As autoridades sanitárias francesas registraram uma terceira morte de bebês que consumiram leite infantil retirado do mercado por suspeitas de contaminação. A informação é do
RIO – O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado para a relatoria das investigações sobre o Banco Master. Mendonça vai assumir
A iniciativa prevê a implantação de 14 unidades de terapia intensiva (UTIs) automatizadas que funcionarão de forma interligada nas cinco regiões, além da construção do Instituto Tecnológico de Emergência do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), o primeiro hospital inteligente do país.
Em nota, o Ministério da Saúde informou que outras oito unidades hospitalares serão modernizadas “com envolvimento de universidades e secretarias de saúde”. “Não tenho dúvida de que, hoje, nós estamos entrando em uma nova era de inovação para o SUS e para a saúde do país”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
“Não estamos falando só de construção de hospitais, de modernização de UTIs e de hospitais que já existem. Estamos falando de um movimento de incorporação tecnológica, de parcerias de transferência tecnológica”, completou, durante entrevista.
A rede integra o programa Agora Tem Especialistas, voltado para a expansão do atendimento especializado na rede pública. Dados oficiais indicam que o uso de tecnologias como inteligência artificial e big data pode reduzir em até cinco vezes o tempo de espera por atendimento de emergência, além de tornar o diagnóstico e a assistência especializada mais rápidos e precisos.
As 14 UTIs inteligentes vão funcionar de forma interligada em hospitais selecionados pelo Ministério da Saúde junto a gestores de 13 estados nas cidades de Manaus, Dourados (MS), Belém, Teresina, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.
“Serão serviços totalmente digitais, com monitoramento contínuo, integração entre equipamentos e sistemas de informação. A tecnologia auxiliará na previsão de agravos, apoiará decisões clínicas, otimizará avaliações e permitirá a troca de conhecimento entre especialistas em diferentes regiões. Também estarão conectadas a uma central de pesquisa e inovação”, finalizou o ministério.
Uma explosão ocorrida na madrugada do último sábado (7) em um posto de combustíveis na Praça da Cruz Vermelha, região central do Rio de Janeiro, resultou na morte de uma pessoa e deixou outra em estado grave. Segundo o Corpo de Bombeiros, o incidente foi causado pelo rompimento do cilindro de gás de um veículo abastecido com Gás Natural Veicular (GNV).
As vítimas foram identificadas como Guaraci Costa, de 64 anos, motorista do carro, e Paulo dos Santos, de 61 anos, frentista do posto. Ambos foram socorridos e levados ao Hospital Municipal Souza Aguiar. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, Guaraci não resistiu aos ferimentos, enquanto Paulo permanece internado em estado grave. Uma terceira pessoa também ficou ferida, mas foi socorrida por meios próprios.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA), que fica nas proximidades, informou que uma vidraça do Banco de Sangue do prédio trincou com o impacto da explosão. A instituição destacou que não houve feridos entre pacientes, acompanhantes ou funcionários, e que o atendimento segue normalmente.
Em nota, a rede Ipiranga confirmou que as primeiras avaliações indicam que a explosão foi provocada pelo cilindro de GNV do veículo. A empresa manifestou solidariedade às famílias das vítimas e afirmou que está à disposição do revendedor para prestar apoio. A Polícia Civil realizou perícia no local e segue investigando o caso para apurar as circunstâncias da ocorrência.
A Justiça do Maranhão condenou o delegado de Polícia Civil Alexsandro de Oliveira Passos a 19 anos, seis meses e 28 dias de reclusão pelos crimes de concussão – extorsão praticada por servidor público – e peculato. Durante quase um ano e meio – segundo a acusação -, entre 2015 e abril de 2016, período em que exerceu a titularidade da delegacia de Morros, ele teria instalado na cidade um esquema de corrupção para exigir propinas de comerciantes e moradores. Para ‘permitir’ o funcionamento de bares, a taxa era de R$ 20 mensais; festas eram liberadas a R$ 160, segundo o Ministério Público.
Delegado de Polícia Civil Alexsandro de Oliveira Passos foi condenado pelos crimes de concussão e peculato
Na ação, o delegado negou a cobrança de propinas. Ele alegou que usava o dinheiro para fazer a manutenção da Delegacia de Morros, município com cerca de 19 mil habitantes situado a 100 quilômetros da capital São Luís.
O Estadão apurou que ele vai recorrer da sentença.
Ao acolher ação movida pelo Ministério Público, o juiz Geovane da Silva Santos também impôs ao delegado a perda do cargo público.
