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NOTÍCIAS EXTRAS


O gerente de vendas Emanuel Gazola flagrou jacaré em um banco de areia, no Balneário da Amizade, entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP)
Emanuel Gazola
A aparição de um jacaré no Balneário da Amizade deixou o gerente de vendas Emanuel Gazola, de 38 anos, impressionado. Ele estava no local a passeio com dois amigos e conseguiu flagrar o animal “descansando” em um banco de areia, na divisa entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP), na região oeste do Estado de São Paulo.
Em conversa com o g1, na tarde desta quinta-feira (29), Gazola contou sobre o momento em que encontrou o jacaré, enquanto andava de lancha pelo lago, e qual foi a sua reação.
“A foto foi tirada no meio da represa, em um banco de areia, lá onde fica a nascente do balneário, já perto da Estrada da Amizade. Não fiquei assustado, porém, fiquei impressionado com o tamanho do animal. Já vi vários outros jacarés em represas e rios, mas não deste tamanho”, disse.
De acordo com Gazola, o animal, visto nesta quarta-feira (28), aparentava ter 2,5 metros de comprimento e, além dele, também havia outro, que não foi fotografado. Questionado se já havia visto jacarés pelo Balneário da Amizade, Emanuel disse que esta foi a “primeira vez”.
Jacaré-do-papo-amarelo foi flagrado no Balneário da Amizade, entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP)
Emanuel Gazola
Apesar disso, o biólogo e professor André Gonçalves Vieira, em entrevista à reportagem do g1, explicou que o “achado do animal na represa não é novidade”.
“Pela imagem, este animal apresenta ter mais de 1,8 metro. O achado do animal na represa não é novidade, pois ela é conectada por outros corpos hídricos, sendo um deles o Rio Santo Anastácio, que deságua no Rio Paraná. É um corredor natural para esses animais. Devemos ter ciência de que esse animal faz parte do topo da cadeia alimentar e possui poucos predadores naturais. Os acidentes entre as pessoas e jacarés não são muito comuns e podem ocorrer, em alguns casos, como defesa própria, defesa de filhotes e defesa de alimentos”, argumentou Vieira.
O biólogo ainda citou que a lei federal 9.605/98, em seu artigo 29, aborda que é crime contra a fauna “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida”.
‘Comum na região’
O biólogo Luiz Waldemar de Oliveira informou ao g1 que o animal fotografado se trata de um jacaré-do-papo-amarelo (Caiman crocodilus) e que a espécie é comum na região.
“Estes avistamentos são significativos, indicam uma recuperação da população desta espécie na nossa região. Geralmente os indivíduos se deslocam para novos hábitats, dispersão, para estabelecer novas populações”, mencionou o biólogo.
Jacaré-do-papo-amarelo foi flagrado no Balneário da Amizade, entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP)
Emanuel Gazola
Riscos
De acordo com Oliveira, o risco de um ataque “sempre existe quando o animal sente-se ameaçado”.
“Qualquer tipo de aproximação ou investida de um humano mais curioso ou maldoso acarretará numa reação de defesa do animal. O correto é não se aproximar do animal, literalmente ignorá-lo. O jacaré está ali como predador e é inofensivo quando não é incomodado”, reforçou ao g1.
Ainda conforme o biólogo, o balneário fornece ao jacaré um “excelente hábitat para se alimentar e procriar”.
Sobre a espécie
O jacaré-do-papo-amarelo pode atingir 3 metros de comprimento. Mas esse tamanho é raro. Normalmente mede de 1,5 a 2 metros. É um animal esverdeado, quase pardacento, com o ventre amarelado e o focinho pouco largo e achatado. O focinho dele é menor do que o das outras espécies. E atrás da cabeça ele ainda tem escamas em fileiras cervicais.
A fêmea permanece perto do ninho para evitar ataques de predadores, como o lagarto teiú, o quati e o mão-pelada. Quando os ovos estão para eclodir, os filhotes vocalizam chamando a mãe, que desmancha o ninho usando os membros anteriores e posteriores e o focinho. A fêmea carrega cada um na boca até a água, cuidadosamente.
O macho cuida dos recém-nascidos que já estão na água e os pais permanecem perto dos filhotes, protegendo-os contra os predadores, em especial garças e outras aves grandes.
Esse animal exibe traços herdados dos antepassados. É um réptil contemporâneo dos grandes dinossauros que habitavam a Terra há milhões de anos e que conseguiu sobreviver às grandes transformações do planeta.
Jacaré-do-papo-amarelo foi flagrado no Balneário da Amizade, entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP)
Emanuel Gazola
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A defesa de produtores rurais em uma extensa área da comunidade de Antinha de Baixo, na cidade de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, criticou, nesta semana, a investigação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) sobre a presença de quilombolas na região de 1,5 mil hectares. 

