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25 de abril de 2026
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Milton Hatoum toma posse na ABL

Escritor Milton Hatoum discursa em sua posse na ABL Reprodução O escritor Milton Hatoum tomou posse na Academia Brasileira de Letras (ABL) nesta sexta-feira (24),

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Candidato alega que aprovado em vaga para negros e pardos não possui traços fenotípicos exigidos pelo edital e aponta outras inconsistências no certame, que também é alvo de ação judicial

O concurso público para o cargo de Procurador do Município de Santarém, no oeste do Pará, está sob nova polêmica. Uma denúncia formal foi protocolada na 9ª Promotoria de Justiça de Santarém e se tornou Inquérito Civil, apontando suposta fraude no sistema de cotas raciais e uma série de outras irregularidades que, segundo o denunciante, comprometem a lisura do processo seletivo organizado pelo Instituto Vicente Nelson.

A representação foi feita pelo advogado Othon Augusto de Oliveira Vinholte (foto), que também participou do concurso.

O ponto central da nova denúncia, no entanto, é o resultado do procedimento de heteroidentificação, etapa destinada a confirmar a autodeclaração de candidatos negros e pardos. Segundo Vinholte, o candidato aprovado para o cargo de Procurador Municipal – César Pereira da Costa Filho – foi aceito nas vagas reservadas a negros e pardos, embora, de acordo com as fotos anexadas ao processo, “não preencham as características físicas de candidatos negros ou pardos”.

Para o denunciante, essas irregularidades seriam parte de uma manobra para esvaziar o quadro de aprovados no concurso. A petição sugere que o objetivo do Município seria “o escoamento de tais cargos justamente para fomentar o grupo político de advogados em cargos comissionados”, em detrimento dos candidatos aprovados de forma regular.
No requerimento final, Vinholte pede ao Ministério Público do Pará (MPPA) que tome “as providências cabíveis para averiguação tanto da ausência de transparência e possível fraude no tocante ao exame de heteroidentificação, bem como pelo fato de que o concurso público, de modo geral, não foi feito de forma correta”.
O advogado alega que a fase de heteroidentificação foi realizada pela própria Prefeitura Municipal de Santarém e não por banca imparcial.

O edital do concurso, em conformidade com a legislação federal (Lei nº 12.990/2014), estabelece que, para concorrer às vagas reservadas, o candidato deve não apenas se autodeclarar preto ou pardo, mas também “possuir traços fenotípicos que a caracterizem como de cor preta ou parda”. A denúncia sustenta que a comissão de heteroidentificação, de responsabilidade do próprio Município de Santarém, teria ignorado esse critério essencial.

Com relação ao processo judicial, também ingressado pelo advogado, este afirma que o certame apresentou, desde o início, um “estranho afunilamento”, reduzindo uma lista de 60 classificados para apenas 9 aprovados na etapa final, o que já motivou a ação judicial que tramita no Tribunal de Justiça do Pará.

Alega ainda que a banca se omitiu quanto à comunicação da presença de Comissão de Concurso representado a OAB, uma vez que a participação da Entidade é de cunho essencial, pois não houve o acompanhamento formal de advogados nas etapas do certame. A Entidade ainda não foi intimada.

A reportagem não conseguiu contato com os citados. O espaço segue aberto para as manifestações.

O Impacto

O post Advogado denuncia supostas irregularidades em Concurso para Procurador do Município de Santarém apareceu primeiro em Jornal O Impacto.

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Mais de 10,3 mil atletas brasileiros serão contemplados com o Bolsa Atleta em 2026. Os nomes foram publicados nesta sexta-feira (27) em portaria do Ministério do Esporte, no Diário Oficial da União. Veja aqui a lista completa.

A Portaria n°19 se refere ao Edital nº 1, de 15 de janeiro de 2026.

Notícias relacionadas:

O programa federal de patrocínio individual beneficia atletas que obtêm bons resultados em competições nacionais e internacionais reconhecidas pelo Ministério do Esporte.

São contempladas as modalidades dos programas Olímpico, Paralímpico e Surdolímpico, referente aos eventos ocorridos em 2025 e aprovados no âmbito do Programa Bolsa Atleta.

  • 463 habilitados na categoria Atleta Olímpico/Paralímpico/Surdolímpico: R$ 3.437;
  • 1.668 atletas na categoria Atleta Internacional: R$ 2.051;
  • 7.058 atletas na categoria Atleta Nacional: R$ 1.025;
  • 518 atletas na categoria Atleta Base: R$ 410; 
  • 678 atletas na categoria Atleta Estudantil: R$ 410.

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De acordo com o texto, os atletas contemplados deverão assinar e encaminhar o Termo de Adesão ao programa.

O edital prevê ainda prazo para recurso, de até 10 dias corridos, após a publicação da portaria.

A lista com recursos deferidos deverá ser divulgada entre 20 e 24 de abril.

Mais informações, modelos de documentos e orientações estão disponíveis na página do Bolsa Atleta.


