Fonte de dados meteorológicos: wetterlang.de
Artistas chegam para homenagens do Globo de Ouro a brasileiros no Copacabana Palace
Benedita da Silva e Antônio Pitanga no evento do Golden...
Alice Caymmi expande a roda do avô Dorival ao ir além do samba em álbum somente com músicas do compositor
Alice Caymmi lança o álbum 'Caymmi' no início de abril...
Vanessa Moreno decifra ‘Esfinge’ de Djavan no álbum que lança no segundo semestre com canções do compositor
Vanessa Moreno lança no segundo semestre álbum originado do show...
‘O agente secreto’: onde ver o filme estrelado por Wagner Moura
Assista ao trailer de 'O Agente Secreto' "O agente secreto",...
Megaoperação nacional mira o Comando Vermelho e o PCC em 15 estados
Uma megaoperação realizada nesta quarta-feira (18/3) mobiliza forças de segurança...
Polícia investiga tentativa de ataque a secretário municipal do Rio
O secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor do...
18 de março de 2026
18:22
nove-dicas-sobre-como-lidar-com-a-ansiedade

As principais notícias estão Aqui. No Portal Amazônia News!

RELEVANTES

Nove dicas sobre como lidar com a ansiedade

nove-dicas-sobre-como-lidar-com-a-ansiedade

Zema critica STF e diz que ‘é como se nós tivéssemos um papa pedófilo’

zema-critica-stf-e-diz-que-‘e-como-se-nos-tivessemos-um-papa-pedofilo’

‘Só a lei não vai resolver’, diz Lula após assinar decreto que regulamenta o ECA Digital

‘so-a-lei-nao-vai-resolver’,-diz-lula-apos-assinar-decreto-que-regulamenta-o-eca-digital

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Veja também

Wellhub movimenta R$ 13,2 bilhões na economia brasileira, diz estudo
A plataforma Wellhub movimentou R$ 13,2 bilhões na economia brasileira...
Wagner Moura perde prêmio de Melhor Atuação no Gotham Awards
O ator Wagner Moura, 49, perdeu na categoria de Melhor...
Voluntárias ingressam no serviço militar inicial feminino
Após passarem pelo processo de recrutamento, mulheres ingressam pela primeira...
Volta a chover em São Paulo e número de pessoas sem luz aumenta
A região metropolitana de São Paulo registrou chuvas e ventania...
Volkswagen T-Cross é o SUV mais vendido de 2025; confira o top 20
O ano de 2025 encerrou com alta nos emplacamentos de...

NOTÍCIAS EXTRAS

Os primeiros dias de janeiro devem ser marcados por chuvas fortes e temporais em diversas regiões de São Paulo. A informação é da Defesa Civil estadual. 

A passagem de uma frente fria pela costa do estado deve intensificar a instabilidade e elevar o risco para chuva forte em São Paulo nesta primeira semana de Ano Novo. Além disso, o avanço dessa frente fria vai contribuir para uma redução gradual das temperaturas e para enfraquecimento do calor intenso que foi observado nos últimos dias.

Neste primeiro dia do ano, a expectativa é de que o sol apareça entre nuvens, com previsão de pancadas de chuvas a partir da tarde, que podem ser de moderadas a fortes.

Até o dia 4 a janeiro, a previsão é de que o acumulado de chuva seja significativo, principalmente nas regiões do Vale do Ribeira, de Sorocaba, de Campinas, da Baixada Santista e do Litoral Norte. Também deve chover muito na região metropolitana de São Paulo, no Vale do Paraíba e na região da Serra da Mantiqueira.

Por isso, a Defesa Civil montou um gabinete de crise para coordenar as ações de prevenção e de atendimento dos municípios paulistas. 

