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12 de fevereiro de 2026
11:24
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NOTÍCIAS EXTRAS

A Polícia Militar do Distrito Federal vai realizar a tradicional campanha para identificação de crianças durante o carnaval deste ano na capital. A iniciativa é uma medida essencial para garantir que os pequenos não se percam dos pais ou responsáveis durante as festividades.

Os agentes vão estar em pontos estratégicos nos blocos carnavalescos destinados ao público infantil. A identificação das crianças é feita por um crachá que está disponível para impressão no portal da PMDF ou por pulseiras que podem ser retiradas nos pontos onde estarão os agentes.

O Capitão da Polícia Militar do Distrito Federal, Edimar Oliveira, orienta que logo após a chegada nos bloquinhos, os pais devem imediatamente se dirigir ao posto policial para realizar a identificação inicial da criança.

Segundo o capitão, no carnaval de 2025 foram distribuídas em média 400 pulseiras de identificação de crianças nos blocos infantis, número que a Polícia Militar vem conseguindo aumentar.

No crachá disponível no portal da PMDF, no endereço portal.pm.df.gov.br, os pais podem colocar informações como nome da criança, idade e telefone; além de contar com orientações importantes: nunca aceitar alimentos ou bebidas de pessoas desconhecidas, jamais aceitar convite de estranhos; ficar perto dos responsáveis; sempre combinar um ponto de encontro; e caso se perca dos pais, procurar um posto da PM imediatamente.

* Com supervisão de Bianca Paiva

2:14

Após uma jornada de diagnósticos complexos, febres climáticas e tratamentos experimentais, o podcast S.O.S! Terra Chamando! chega ao seu décimo terceiro e último episódio com uma mensagem de esperança equilibrada pela urgência.

A personagem Terra finalmente recebe alta da UTI, mas o “Dr. Cruz” deixa um alerta: a recuperação plena do planeta depende de um sistema vital que ainda exige cuidados intensivos — a Amazônia.

A Teia da Vida: O encontro de ciências

O grande destaque do encerramento é o reconhecimento da importância dos povos originários na manutenção do equilíbrio global. O episódio repercute um marco histórico: a publicação de um artigo na renomada revista Science escrito por pesquisadores indígenas e não indígenas.

Para a pesquisadora Carolina Levis, da Universidade de Santa Catarina (UFSC), é fundamental que a ciência ocidental aprenda com quem cuida da floresta há milênios. “Os seres só existem na relação com os outros. Valorizar essas interações sustenta a grande teia da vida que constitui o nosso planeta”, afirma.

O pesquisador indígena Justino Firmino, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), reforça que o conceito de preservação deve ser integral.

“Não basta apenas financiar projetos para manter a floresta em pé. É preciso manter os sábios em pé, as culturas em pé. A Terra é a extensão do nosso corpo”, pontua Justino.

Liderança Brasileira e a COP 30

O desfecho da série também olha para o futuro político e diplomático do Brasil. Com a aproximação da COP 30, em Belém, o país assume o papel de protagonista nas negociações climáticas mundiais. Daniel Balaban, da ONU, destaca que o momento é de ação coletiva: “Ou vamos à ação, ou sofreremos as consequências da inação”.

Moisés Savian, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, complementa que a diplomacia brasileira, baseada no diálogo, pode ser o diferencial para “amolecer o coração do mundo” e atrair investimentos para a agenda verde.

Um legado de consciência

A série encerra-se com a conclusão de que o melhor “probiótico” para o planeta é a consciência. Ao longo de 13 episódios, o podcast uniu dados técnicos, entrevistas com especialistas da Fiocruz e de outras instituições, e a sensibilidade do radioteatro para mostrar que a saúde humana e a saúde ambiental são, na verdade, uma só.

A temporada termina com a voz da poeta Cora Coralina, lembrando-nos de que a Terra é a “grande mãe universal”, e que o cuidado com ela é, em última análise, o cuidado com a nossa própria existência.

👉 Ouça agora e siga o podcast S.O.S! Terra Chamando!, no seu tocador favorito! 

💻 Em breve com interpretação em Libras no canal da Rádio Nacional no YouTube.

💬 Você pode conferir, no menu abaixo, o roteiro base do episódio, a tradução em Libras e ouvir o podcast no Spotify.

