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NOTÍCIAS EXTRAS

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta quinta-feira um aumento no salário mínimo integral do país, composto por salário e bônus, para US$ 240 por mês, cerca de R$ 1.200.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/venezuela-aumenta-salario-minimo-para-r-1-200/


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se nesta segunda-feira (15) com executivos da empresa 99, dona de aplicativo de transporte de mesmo nome. 

A empresa anunciou investimento de R$ 2 bilhões na 99Food, delivery de comida, até junho de 2026.

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A meta é oferecer o serviço em 15 cidades até o fim deste ano, e em mais 20 cidades, até janeiro de 2026. Atualmente, as operações estão restritas a Goiânia e São Paulo.

O fundador e CEO da DiDi, Will Cheng (foto), destacou que “esse investimento adicional reforça o papel central do Brasil na estratégia global da DiDi [proprietária chinesa do aplicativo 99]”.

“Poucos mercados combinam escala, inovação e oportunidade como o brasileiro. Estamos confiantes de que a 99Food pode se tornar uma plataforma capaz de transformar a experiência de delivery. Ao dobrar nosso compromisso, não estamos apenas investindo em crescimento, mas em construir um ecossistema mais justo e inclusivo para milhões de brasileiros”, afirmou.

De acordo com o diretor-geral da 99 no Brasil, Simeng Wang, parte do investimento, equivalente a R$ 50 milhões, será usado para criação de pontos de apoio aos entregadores, com local de descanso, banheiro e oferta de água.

O pacote da empresa ainda prevê R$ 6 bilhões de acesso a benefícios aos entregadores do Brasil, como crédito para compra e aluguel de motos e bicicletas elétricas.

* Com informações da Presidência da República


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (29), em evento em Sergipe, “sonhar” em reverter a privatização de empresas como a Eletrobras e a BR Distribuidora. 

Em tom crítico aos processos de venda de estatais durante governos anteriores, afirmou que as privatizações ocorrem quando há “falta de competência” por parte dos gestores para administrar empresas públicas e para lidar com seus trabalhadores.

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O presidente visitou a Fafen-SE, em Pedra Branca, no município de Laranjeiras. A unidade terá suas operações reativadas para a produção de fertilizantes.

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Em discurso, Lula disse que ainda considera a possibilidade de retomar o controle estatal de empresas estratégicas. Ele, no entanto, lamentou alguns obstáculos legais e financeiros que foram colocados para essa recompra.

“É importante vocês saberem que eu ainda sonho em trazer a Eletrobras de volta, para ser uma empresa pública neste país. A privatização foi tão canalha que disseram que será três vezes mais caro para o governo comprar”, disse.

“É como a BR [Distribuidora], que ainda usa o nome da Petrobras. Se a gente quiser comprar de volta, só será [possível] em 2029”, acrescentou ao classificar como sórdida a forma como foi feita a venda dessas empresas.

O presidente associou a decisão de privatizar empresas públicas à incapacidade de gestão daqueles que são indicados para administrá-las.

“Tem gente que acha que é só vender. É gente que não tem competência. Eles desmontam a coisa pública para entregar de graça, por não saberem administrar nem lidar com o trabalhador”, argumentou.


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Com direito a três ouros, o Brasil somou, nesta terça-feira (30), mais 14 medalhas no Mundial de atletismo em Nova Déli (Índia). Com isso, a delegação brasileira permanece na liderança do quadro de medalhas da competição, com o total de 27 pódios (sete ouros, 14 pratas e seis bronzes).

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Os destaques desta terça foram as primeiras colocações de Ricardo Mendonça e de Yeltsin Jacques. Com o tempo de 22s77, o fluminense Ricardo Mendonça foi o primeiro colocado nos 200 metros T37 (paralisados cerebrais). Na mesma prova, a prata ficou com o maranhense Bartolomeu Chaves.

Outra dobradinha do Brasil nesta terça saiu na prova dos 1.500 metros T11 (deficiência visual), com o sul-mato-grossense Yeltsin Jacques vencendo a disputa em 4min02s02 e o paulista Júlio César Agripino garantindo a prata.

O terceiro ouro brasileiro na Índia veio com Claudiney Batista na prova do lançamento de disco F56.

Outras pratas da delegação brasileira foram garantidas pela maranhense Rayane Soares, na prova dos 200 metros T13 (deficiência visual), e pelo fluminense João Matos Cunha, nos 100 metros T72 (petra).

Além disso, o Brasil somou mais quatro bronzes: no lançamento de dardo F44 (deficiência nos membros inferiores), com o catarinense Edenilson Floriani, no lançamento de dardo F44 (deficiência nos membros inferiores), com a paulista Giovanna Boscolo, nos 100 metros T13 (deficiência visual), com o sul-mato-grossense Fabrício Ferreir, e nos 100 metros T36 (paralisados cerebrais), com a paulista Verônica Hipólito.


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Protesto pedindo o fim da escala 6×1 ocorreu na manhã de hoje (20) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. Com faixas, cartazes e batuque, os manifestantes desfilaram pelo saguão do aeroporto gritando “Fim da 6×1”.

O protesto contou com a participação da Federação dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação Ambiental, Urbana e Áreas Verdes no Estado de São Paulo (Femaco), do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Prestadoras de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo do Estado de São Paulo (Sinteata), da Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação, Limpeza Urbana, Ambiental e Áreas Verdes (Fenascon) e do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (Siemaco-SP).


20/05/2026 - São Paulo - Manifestantes fazem ato no Aeroporto de Guarulhos para pedir pelo fim da escala 6x1. Foto: Murilo Raggio/Siemaco-SP

Manifestantes no Aeroporto de Guarulhos nesta quarta-feira (20). Foto: Murilo Raggio/Siemaco-SP

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Para o presidente do Sinteata, Cristiano Rodrigo, a luta pelo fim da escala 6×1 vai “muito além de uma reivindicação sindical”.

“Estamos falando de saúde física, saúde mental, convivência familiar e dignidade humana. O trabalhador não pode viver apenas para trabalhar. Quem acorda de madrugada, enfrenta jornadas exaustivas e mantém serviços essenciais funcionando diariamente também precisa ter tempo para descansar, estudar, cuidar da família e viver com qualidade de vida.”

Jornadas exaustivas

Segundo os sindicatos, o ato serviu também para denunciar jornadas consideradas exaustivas e cobrar por mudanças nas relações de trabalho.

“A 6×1 é uma jornada que prejudica muito o trabalhador em sua essência, porque ele não consegue ter tempo para a sua família e para si. Isso desumaniza toda a cadeia produtiva”, ressaltou Paulo Henrique Oliveira, diretor da Fenascon.

Para o presidente do Sinteata, a mobilização desta quarta-feira (20) serviu para demonstrar a mobilização dos trabalhadores sobre o tema. “O Congresso Nacional precisa ouvir as ruas, ouvir quem sustenta a economia todos os dias com esforço e dedicação. O fim da escala 6×1 representa um avanço social necessário e urgente para o Brasil”, afirmou Rodrigo.

Além de protestar contra a escala 6×1, os manifestantes também pediram aprovação do projeto de lei 4146, de 2020, que regulamenta a profissão dos trabalhadores da limpeza urbana e garis. O projeto está em tramitação no Congresso Nacional.

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