“Os proprietários viraram ‘grileiros’ e os invasores, que fizeram loteamento clandestino e venderam dezenas de chácaras de lazer com piscina nos últimos 5 anos, viraram ´quilombolas’”, contestou o advogado Eduardo Caiado em carta à reportagem da Agência Brasil

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Ele representa os espólios de Raul Alves de Andrade Coelho, Luiz Soares de Araújo e de Maria Paulina Boss, que seriam, segundo a versão da defesa, proprietários da área, em uma disputa judicial que teria começado na década de 1940.

Autodefinição

Em contrapartida, famílias que se identificam como quilombolas, inclusive já com certificado de autodefinição publicado pela Fundação Palmares no dia 1º de agosto, defendem que a presença de seus ancestrais tem pelo menos 200 anos na área. 

O agricultor Joaquim Moreira, de 86 anos de idade, ao receber o documento, garantiu que nasceu e criou-se na comunidade rural de Antinha de Baixo. Ele recordou que os pais e os avós, com quem conviveu no século passado, também foram criados por lá, o que rebate a versão dos fazendeiros.

Em reportagem da Agência Brasil, no início de agosto, os moradores que se identificaram como população remanescente quilombola mostraram o cemitério e outras marcas do passado. 

Reviravolta

Depois de uma decisão favorável na justiça estadual e início de desocupação de moradores do território no final de julho deste ano, o documento de autodeclaração por parte de famílias que se identificaram como quilombolas, publicado pela Fundação Cultural Palmares em 1º de agosto, fez com que o Supremo Tribunal Federal (STF) remetesse o caso para a Justiça Federal. 

O advogado dos fazendeiros Eduardo Caiado criticou essa decisão. 

“Alguém se autoidentificou como quilombola e a área passou a ter interesse do Incra. Fizemos uma pesquisa em sites e buscadores da internet e não encontramos nenhuma menção à qualquer remanescente de quilombo ou de escravos na região”, afirmou. 

Ele argumentou que a juíza determinou a suspensão do cumprimento de sentença, paralisando a desocupação da área, remetendo o processo à Justiça Federal, “no mesmo dia que houve a habilitação do Incra no processo, que alegou interesse porque 20 dias antes uma pessoa do local se autoidentificou como quilombola”.

O advogado, em sua versão, acrescentou que os fazendeiros fizeram pesquisas em “inúmeros e antigos processos judiciais” e que não haveria registro que a Fazenda Antinha de Baixo fosse ocupada por descendentes de escravos. 

“Ao contrário, o Sr. Saturnino da Silva Moreira e a Família Pereira Braga, que teriam dado origem a quilombo estabelecido na fazenda Antinha, escreveram no processo judicial de usucapião que compraram terras no local e para ali se mudaram no ano de 1957”, alega Eduardo Caiado.

O advogado ressaltou em carta à Agência Brasil que há uma criação de “narrativa de que na área já existiu um quilombo para suspender o cumprimento da decisão judicial”.

Supostos interesses

Para ele, a reviravolta no caso tem relação com a exploração política por parte de representantes de partidos de esquerda e também de interesse do governo federal em função de que beneficiários da decisão seriam familiares do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. 

Segundo Eduardo Caiado, o processo se arrastou por décadas em função de medidas protelatórias na justiça. Mas, ainda segundo ele, as sentenças favoráveis aos seus clientes datam do ano de 1990, e com primeiro trânsito em julgado em 1994, mesmo com rejeição de dois recursos de apelação na ocasião.

“Consta do processo que 11 proprietários da fazenda Antinha de Baixo tiveram seus títulos de domínio reconhecidos pela Justiça e tiveram suas áreas demarcadas”, disse Eduardo Caiado. 