S.O.S! Terra Chamando! – Consciência e União: O Tratamento Continua

🎵 Abertura 🎵

🎵 Barulho hospital marcador de sinais vitais 🎵

Terra (Georgiana Góes): Dr. Cruz! Eu gostaria de trocar uma ideia com esse especialista milenar aí.

Dr. Cruz (Pablo Aguilar): Claro, Terra! A hora de trocarmos é agora. Está tudo interligado!

Terra: Que bom ouvir isso de você, doutor! Sei que é consenso na sua equipe.

Dr. Cruz: Consenso é que suas taxas melhoram, Terra. O tratamento está surtindo efeito.

Terra: Eu tenho me sentido vivinha da Silva!

Dr. Cruz: Sim… A consciência agiu como uma espécie de probiótico, aumentando as defesas do seu organismo e reequilibrando a microbiota, que estava bem descompensada. Mas nada… absolutamente nada, se compara à sua força e resiliência, Terra!

🎵 Sobe Som 🎵

Adrielen Alves: Forte e resiliente! A Terra sofreu, titubeou, duvidou, mas seguiu por todo o “S.O.S! Terra Chamando!” até conseguir alta da Unidade de Terapia Intensiva. A nossa personagem principal, abrilhantada pela interpretação de Kailani Vinício, chegou ao seu último episódio querendo trocar ideia, bem melhor de saúde e com muita vontade de viver! E claro, sendo grata ao Dr. Cruz, interpretado lindamente por Pablo Aguilar!

Terra: Ah, mas seria isso ou não me chamaria Terra!

Adrielen: Já a Terra, nosso planeta, embora também forte e resiliente, segue um destino um pouco menos romântico. Em movimento de rotação e translação, o “Planeta Azul” movimenta-se sob a incerteza de ações humanas em defesa da vida. Até então, seguimos, na vida real, com notícias alarmantes: as mudanças climáticas ameaçam as espécies, inclusive a humana! Biomas e patrimônios históricos podem desaparecer! 2024 ultrapassou as barreiras dos termômetros e ganhou o título de o ano mais quente da história!

Dr. Cruz: Vejo que a situação é grave! Querem marcar uma consulta?

Adrielen: Eu sou Adrielen Alves, jornalista de ciência. Este é o último episódio da primeira temporada do podcast: S.O.S! Terra Chamando! Uma parceria da Empresa Brasil de Comunicação e da Casa de Oswaldo Cruz.

🎵 Sobe Som 🎵

🎵 Canto Indígena🎵

Adrielen: Na nossa dramaturgia, a Terra recebe alta após se submeter a um tratamento que, embora pareça simples, exige esforço e persistência: a consciência. E essa estratégia inerente à natureza humana só foi adotada pelo Dr. Cruz porque ela foi citada por todos os nossos entrevistados.

Vozes dos entrevistados: “Consciência”.

Adrielen: Confesso que eu, no papel de jornalista, queria respostas mais concretas, números e dados sobre como mitigar as mudanças climáticas. Mas em tudo, o conhecimento veio antes da ação. Conhecimento para desconstruir notícias falsas, para propor ações cotidianas sustentáveis e para cobrar de nossos governantes.

Dr. Cruz : Mas gente! Veio consciência de todo lado!

Adrielen: E por último, sintetizando esse aprendizado, chegou às minhas mãos um artigo histórico. Pela primeira vez, a renomada revista Science publicou uma pesquisa de cientistas indígenas. O tema: é urgente o diálogo entre os conhecimentos ocidental e indígena pela defesa da Terra.

Desde os primeiros episódios, a Terra repete:

Terra: Está tudo interligado… 

Adrielen: A nossa Terra é sabida! Pesquisadores brasileiros propõem a conexão das ciências e a legitimidade da expertise dos povos originários como guardiões da floresta. Conversei com Carolina Levis e Justino Firmino sobre isso. Justino disse que mais importante do que manter a floresta em pé, é manter todos os seres de pé!

Justino Firmino: “O nosso sábio tem que estar em pé. Se o sábio morre, o que vamos ter? É preciso projetos para custear o sábio como um transmissor de conhecimentos. É a coletividade, o equilíbrio de conviver em diversos territórios. É necessário que todos estejam em pé: a cultura, as árvores, as serras… esses lugares têm histórias e ancestralidade. Se isso é derrubado, o ser humano e os outros seres ficam fragilizados.”