*Com informações da Agência Brasil

1:31


Assim que começa “Sonhos de Trem”, filme que já está disponível na Netflix desde 21 de novembro e chegou a ser exibido em alguns cinemas (para se tornar elegível para o Oscar), o seu ponto forte já fica claro logo na sua primeira cena: cada imagem é de uma beleza incrível e hipnótica que não dá para resistir. Dá para tirar um quadro do longa, pedir para emoldurar e colocar na parede da sala de estar ou num quarto que vai ficar ótimo.
O filme deslumbra do primeiro ao último fotograma, com belíssimos enquadramentos, ótimo uso de cores e uma iluminação utilizada sempre na intensidade adequada que as cenas exigem. Só que tanta beleza não é suficiente para esconder o fato de que o longa traz uma história que, apesar de interessante, é contada da maneira mais convencional possível.
Ambientada no ínicio do século 20, a trama é centrada em Robert Grainier (Joel Edgerton), um lenhador cuja vida se resume a trabalhar cortando árvores em diversas florestas, além de ajudar na construção de pontes para ferrovias. Até que, um dia, conhece Gladys Olding (Felicity Jones) e se apaixona por ela. Os dois se casam, têm uma filha e constroem uma casa à beira de um rio.
Assista ao trailer do filme “Sonhos de Trem”
Granier continua sua vida de lenhador e, volta e meia, deixa sua família para realizar seu ofício em outras regiões bem distantes de casa. Só que, devido a duas experiências inesperadas e traumáticas, Robert tem sua rotina alterada e passa a questionar a razão de sua existência
Conexão com a natureza
“Sonhos de Trem” adota uma condução mais cadenciada para fazer o espectador refletir sobre a relação entre o homem e a natureza. Por isso, o diretor Clint Bentley, roteirista de “Sing Sing”, se vale de takes mais lentos, onde a câmera se move mais devagar diante de seu elenco ou das belas locações que surgem no filme para causar uma maior contemplação do espectador diante de suas imagens.
O efeito lembra um pouco o cinema de Terrence Malick, de filmes como “A Árvore da Vida” ou “Além da Linha Vermelha”, que também busca discutir essa reflexão. Claro que há um abismo bem grande entre Bentley e Mallick em termos de talento. Mas, mesmo assim, o resultado é bem eficiente. Especialmente para quem gosta de pensar sobre o que fazemos enquanto estamos nesse mundo.
Gladys (Felicity Jones) e Robert (Joel Edgerton) passeiam com a filha numa das cenas de ‘Sonhos de Trem’
Divulgação
Tanto que Bentley, também autor do roteiro ao lado de Greg Kwedar (diretor de “Sing Sing”), discute como a natureza é explorada de forma predatória através de um personagem que trabalha ao lado do protagonista e demonstra não se importar em cortar árvores porque acredita que elas vão crescer novamente e renovar as que são derrubadas. A discussão é vista de maneira discreta na trama, porém revela o cuidado que o diretor-roteirista tem com assuntos como meio ambiente.
Outro ponto curioso é como o filme (adaptado de um livro do mesmo nome, escrito por Denis Johnson) mostra situações e eventos históricos do início do século 20 através do personagem vivido por Edgerton. Assim, as duas grandes guerras mundiais e a ida do homem ao espaço, por exemplo, são reveladas pelo olhar do protagonista, que tenta compreender as mudanças que estão acontecendo ao seu redor, ainda que de forma mais distanciada por sentir que não faz parte daquele universo.
Tudo isso é fortalecido pelo ótimo trabalho do diretor de fotografia, o brasileiro Adolpho Veloso. Ele cria imagens incríveis que, quando o espectador acha que certa cena é a mais bela do filme, Veloso surpreende e cria uma ainda mais bonita mais adiante na trama. Até uma sequência que resulta na morte de um dos personagens tem tanta beleza que é impossível não ficar impressionado com o que obteve nessa produção. Não é à toa que ele foi indicado ao Oscar 2026 de Melhor Fotografia. Se vencer, além de justa, será a primeira vez que um brasileiro ganha nessa categoria.
Só que, mesmo com tanta beleza, o filme falha em cativar além da parte técnica/estética. A direção e o roteiro não conseguem sair do lugar comum e as situações mostradas no longa são interessantes, porém pouco empolgam. Apenas imagens estonteantes não são o suficiente para construir uma boa obra cinematográfica. E seus realizadores pareceram não compreender isso.
Robert (Joel Edgerton) e Gladys (Felicity Jones) num momento romântico de ‘Sonhos de Trem’
Divulgação
Força do elenco
Pelo menos, “Sonhos de Trem” também chama a atenção pela reunião de ótimos atores e atrizes em seu elenco. O principal destaque é mesmo Joel Edgerton como o introvertido Robert Granier. O ator-diretor sabe como dar o tom certo para o homem rústico que se retrai em relação aos outros que passam por sua vida, mas que revela suas emoções apenas à mulher que ama e sua filha.
Edgerton sabe como construir personagens com esse perfil e já teve atuações até melhores, como em “Loving: Uma História de Amor” (2016). Mas ainda assim, ele dá conta do recado e consegue manter o espectador focado em seu desempenho.
Menos sorte teve Felicity Jones, que pouco tem a oferecer como Gladys. Embora convença como a esposa apaixonada pelo protagonista, a atriz fica praticamente presa num papel onde quase nada de excepcional acontece com ela. Pelo menos ela demonstra uma boa química com Edgerton.
William H. Macy vive um lenhador veterano no filme ‘Sonhos de Trem’
Divulgação
Quem aproveita bem o pouco tempo de tela que tem é Wiliam H. Macy. O ator de filmes como “Fargo”, “Magnólia” e “O Sobrevivente” tem alguns dos melhores momentos do filme como Arn Peeples, um veterano lenhador que se destaca pelo seu mau humor e por seus pensamentos a respeito do cuidado com a natureza. Suas cenas só comprovam ainda mais seu talento que vem mostrando ao longo dos anos.
Além de Macy, o filme também conta com a pequena, mas importante participação de Kerry Condon (“F1: O Filme”) como uma guarda florestal que se torna confidente do personagem de Edgerton.
Indicado a quatro Oscars (Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Canção Original e Melhor Fotografia – já citada anteriormente), “Sonhos de Trem” realmente arrebata com a força e a beleza de suas imagens. Só precisava ter um pouco mais de potência para se tornar mais relevante.
De qualquer forma, é uma produção sensível que pode deixar o espectador emocionado com o espetáculo visual que aparece na tela e com a mensagem de que a vida é como um trem. E que é preciso saber como apreciar a sua viagem antes do ponto de chegada.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) cria polêmica desde sempre, seja pela sua imensidão inerente a um vestibular para milhões em um País desse tamanho, seja pelo seu rigor técnico, porém incompreensível para a maioria. Desde 2009, o Ministério da Educação (MEC) tenta explicar, mas não é nada óbvio para a sociedade que dois candidatos possam ter notas diferentes com a mesma quantidade de acertos.