Há 10 anos, segundo salienta o advogado, houve o arquivamento de ações de usucapião por outros produtores rurais na área. Após as intimações na época para a desocupação voluntária, a juíza voltou atrás e suspendeu a ordem judicial, por entender que ainda faltava o julgamento de mais uma ação de usucapião. 

O julgamento do caso ocorreu em 2021. Mas o advogado argumenta que houve vendas clandestinas de terrenos e o loteamento ilegal em chácaras de lazer, “a maioria com piscina e casas de veraneio”. 

Ainda, conforme recorda o advogado, em janeiro do ano passado, a juíza Ailime Virgínia Martins determinou desocupação voluntária.

Em março do ano passado, a desocupação foi suspensa para análise da Comissão de Soluções Fundiárias do TJ-GO, até a nova determinação da juíza de desocupação, e suspensão pelo Supremo Tribunal Federal na sequência.

Política

O advogado entende que a decisão mais recente surgiu de interesses políticos, “uma vez que as eleições presidenciais se aproximam e um parente do governador seria um dos herdeiros da proprietária que teria a pequena parte de 1/11 da fazenda”. 

Eduardo Caiado finaliza a carta à Agência Brasil com a ponderação que a Fazenda Antinha de Baixo foi ilegalmente loteada clandestinamente em pequenas chácaras de lazer, onde surgiram da noite para o dia condomínios clandestinos de chácaras, sem qualquer licença ou autorização para parcelamento do terreno em áreas inferiores ao módulo rural, configurando crime de parcelamento ilegal do terreno.

Ocupação por quilombolas

Pesquisador da presença e ocupação de quilombolas na região do entorno do Distrito Federal, o professor Manoel Barbosa Neres, da Universidade de Brasília (UnB), explica que essas populações remanescentes ocorreram a partir do século 19 no período da exploração mineradora no Centro-Oeste.

Ele explica que a região foi ocupada principalmente após os ataques sofridos no Quilombo do Ambrósio, em Minas Gerais. 

“Foram se constituindo esses quilombos (nas proximidades de Goiás e Entorno do Distrito Federal)”, disse. 

O professor explica que os quilombolas de Mesquita (em Cidade Ocidental, Goiás) mencionam que, antigamente, havia uma conexão deles com as comunidades quilombolas de Santo Antônio do Descoberto. O povoado de Antinha dos Pretos foi o primeiro a receber a investigação por parte do Incra. 

O pesquisador entende que se trata de uma conduta comum haver pressão contra as equipes de antropologia do Incra quando vão investigar se um território tem presença de quilombola. 

“A antropóloga que fez o relatório do Quilombo Mesquita, por exemplo, sofreu ameaças”, lembrou. 

O pesquisador pondera que as pessoas que alegaram morar há mais de 80 anos no local têm uma situação consolidada. 

“Mas havia também algumas situações em que as pessoas tinham a terra e elas perdiam e tinham que sair. Há muitos casos assim. As pessoas não estão mais na terra, mas sabem que aquela terra pertencia a elas”. 

Para o trabalho antropológico, o pesquisador salienta que o levantamento identifica as marcas das pessoas em uma determinada região. 

“Elementos que tragam reminiscências documentais. Mas também os registros imateriais, como as memórias, as histórias contadas, os vínculos de parentesco e as formas de produção. Tudo isso constitui um tipo de dossiê cultural”, explicou.

O mosaico técnica artística, que transforma fragmentos de vidro, cerâmica e pedra em peças de arte e decoração, é o destaque do 41º Salão do Artesanato Paraibano, em João Pessoa, entre os dias 9 de janeiro a 1º de fevereiro. O evento, que reunirá mais de 600 artesãos, pretende fortalecer a geração de renda no setor artesanal. Segundo a gestora do Programa do Artesanato Paraibano, Marielza Rodrigues, a escolha do mosaico valoriza o trabalho manual e a identidade cultural do Estado.