Adrielen: Para Carolina Levis, chegou a hora da interconexão de saberes. A ciência ocidental precisa entender quem cuida do planeta há pelo menos 12 mil anos.

Carolina Levis: “O pensamento indígena é muito mais preocupado em compreender a teia da vida. Os seres só existem na relação com os outros. Nós dependemos da água, da terra, dos alimentos… estamos conectados com milhares de seres que habitam o solo e a floresta. Valorizar essas interações sustenta a grande teia que constitui o nosso planeta Terra.”

Adrielen: Depois de “consciência”, a palavra da vez tem que ser “união”.

Dr. Cruz : União? Este tratamento é prescrito em quais casos?

Adrielen: Cabe em quase tudo, Dr. Cruz. Governos e lideranças mundiais estão em tratativas para aumentar o financiamento pelo planeta. Em 2025, o Brasil será a sede da COP 30, em Belém, a chamada “COP da Amazônia”. Retomo a fala de Daniel Balaban, da ONU:

Daniel Balaban: “O Brasil tem uma liderança natural no clima. Com a COP 30 em Belém, é o momento de irmos para a ação ou sofreremos as consequências da inação. O importante é que a maioria dos países se posicione fortemente. Não vamos mudar a linha por conta de percalços no caminho.”

Adrielen: Moisés Savian, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, também reforça essa missão:

Moisés Savian: “O Brasil tem que liderar pelo exemplo. Fazer aquilo que queremos que o mundo faça. Esperamos que esse clima de Brasil, essa música, essa latinidade, amoleça o ‘coraçãozinho’ do mundo. A nossa diplomacia é a do diálogo.”

Adrielen: As sementes estão sendo plantadas na nossa consciência. Para os especialistas, ainda há tempo — curto, mas há. União para ciências, humanidades, políticos e para todos nós.

Terra: “Eu sou a Terra, eu sou a vida. Do meu barro primeiro veio o homem. De mim veio a mulher e veio o amor. Veio a árvore, veio a fonte. Vem o fruto e vem a flor. Eu sou a grande mãe universal… a gleba, a gestação, eu sou o amor.” (Trechos de Cora Coralina).

Adrielen: Nos despedimos com as palavras do cientista Justino Rezende, vindas do Alto Rio Negro:

Justino Rezende: “A Terra é uma mulher. Tem corpo, sentimentos, dores e alegrias. Ela é como nosso corpo: as montanhas são as partes elevadas, as árvores são os cabelos. A Terra é a extensão do nosso corpo e nós somos a extensão da Terra. Ela nos acolhe e nos conduz pelos caminhos.”

🎵 Sobe Som 🎵 – Ambiente hospitalar.

Dr. Cruz: Está de alta para casa, Dona Terra! Seus vizinhos, Marte e Vênus, estão ansiosos pela sua presença. Em ti, tudo está harmonizado.

Terra: Harmonizado, interligado! Adoro!

Dr. Cruz: Mas não se alegre tanto. Vimos que um sistema fundamental para a sua recuperação precisa de tratamento… vamos manter contato!

Terra: Que sistema, gente?

Dr. Cruz: Ele é vital, complexo, diverso, mas muito poderoso: Amazônia!

🎵 Encerramento 🎵

Adrielen: Este é o S.O.S! Terra Chamando! O podcast sobre a saúde do planeta. Uma co-produção da Empresa Brasil de Comunicação e da Casa de Oswaldo Cruz. Eu sou Adrielen Alves, responsável pela idealização, roteiro e apresentação. A pesquisa e a produção são de Anita Lucchesi e Teresa Santos. A edição de conteúdo é da Julianne Gouveia. A revisão é da Ana Elisa Santana.

Fazem parte da Comissão Técnico-Científica: Carlos Machado de Freitas, Carlos Henrique Assunção Paiva, Diego Vaz Bevilaqua, Dilene Raimundo do Nascimento, Magali Romero Sá e Tereza Amorim Costa. Os atores são Kailani Vinício e Pablo Aguilar. Operação de áudio de Álvaro Seixas, Thiago Coelho, Reynaldo Santos, Thales Santos e Reinaldo Shiro. Edição final e sonoplastia da Pipoca Sound. Este episódio usa áudios de Justino Firmino, Carolina Levis, Daniel Balaban e Moisés Savian. Até a próxima!

🎵 Vinheta de Encerramento 🎵

Até a próxima!