Isso acontece porque o Enem usa a tal Teoria de Resposta ao Item (TRI) que consegue discriminar com muito mais precisão a diferença de desempenho, em especial para cursos concorridos como Medicina. A TRI dá ou tira pontos dos alunos conforme seu padrão de acertos; por exemplo, o candidato que acertou uma questão tida como difícil, mas errou a fácil, não terá uma nota tão boa. Ele é penalizado porque a metodologia entende que ele acertou a mais difícil ao acaso ou com um chute.

Para que essa informação exista, as questões devem estar ordenadas numa régua de dificuldade. O pré-teste, que está no centro da polêmica do suposto vazamento do Enem deste ano, é uma maneira de criar esses parâmetros. Ou seja, as questões são aplicadas previamente a um grupo com perfil semelhante e o resultado desses alunos serve como referência.

Estudante se prepara para fazer o Enem 2025 em São Paulo.
Estudante se prepara para fazer o Enem 2025 em São Paulo.

E são questões idênticas, sem mudar uma vírgula, para que se entenda exatamente o desempenho com determinado enunciado ou resposta. Mais uma coisa que pouca gente consegue entender – é só ver o inconformismo nas redes sociais a semana toda porque Edcley Teixeira afirmou que decorou algumas questões ao perceber que o exame da Capes era um pré-teste do Enem.

Além disso, como são testadas questões de vários anos ao mesmo tempo, é possível fazer com que todas as edições do Enem sejam comparáveis, com o mesmo nível de dificuldade. No entanto, o tempo tem mostrado que pré-testes são arriscados demais para um exame com o valor do Enem. Não que possa ser considerado um vazamento o fato de algumas questões fazerem parte de uma live (no meio de outras 90, destacadas com a mesma ênfase) ou estar em apostilas com outras centenas que não caíram na prova.

Mesmo assim, está em jogo a realização de um dos maiores sonhos da juventude brasileira, uma vaga na universidade pública. Muitas delas, em faculdades de Medicina, cuja mensalidade média na rede privada é de R$ 10 mil. Uma prova, uma nota, e você está dentro ou fora. Tem sempre alguém disposto a ganhar dinheiro explorando o sonho dos outros. Ainda mais quando são 5 milhões de sonhadores.

Em 2009, quando o Enem virou um vestibular, a preocupação maior era alguém sair da gráfica que imprimia o exame levando o caderno de questões na cueca – o que, de fato, incrivelmente aconteceu e foi denunciado pelo Estadão, cancelando a prova. Os anos foram passando e mesmo com a logística de segurança cada vez mais reforçada pelo Inep, realizaram-se inúmeros pré-testes, as informações sobre eles apareceram em livros, em documentos na internet, o acesso à informação aumentou com as novas tecnologias. Quantos outros Edcley Teixeira não acabaram descobrindo o caminho das pedras?

O que especialistas como o professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais Francisco Soares defendem é: não é preciso fazer pré-teste para manter o rigor da discriminação na seleção do Enem. Essa calibração da TRI pode ser feita depois da prova, analisando o resultado dos candidatos daquele ano. Modelos de inteligência artificial também já começam a ser usados no mundo para fazer esse serviço, como no SAT, dos Estados Unidos. Claro, esse investimento não seria rápido nem barato.