Outros dois acusados foram condenados: Paulo Jean Dias da Silva, a 11 anos e sete meses de reclusão e Adernilson Carlos Siqueira Silva, que pegou 8 anos de reclusão.
‘Balcão de negócios ilícitos’
“Ao converterem a Delegacia de Polícia, local que deveria ser um bastião da legalidade e da proteção social, em um balcão de negócios ilícitos, os acusados, liderados pela própria autoridade policial do município, abalaram profundamente a credibilidade das instituições de segurança pública e a confiança da comunidade de Morros no Estado”, pontuou a sentença.
Apesar de ter sido estabelecido regime inicialmente fechado para cumprimento da pena, os réus poderão recorrer da sentença em liberdade, desde que mantidas as medidas cautelares já impostas.
O Ministério Público denunciou os três réus pelos crimes de concussão, peculato em continuidade delitiva, associação criminosa e usurpação da função pública. Os dois últimos crimes estão prescritos.
Segundo as investigações, o delegado e os outros dois acusados ‘uniram-se para cometer crimes contra a administração pública, valendo-se da estrutura da Delegacia de Polícia Civil de Morros’.
Na época, Alexsandro de Oliveira Passos era o delegado titular. Paulo Jean Dias da Silva e Adernilson Carlos Siqueira Silva ‘exerciam irregularmente a função de escrivães, mesmo sem vínculo formal com a administração pública estadual’.
A concussão, que é quando um servidor público exige para si ou para outro, direta ou indiretamente, vantagem indevida ‘foi verificada por diversas vezes, notadamente em casos de apreensão de veículos’.
Em um caso relatado pela Promotoria, o dono de uma motocicleta apreendida por falta de documentos regularizou a situação e, ao tentar recuperar o veículo, foi informado da ‘necessidade de pagamento de R$ 600, reduzida a R$ 500 após negociação’.
Delegacia de Polícia Civil de Morros (MA); esquema de corrupção para exigir propinas teria sido instalado na cidade
Em um outro episódio, um homem intimado a comparecer à Polícia por suposta prática de ameaça teve sua motocicleta apreendida em frente à Delegacia. Após regularizar o pagamento e tributos atrasados, a vítima foi informada que precisaria pagar R$ 1 mil para reaver a moto. Após negociação, a vítima pagou R$ 500.
O pagamento era sempre em dinheiro vivo a Paulo Jean da Silva, que restituía os veículos sem a emissão de qualquer recibo ou termo formal, diz a Promotoria. “A ausência de registros oficiais de apreensão e restituição evidencia o caráter irregular da conduta”, aponta, na sentença, o juiz Geovane da Silva Santos.
Fiança
Ainda de acordo com o Ministério Público, ‘a prática de concussão também acontecia em relação à cobrança de valores de fiança que não eram repassados aos cofres públicos’. Em um caso de abril de 2016, a família de um homem que supostamente teria praticado crime de ameaça foi cobrada em dois salários mínimos (R$ 1.760,00) a título de ‘fiança’, sob pena de transferência do preso para a Unidade Prisional de Rosário ou Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.
Mais uma vez o pagamento foi feito em espécie, recebido por Adernilson Carlos Silva, sem a emissão de guia de recolhimento ou recibo oficial. As investigações verificaram, no entanto, que do total de R$ 1.760, apenas R$ 294 foram recolhidos aos cofres públicos. Após a intercessão de um advogado, R$ 1.400 foram devolvidos à família.
“Resta claro que não se tratou de atos isolados, mas de reiteradas exigências ilícitas, praticadas sob a roupagem da função pública, com o propósito deliberado de obter vantagem patrimonial indevida em detrimento de particulares fragilizados pela situação de constrangimento e medo”, concluiu o juiz Geovane da Silva Santos.
Peculato
Os réus também foram denunciados pelo crime de peculato, que é caracterizado quando um servidor público se apropria de dinheiro, valor ou bem móvel que detém por razão do cargo, ou o desvia em benefício próprio ou de terceiros.
A acusação descreve os detalhes de uma outra investida que o delegado Alexsandro Passos teria comandado. Um homem preso por porte ilegal de arma de fogo, em março de 2016, teve a fiança determinada pelo delegado inicialmente em R$ 4 mil, valor posteriormente reduzido a R$ 2,5 mil e efetivamente pago, em espécie, a Adernilson.
Mais uma vez, apenas R$ 290,00 foram repassados aos cofres públicos e não houve qualquer devolução de valores.
Bares
Ao assumir a titularidade da Delegacia de Polícia de Morros, Alexsandro ‘estabeleceu a cobrança de R$ 20 mensais para autorizar o funcionamento de bares na cidade’.