🎵 Som de fita voltando 🎵

Beatriz Arcoverde: Também contribuíram na Coordenação de Processos, implementação e publicação nas plataformas: Equipe da Radioagência Nacional – EBC,  Interpretação em Libras: Equipe de tradução da EBC, na edição de vídeo para o youtube: Mateus Araújo e o responsável pela arte: Vinícios Espangeiro, do Marketing da EBC.

🎵 Vinheta de Encerramento 🎵

Em breve

 

1:26

A Marcha Global Indígena pelo Clima levou milhares de pessoas às ruas de Belém do Pará, nesta segunda-feira (17), e marcou o maior ato dos povos originários na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).

A principal mensagem do protesto foi: “Não existe justiça climática sem os povos e sem os territórios indígenas”. Com esse mote, os manifestantes saíram da Aldeia COP, que está montada no Colégio Aplicação da Universidade Federal do Pará. O local abriga cerca de 3 mil indígenas nessas duas semanas da Conferência do Clima.

Célia Alves, do povo Terena e pesquisadora da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), participou da marcha para defender a importância da educação indígena.

“Esse curso transforma nossas culturas cada vez mais. É pouco conhecido, mas que tem uma força muito grande. Educação no campo não é só nas comunidades, é também dentro das universidades. Temos que mostrar quem somos nós onde nós estivermos. O espaço na universidade tem que ser um espaço de resistência para todos nós”.

O jovem Davi Tupaiú, de 18 anos, que vive no baixo Rio Tapajós, veio a Belém protestar contra os projetos que podem afetar o rio — que já está secando com as intervenções dos não-indígenas.

“Já tem territórios no Baixo Tapajós que são invadidos por garimpeiros, madeireiros, ‘sojeiros’. Isso tá destruindo, acabando com a gente e com o rio. Hoje, o rio já está contaminado com mercúrio”.

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, também participou da marcha.


Belém (PA), 17/11/2025 - Jedenilson Alves, da etnia Borari, participa da Marcha Global dos Povos Indígenas - A Resposta Somos Nós, evento paralelo à COP30. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Belém (PA), 17/11/2025 – Jedenilson Alves, da etnia Borari, participa da Marcha Global dos Povos Indígenas – A Resposta Somos Nós, evento paralelo à COP30. – Bruno Peres/Agência Brasil

Jedenilson Alves, da etnia Borari, foi um dos indígenas que carregou um grande boneco de cobra com cerca de trinta metros de comprimento durante as mais de duas horas de caminhada.

“Para mostrar que a gente está aqui e defendemos a floresta. E cobramos para que os financiamentos cheguem direto para as aldeias”.

Centenas de pessoas da etnia Yukpa, da Venezuela, se despediram de Belém nesta segunda-feira, levando para casa a experiência da luta indígena latino-americana e mundial.

2:29

BRASÍLIA – Três dias após anunciar o plano de concorrer à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu lideranças do Centrão e da direita em sua casa para pedir apoio à sua pré-candidatura. O encontro terminou sem uma definição.

Os presidentes do União Brasil, Antônio Rueda, e do Progressistas, Ciro Nogueira, passaram quase três horas na mansão de Flávio, em Brasília, com o presidente do PL e o secretário-geral do partido, o senador Rogério Marinho (RN).

O senador  Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de reunião partidos do Centrão
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de reunião partidos do Centrão

Rueda e Ciro se comprometeram a levar a questão a seus partidos, segundo Marinho disse à imprensa na saída do encontro.

Marinho disse que as conversas sobre uma aliança para derrotar o PT em 2026 começaram a partir do desembarque do União e do PP do governo Lula, meses atrás, e que são retomadas a partir da pré-candidatura de Flávio.

“Era natural que o senador Flávio expusesse (aos convidados) a sua candidatura, por que ela aconteceu, em que circunstâncias ela foi colocada a público, e o pedido natural de apoio para que pudéssemos convergir numa candidatura com o maior número de parlamentares e candidatos ao governo, e tivesse capilaridade em todo o Brasil”, declarou o senador.

Marinho afirmou que uma definição dos partidos aliados não deve sair tão cedo, e cutucou o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, que foi convidado ao encontro, ao dizer que ele deve ter tido outro compromisso “mais importante” para tratar.