Logo Agência Brasil

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou sessões extra da Primeira Turma da Corte, na próxima quinta-feira (11), para o julgamento do núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados.

A decisão de Zanin, que é presidente do colegiado, foi tomada após o relator da ação penal, Alexandre de Moraes, solicitar o agendamento de mais uma sessão para julgamento do caso. Já estavam agendadas sessões para os dias 9, 10 e 12 de setembro. 

Notícias relacionadas:

O julgamento começou nesta semana, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e dos demais acusados, além da manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, favorável à condenação de todos os réus.

A partir de terça-feira (9), colegiado vai iniciar a votação que pode condenar Bolsonaro e os demais acusados a mais de 30 anos de prisão.

Com a decisão de Zanin, o julgamento terá mais quatro dias. Em três deles, serão realizadas sessões pela manhã e à tarde. Para viabilizar a sessão dupla na próxima quinta-feira, o STF cancelou a sessão do plenário que seria realizada às 14h. 

Agenda de sessões:

Dia 9 – às 9h e às 14h;
Dia 10 – às 9h;
Dia 11 – às 9h e às 14h; 
Dia 12 – às 9h e às 14h;

Acusações 

Pesam contra os acusados a suposta participação na elaboração do plano Punhal Verde e Amarelo, com planejamento voltado ao sequestro ou homicídio do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente, Geraldo Alckmin.

Também consta na denúncia da PGR a produção da chamada “minuta do golpe”, documento que seria de conhecimento de Jair Bolsonaro e serviria para a decretação de medidas de estado de defesa e de sítio no país para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Lula.

A denúncia também cita o suposto envolvimento dos acusados com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. 

Crimes

Os acusados respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Em caso de condenação, as penas podem chegar a 30 anos de prisão. 

A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A regra está prevista na Constituição. 

A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. 

Quem são os réus  

Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;

Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);

Almir Garnier- ex-comandante da Marinha;

Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;

Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);

Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa;

Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;

Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.


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O risco de um bebê morrer durante a gestação ou parto é até 68% maior em municípios com situação socioeconômica mais vulnerável. 

Os dados são de uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em conjunto com a London School of Hygiene and Tropical Medicine, Universidade de São Paulo (USP) e Western University, no Canadá.

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Além disso, os pesquisadores verificaram que ao longo de 18 anos, a taxa de natimortalidade ficou relativamente estável nas cidades com maior vulnerabilidade, apesar de ter caído naquelas com melhores condições.

O estudo analisou nascimentos no Brasil entre 2000 e 2018, com base em registros oficiais do Ministério da Saúde e relacionou ao Índice Brasileiro de Privação – que classifica os municípios em níveis de privação, considerando renda, escolaridade e condições de moradia.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Conforme artigo publicado na revista BMC Pregnancy and Childbirth, o objetivo foi verificar se o declínio nacional no risco de natimortalidade foi semelhante entre os municípios com diferentes níveis de privação para “identificar áreas que necessitam de maior apoio e desenvolver estratégias específicas para diminuir a natimortalidade nessas regiões mais afetadas”.

Dados anteriores já mostravam que a taxa de natimortalidade, no Brasil, caiu 30,7% em 2019, na comparação com o ano 2000, passando de 10,1 a cada 1 mil nascimentos para 7, mas nenhum estudo tinha investigado de forma abrangente as diferenças internas, a nível municipal.

“Agora, as evidências mostram claramente que essa diferença existe e tem impacto real nas taxas de natimortalidade”, enfatiza a pesquisadora do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fiocruz Bahia, Enny Paixão.

Em 2018, último ano com dados incluídos na análise, o Brasil registrou 28,6 casos de fetos que morreram após a 20ª semana de gestação, ou bebês que faleceram durante o parto.

Isso equivale a uma taxa de 9,6 natimortos a cada mil nascimentos. Mas essa mesma taxa cai para 7,5 nos municípios com melhores condições socioeconômicas e sobe para 11,8 nas cidades com maior nível de privação.

Os pesquisadores acreditam que melhorias gerais nas políticas de saúde e em outras áreas como educação e saneamento básico podem explicar a diminuição da taxa média do país.

“Não está claro por que essas intervenções foram relativamente menos eficazes (…) nos municípios mais carentes”, diz Enny.

Uma das hipóteses é que esses municípios concentram maior proporção de populações rurais vivendo em áreas remotas, que precisam percorrer grandes distância para acessar serviços de saúde, especialmente os de maior complexidade.  

A pesquisadora Enny Paixão reforça a contribuição de problemas característicos da desigualdade, “incluindo falta de serviços ou dificuldade de acesso e baixa qualidade dos serviços de saúde disponíveis nessas áreas, o que pode fazer com que a atenção pré-natal e durante o parto não seja ideal”.

A pesquisadora também pontua que investigar a natimortalidade entre municípios segundo o nível de privação “é fundamental” para identificar áreas que demandam melhorias no acesso e na qualidade da atenção perinatal.

 

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