Segundo o Estadão apurou, essas possibilidades já vinham sendo discutidas no Inep e um pré-teste que seria em dezembro já foi suspenso, mas esses debates precisam ser intensificados agora. Sem pré-teste, fica mais difícil comparar os exames de cada ano e reaplicar a prova quando houver catástrofes, como a que ocorreu no Paraná. E não seria mais possível usar nota de um Enem anterior para competir pela vaga em outros anos. Mas é um preço justo a se pagar se o exame ainda quer continuar a carregar o rótulo de ter democratizado a seleção do ensino superior no País.


Logo Agência Brasil

O esporte paralímpico do Brasil viveu, neste domingo (5), um dia histórico. O país encerrou, pela primeira vez, o Campeonato Mundial de Atletismo na ponta do quadro de medalhas. A campanha verde e amarela em Nova Déli, na Índia, chegou ao fim com 44 pódios, sendo 15 ouros (dois a mais que a China, segunda colocada geral), 20 pratas e nove bronzes.

Para ter dimensão do feito brasileiro, esta é somente a segunda vez que a China não fica no topo do quadro de medalhas do Mundial de Atletismo Paralímpico. A última ocasião foi há 12 anos, quando a Rússia ficou em primeiro na edição de Lyon, na França.

Notícias relacionadas:

O Brasil vinha batendo na trave nas últimas três edições, ficando em segundo lugar no quadro. Em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, há seis anos, foram 39 medalhas e 14 ouros, contra 59 pódios (25 no topo) da China. No Mundial de 2023, disputado em Paris, na França, os brasileiros conquistaram 47 medalhas e repetiram os 14 ouros, ficando a dois dos chineses. Já no do ano passado, em Kobe, no Japão, apesar do recorde de 19 láureas douradas (42 pódios no total), a delegação sul-americana ficou bem distante dos chineses (87 medalhas, 33 ouros).

O domingo começou dourado para o Brasil graças a Zileide Cassiano, que conquistou ouro no salto em distância da classe T20 (deficiência intelectual). A campeã repetiu o resultado do Mundial de Kobe e retomou o posto de protagonista da prova, superando Karolina Kucharczyk, ouro na Paralimpíada de Paris – a polonesa, desta vez, foi bronze.

O segundo topo de pódio do Brasil no dia veio acompanhado de uma marca histórica de Jerusa Geber. Ao vencer os 200 metros da classe T11 (cego total), a velocista chegou à 13ª medalha dela em Mundiais, isolando-se como brasileira mais laureada no evento, superando outro ícone do atletismo paralímpico do país, Terezinha Guilhermina. Na mesma prova, Thalita Simplício foi bronze.

“Dois objetivos concluídos com sucesso: o tetra nos 100 metros e sair daqui como a atleta com maior número de medalhas em Mundiais. Cheguei e estou saindo sem dor, sem lesão. É claro que quero [ir para a Paralimpíada de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2028]. Quero o penta, [depois] o hexa [nos Mundiais], quero tudo. Até onde aguentar, eu quero ir”, disse Jerusa, de 43 anos, em depoimento ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Nos 200 metros da classe T2 (baixa visão), Clara Daniele, estreante em Mundiais, inicialmente foi prata. No entanto, o CPB entrou com protesto contra a venezuelana Alejandra Lopez, ganhadora da prova, alegando que o atleta-guia a teria puxado antes de cruzar a linha de chegada – o que é proibido. A arbitragem acatou a reclamação do Brasil, e Clara herdou o ouro, terceiro do país no dia.

O Brasil ainda obteve mais duas medalhas no último dia em Nova Déli. Nos 200 metros da classe T47 (amputação em um dos braços, abaixo ou ao nível do cotovelo ou punho), Maria Clara Augusto foi prata e chegou ao terceiro pódio dela na Índia, um recorde entre os brasileiros neste Mundial. Já no arremesso de peso para atletas com deficiência de membros inferiores, que reuniu as classes F42 (sem prótese) e F63 (com prótese), Edenilson Floriani levou o bronze e quebrou seu próprio recorde das Américas.

Também neste domingo, Thiago Paulino teve confirmada a medalha de prata do arremesso de peso da classe F57 (atletas com deficiência de membro inferior, que competem sentados), disputada no sábado (4). O brasileiro teve a tentativa que lhe garantiu o pódio considerada irregular por um dos adversários, o finlandês Teijo Koopikka. Após protesto do CPB, o resultado foi mantido.


Segundo Oswaldo Parré, presidente do Patagonia, o…

Outras Postagens

Megaoperação nacional mira o Comando Vermelho e o PCC em 15 estados

megaoperacao-nacional-mira-o-comando-vermelho-e-o-pcc-em-15-estados

Polícia investiga tentativa de ataque a secretário municipal do Rio

policia-investiga-tentativa-de-ataque-a-secretario-municipal-do-rio

Operação mira compra de celulares roubados para invadir apps de banco

operacao-mira-compra-de-celulares-roubados-para-invadir-apps-de-banco
Rolar para cima