Entre os obstáculos para a adesão do União à candidatura de Flávio está o fato de que a sigla já lançou o seu nome à disputa, a do governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

A reunião ocorre ao fim de três dias de vai-e-vém no discurso de Flávio desde o anúncio de sua candidatura, na sexta-feira, 5. Naquele dia, disse ter sido escolhido para dar continuidade ao projeto do pai, sem citar a Presidência da República.

O anúncio caiu mal no mercado, que amargou um dia de recuo na Bolsa, e entre líderes do Centrão, que veem maior viabilidade eleitoral numa eventual candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo.

O descrédito sobre a disposição presidencial de Flávio cresceu no domingo pela manhã, quando ele disse à imprensa, após um culto numa igreja evangélica de Brasília — como num pontapé de campanha eleitoral —, que tinha um “preço” para desistir da empreitada.

A declaração deu ares de blefe ao anúncio de Flávio, e o senador teve de voltar aos holofotes para dizer que a candidatura seguiria firme até o fim, e que ele desistiria se fosse para dar lugar ao pai, que não poderá concorrer por estar preso.

Nesta segunda-feira, lideranças da direita se manifestaram com alguma demora sobre os planos de Flávio. Tarcísio afirmou que a pré-candidatura de Flávio pode contar com seu apoio. Mas disse que o tempo dirá se essa foi a melhor opção.

“Ele (Flávio) esteve comigo na sexta-feira passada. Nós conversamos e o presidente Bolsonaro, que é uma pessoa que eu respeito muito, e sempre disse que eu sou leal a Bolsonaro, é inegociável. E ele me disse a escolha que Bolsonaro fez pelo nome”, disse Tarcísio.

“Flávio vai contar com a gente. Ele tem uma grande responsabilidade a partir de agora. Ele se junta a outros grandes nomes da oposição que já colocaram seus nomes, como Romeu Zema, Ronaldo Caiado. Podemos ter outros nomes, como o Ratinho Júnior. Todos extremamente qualificados”, afirmou.

Já o senador Ciro Nogueira deixou clara sua posição. Disse que “política não se faz só com amizades” e que é necessário haver uma conversa entre os partidos do centro e da direita para que a escolha não seja feita só pelo PL.

“O senador Flávio é um dos melhores amigos que tenho na minha vida pública. Se eu tivesse que escolher pessoalmente um candidato para suceder Bolsonaro, não tenho a menor dúvida de que seria Flávio, pela minha relação com ele. Só que política não se faz só com amizades, se faz com pesquisas, com viabilidade, ouvindo os partidos aliados. Isso não pode ser só uma decisão do PL, precisa ser uma decisão construída”, disse Ciro a jornalistas no Paraná.

Ciro Nogueira reafirmou que nomes como o dos governadores de São Paulo e do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), poderiam unificar os campos do centro e da direita, mas admitiu que as possibilidades podem mudar e que pode ser “convencido”: “Já tinha externado anteriormente: os dois candidatos que poderiam unificar essa chapa eram os nomes do governador Tarcísio, que era o mais forte, ou do governador Ratinho, mas a política é como nuvem”.


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O Ministério da Saúde emitiu uma nota oficial nesta terça-feira (23) para reforçar que o paracetamol, um fármaco de propriedades analgésica e antipirética (redução da febre), é seguro, eficaz e não está relacionado a ocorrência de autismo. A manifestação ocorre um dia depois de o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ter feito essa correlação, sem apresentar provas, em uma declaração à imprensa.

A desinformação disseminada por Trump também foi negada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelas agências de saúde da União Europeia e do Reino Unido.

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“A saúde não pode ser alvo de atos irresponsáveis. A atuação de lideranças políticas na criação de informações deturpadas pode gerar consequências desastrosas para a saúde pública, como vimos na pandemia de Covid-19, com mais de 700 mil vidas perdidas no Brasil”, disse o Ministério da Saúde, em nota.

“O anúncio de que autismo é causado pelo uso de paracetamol na gestação pode causar pânico e prejuízo para a saúde de mães e filhos, inclusive com a recusa de tratamento em casos de febre e dor, além do desrespeito às pessoas que vivem com Transtorno do Espectro Autista e suas famílias”, 

De acordo com o Ministério da Saúde, “o transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades”.

Na nota, a pasta diz que busca reverter os prejuízos causados pelo negacionismo no Brasil, “que impactou na adesão da população às vacinas em um país que já foi referência mundial neste tema”.

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