortes de gastos e a redução dos subsídios aos combustíveis como necessários para estabilizar as finanças públicas.

Ele está preparando um pacote de reformas para o Congresso que inclui o levantamento gradual dos controles de preços dos combustíveis e medidas para impulsionar a produção doméstica de energia e os investimentos.

O governo tem procurado aliviar as tensões por meio de negociações e aumentos salariais, ao mesmo tempo em que mobiliza cerca de 3.500 membros das forças de segurança para desobstruir as estradas. As autoridades disseram que cerca de 57 pessoas foram presas.

As autoridades culparam a oposição e os aliados de Morales por incentivar os bloqueios, que, segundo elas, contribuíram para pelo menos três mortes, incluindo pacientes que não conseguiram chegar a hospitais.

Qual é o papel de Evo Morales?

Morales, que governou a Bolívia de 2006 a 2019, tem apoiado os protestos, descrevendo-os como uma resposta às dificuldades econômicas e à perseguição política.

Milhares de seus apoiadores se reuniram depois que um juiz considerou que o ex-presidente desacatou um tribunal no início deste mês por não ter comparecido a uma audiência em um caso de tráfico. Morales nega ter cometido qualquer delito.

“Enquanto as demandas estruturais, como combustível, alimentos e inflação, não forem atendidas, a revolta não será interrompida”, escreveu ele no X.

Qual foi a reação do mercado?

Até o momento, a reação do mercado financeiro tem sido discreta, em parte porque os títulos soberanos da Bolívia são, em geral, pouco negociados. O prêmio que os investidores exigem para manter a dívida boliviana em relação aos títulos comparáveis do Treasury dos EUA diminuiu em maio para o nível mais baixo desde pelo menos 2020, segundo dados da LSEG.

No entanto, os analistas alertam para os riscos crescentes.

“A Bolívia está em um período de estresse social e político, à medida que uma greve nacional crescente converge com protestos em massa e bloqueios de estradas generalizados”, disse o JPMorgan em uma nota de cliente.

Isso é incomum para a Bolívia?

Os bloqueios de estradas há muito tempo são uma tática comum usada pelos manifestantes. Durante o governo do ex-presidente de esquerda Luis Arce, interrupções semelhantes lideradas por facções leais a Morales, bem como por grupos rurais e de mineração, às vezes paralisavam as principais rotas de transporte e causavam prejuízos de bilhões.

Analistas dizem que Paz enfrenta o desafio de estabilizar a economia e, ao mesmo tempo, construir novas alianças políticas e sociais em um ambiente altamente polarizado.

“Não há soluções fáceis ou rápidas à vista”, disse o economista Gonzalo Chávez.

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