“Nós temos a expectativa de mais de 120 mil pessoas passarem no evento, que a gente sabe que João Pessoa hoje vive o melhor momento turístico. Todos os hotéis estão lotados, todas as companhias aéreas com voos lotados. A gente espera que mais de 120 mil pessoas passem por aqui. São 6 mil metros de área construída, toda climatizada, como vocês estão vendo, com ar-condicionado, bebedouro, os áudios ao longo do percurso, para que não só o artesão, mas como visitante e o turista não passem cedo nesse calor enorme. Então, a gente está preparando com muito carinho para recebê-los.”

Além da feira, parte da programação inclui ainda um desfile de moda marcado para o dia 31 de janeiro, que será conduzido pelo estilista Ronaldo Fraga. Para a mosaicista Andréa Carrino, uma das homenageadas desta edição, o evento lança luz sobre seu projeto social.

“O meu trabalho, ele se destacou em João Pessoa, porque foi um trabalho social que eu tive há 19 anos atrás, com crianças carentes e menores infratores. Então, essas pessoas eu ensinei o mosaico e coloquei algumas no mercado de trabalho. Algumas que eu via que tinham realmente aptidão para o trabalho, elas fizeram parte da minha equipe e foram inseridas no mercado de trabalho.”

O 41º Salão do Artesanato Paraibano reforça como técnicas tradicionais seguem vivas e continuam gerando trabalho, trabalho e renda na Paraíba.

2:10


Videocast debate sobre ecologia e mostra como o tema pode cair no Enem
Krys Karneiro/Lá vem o Enem
O tema do segundo episódio desta terceira temporada do videocast Lá Vem o Enem é ecologia, um dos assuntos mais cobrados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
A conversa recebeu dois convidados: Thiago Nery, médico veterinário e professor universitário, além de Evandro Silva, professor de biologia, mestre em gerenciamento ambiental com doutorando em biotecnologia.
Segundo os professores, ecologia é um tema que já ultrapassou os limites dos livros e está presente no dia a dia. O contato direto com a natureza, como em visitas a zoológicos e parques, pode ajudar na conscientização e também no aprendizado dos estudantes que se preparam para o Enem.
Durante o bate-papo, Thiago, que trabalha no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), em João Pessoa, explicou que a vivência prática com os animais é essencial para entender a biodiversidade.
“Quando a gente fala em biodiversidade, o que os estudantes precisam compreender para entender a importância desse conceito é o que você vê na prática. A contemplação é fundamental e é um dos prazeres que a gente tem na vida”, afirmou.
Evandro ainda acrescenta que o contato direto com os animais ajuda a contextualizar o aprendizado.
“A ecologia cobrada no Enem é cada vez mais interdisciplinar. Ao visitar a Bica ou uma praia, podemos discutir química ambiental, biologia, geografia e fatores ecológicos. O aluno aprende muito mais e ainda oxigena o cérebro, aliviando o estresse.”
Conteúdos mais cobrados no Enem
A ecologia é considerada um dos pilares da prova de Ciências da Natureza. Os professores destacaram que os estudantes devem estar atentos não apenas ao conceito de biodiversidade, mas também a temas interdisciplinares. Entre os pontos mais recorrentes estão
Ciclos biogeoquímicos, como carbono e nitrogênio.
Química ambiental, ligada à poluição e impactos humanos.
Sustentabilidade, incluindo manejo de resíduos e equilíbrio socioambiental.
Biotecnologia, com foco em engenharia genética e novas descobertas científicas.
“Mas não é você chegar e decorar qual a função da da organela x, y, z. Isso não existe. Hoje em dia, eles colocam, por exemplo, uma comorbidade. Então, ele fala, por exemplo, de uma degradação celular provocada por enzima de orgânica produzida, que enzima poderia se ter ação degradativa dentro de uma célula? Então, não é decorar, né?” alertou Evandro.
Dicas para quem vai fazer o Enem
Os professores orientaram que, nessa reta final, os alunos priorizem a resolução de questões. A recomendação é focar em ecologia, química ambiental e biotecnologia, sem deixar de relacionar os conteúdos com notícias recentes e situações do cotidiano.
“Conhecimento e empatia corre muito junto. Quanto mais você conhece alguma coisa, mais empático você é por aquilo.”, resumiu Thiago.
Prepare-se para o Enem de forma prática! Faça simulados, teste seus conhecimentos e descubra seu desempenho em tempo real. Acesse o Lá Vem o Enem e avance com confiança rumo à prova!

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