“Os valores deveriam ser pagos diretamente na Delegacia, sob pena de interdição dos estabelecimentos, independentemente de licença expedida pela Prefeitura”, aponta a Promotoria.
Os pagamentos eram entregues a Paulo Jean da Silva, tanto na Delegacia como nos próprios bares. Testemunhas afirmam que, muitas vezes, as cobranças eram feitas com o uso de viatura da Polícia Civil. Após o pagamento, os comerciantes recebiam um documento denominado ‘autorização de funcionamento’.
A sentença revela que ‘após o início da investigação do Ministério Público, Paulo Jean compareceu aos bares e recolheu algumas das autorizações que haviam sido distribuídas, rasgando-as ou prometendo levá-las para ajustes, evidenciando a tentativa de suprimir os elementos que poderiam comprovar a prática criminosa’.
‘Manutenção’
Interrogado, o delegado confirmou a cobrança, mas alegou que os valores eram destinados à manutenção da Delegacia, embora não tenha apresentado nenhuma testemunha ou documento que comprovasse a versão, segundo a Promotoria.
O juiz Geovane da Silva Santos anotou que a forma da arrecadação, em espécie e sem a geração de guia de recolhimento oficial, contraria o procedimento previsto. Além disso, os valores teriam que ser destinados, obrigatoriamente, ao Fundo Estadual de Segurança Pública.
Documento expedido pela Secretaria de Estado de Segurança Pública atesta que nos anos de 2015 e 2016 ‘não houve nenhum registro de depósito da Delegacia de Morros em favor do Fundo’.
Ainda de acordo com o Ministério Público ‘irregularidades também foram encontradas na cobrança de taxas para a realização de festas em Morros’.
Eram cobrados R$ 160 por festa, pagos diretamente a Paulo Jean da Silva. “Essa liberação era condição, inclusive, para pareceres favoráveis à realização dos eventos pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.”
Ressarcimento
Os réus foram condenados a ressarcir o prejuízo causado. Alexsandro Dias e Paulo Jean da Silva responderão solidariamente pelo pagamento de R$ 8,2 mil relativos à cobrança de licenças de festas e taxas de bares, além da cobrança pela liberação de motocicletas da Delegacia.
O ex-delegado e Adernilson Carlos Silva deverão ressarcir outros R$ 2.210 referentes ‘a valores cobrados indevidamente a título de fiança’.
A promotora de Justiça Érica Ellen Beckman da Silva destacou a condenação dos envolvidos ao pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 100 mil, que deverão ser revertidos ao Fundo Estadual de Direitos Difusos do Maranhão.
Flamengo perdeu para o Meninas em Campo em Guarulhos
A quarta rodada do Campeonato Paulista Feminino Sub-15 Petrobras 2025 foi aberta neste sábado (07), com seis jogos. Os principais destaques do dia ficaram por conta de São Paulo, Corinthians, Centro Olímpico e Ferroviária, que mantiveram os 100% de aproveitamento e encaminharam vaga nas quartas de final. Dois jogos foram realizados no domingo.
No Joaquim de Morais Filho, o Corinthians visitou o Taubaté e atropelou o time da casa por 5 a 0, indo a 12 pontos e abrindo nove de vantagem para o Sfera, primeiro time fora do G4 do Grupo 2, e mantendo o Taubaté com 3. Entretanto, o time da capital não assumiu a ponta.
Isso porque a Ferroviária, também fora de casa, superou o Botafogo por 3 a 0 no Santa Cruz e também foi a 12, mas leva vantagem no saldo de gols (15 a 10). O time de Ribeirão Preto, por outro lado, é o sexto, com três.
Já no Grupo 1, outros dois times também colocaram um pé nas quartas. No Walter Ribeiro, o São Paulo superou o São Bento, agora quinto colocado, com três, por 3 a 2, e foi aos mesmos 12 pontos do Centro Olímpico. O time da capital foi até Jundiaí e bateu o lanterna Paulista, que ainda não pontuou, por 1 a 0. O Centro Olímpico lidera também no saldo de gols (19 a 14).
O dia ainda contou com a vitória por 3 a 0 do Osasco Audax sobre o Realidade Jovem, em casa, e o triunfo por 1 a 0 do Meninas em Campo sobre o Flamengo, em Guarulhos.
Domingo – A quarta rodada do Paulistão Feminino Sub-15 Petrobras 2025 se encerrou neste domingo (08), com mais dois jogos. Em Itu, o Ituano venceu o Santo André por 1 a 0. Já no CFA Jarinu, o Sfera bateu o Sesi por 3 a 1.
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