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NOTÍCIAS EXTRAS

A Venezuela não está buscando um confronto militar com os Estados Unidos ou qualquer outra região, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Yván Gil, à CNN.

A fala ocorre após o ataque fatal da Marinha dos EUA a uma embarcação supostamente transportando drogas no Caribe e enquanto as tensões com Washington crescem.

“Não estamos apostando em conflito, nem queremos conflito”, disse Gil durante a entrevista na Casa Amarilla, sede do Ministério das Relações Exteriores da Venezuela em Caracas, na segunda-feira (8).

A relação entre os EUA e a Venezuela há muito tem sido precária. Mas agora tornou-se particularmente tensa sob os dois mandatos de Trump, que adotou uma linha dura contra o presidente Nicolás Maduro, incluindo o reconhecimento do líder da oposição do país após uma eleição amplamente criticada.

A CNN entrevistou Gil enquanto navios militares dos EUA se deslocam para o Caribe e após Washington anunciar a duplicação da recompensa pela prisão de Maduro para US$ 50 milhões.

E no dia 2 de setembro, os EUA realizaram um ataque letal contra uma lancha rápida que, segundo eles, transportava drogas em águas internacionais e havia partido da Venezuela, alimentando suspeitas em Caracas de que Washington está tentando derrubar o regime de Nicolás Maduro.

Maduro mobilizou desde então cerca de 4,5 milhões de milicianos para defender o país, em resposta ao que ele chama de “imperialismo” dos EUA.

Embora tenha descartado uma escalada militar das tensões, o ministro das Relações Exteriores venezuelano disse que seu país está preparado para deter qualquer possível ameaça.

“Estamos negando a possibilidade de conflito porque estamos preparados para deter qualquer mobilização e temos uma clara determinação de defender nossa pátria”, disse Yván Gil.

A CNN perguntou a Gil por que ele estava pedindo ao conselho de direitos humanos das Nações Unidas para investigar o ataque ao barco, quando o governo da Venezuela chamou o órgão de “hipócrita” devido às suas múltiplas condenações ao próprio histórico de direitos humanos da Venezuela.

Em resposta, o ministro disse que a Venezuela “nunca questionou” a defesa dos direitos humanos, mas admitiu que a Venezuela “criticou as ações de alguns burocratas” no ACNUDH (Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos).

O ACNUDH, os EUA e outros países acusaram o governo Maduro de frequente repressão a seus opositores políticos, abusos dos direitos humanos no país e enfraquecimento da democracia.

Questionamentos de Caracas

Sobre o ataque dos EUA ao barco que, segundo o Pentágono, transportava drogas, Gil disse em entrevista à CNN que, em sua opinião, não havia clareza sobre o que aconteceu.

“Eles (os oficiais dos EUA) mostraram um vídeo sem esclarecer muitas coisas. Não está claro onde foi, quem estava a bordo, ou se realmente aconteceu ou não. A única coisa que vimos foi um vídeo, nada mais”, disse o ministro das Relações Exteriores.

“Não seria apropriado” neste momento falar sobre possíveis alianças militares com outros países latino-americanos e da região, já que, segundo Gil, eles mantêm uma postura “pró-paz”.

Nesse sentido, Gil referiu-se à posição da CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), que recentemente expressou sua “profunda preocupação” com a mobilização militar na região.

“A Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos emitiu uma declaração firme e categórica pedindo respeito à zona de paz decretada em 2014”, disse o ministro.

Entre os navios ativos dos EUA enviados ao Caribe está um submarino de propulsão nuclear – que não está equipado com armas nucleares – disseram autoridades anteriormente à CNN.


Trump divulga vídeo de ataque a barco da Venezuela que estaria transportando drogas
Trump divulga vídeo de ataque a barco da Venezuela que estaria transportando drogas • Donald Trump via Truth Social

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, defendeu a ordem do presidente americano Donald Trump de destruir o barco e advertiu que essa estratégia “acontecerá novamente”, em vez da alternativa de interceptar embarcações suspeitas.

“Os Estados Unidos há muito utilizam tecnologia estabelecida para intervir e abordar barcos de tráfico de drogas. Mas não funciona porque esses cartéis de drogas sabem que perderão 2% de sua carga. O que vai detê-los é se destruírem os barcos”, disse o Secretário de Estado.

O ministro das Relações Exteriores venezuelano afirmou que a narrativa de Washington sobre o incidente “busca legitimar uma ação ilegal”.

A administração Trump tem até agora evitado os legisladores e fornecido uma mistura confusa de justificativas públicas que levantam sérias questões sobre a legalidade do ataque, segundo especialistas jurídicos e fontes do Congresso que informaram anteriormente à CNN.

Rubio havia dito anteriormente à CNN: “Não vou falar pelo advogado da Casa Branca; basta dizer que todas essas medidas foram tomadas antecipadamente.”

Yván Gil também rejeitou acusações recentes da administração Trump de que Maduro é o suposto líder do Cartel Tren de Aragua e, como tal, comanda supostas operações de tráfico de drogas em todo o continente.

“É totalmente falso que o Estado venezuelano ou seus líderes tenham a menor relação com o tráfico de drogas”, disse Gil, atribuindo essas acusações a grupos políticos nos EUA que buscam pressionar o governo Maduro.

“Uma narrativa foi construída dentro dos Estados Unidos pela equipe que cerca o presidente Trump, tentando nos vincular ao tráfico de drogas. Me preocupa, como latino-americano, que estejam tentando impor essa narrativa”, disse ele.

“Mais de 25 mil pessoas estão mobilizadas na fronteira com a Colômbia, em coordenação com o Estado colombiano, combatendo o tráfico de drogas”, ele disse à CNN.

Qualquer solução para as atuais tensões entre EUA e Venezuela deve ser política, disse Gil, e reiterou que o caminho a seguir é o diálogo. Ele também ecoou as declarações de Maduro sobre a existência de canais de comunicação “danificados”, mas abertos.

“Depois de terem enviado oito navios para destruir uma rocha, que eles (os EUA) se perguntem se vale a pena. Não vamos desistir, continuaremos aqui, governando, avançando, construindo, felizes”, acrescentou.


‘Mostre o quão alto você é’: trend tem dois erros de matemática
O decreto que institui o Compromisso Nacional Toda Matemática foi publicado nesta quinta-feira (2) no Diário Oficial da União (DOU). O objetivo da nova política é fortalecer o ensino da matemática na educação básica por meio da oferta de apoio técnico e financeiro às redes de ensino que aderirem à iniciativa.
Em resumo, a política deve proporcionar uma abordagem articulada para uma melhor formação dos professores, apoio com materiais específicos para o ensino de matemática, avaliação e definição de metas de aprendizado, reconhecimento de boas práticas de ensino, entre outros pontos.
A ideia é garantir que todas as redes que aderirem ao compromisso tenham o mesmo nível de preparação e capacidade para impulsionar o aprendizado da matemática por parte do aluno.
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“Estamos lançando o ‘Compromisso Toda Matemática’ para apoiar a formação de professores e apoiar tecnicamente e financeiramente as redes de educação básica para melhorar a aprendizagem da matemática”, afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana, na Cerimônia Nacional de Premiação da 19ª Obmep que ocorreu na segunda-feira (30).
Aluno faz atividade de matemática. Imagem ilustrativa.
Reprodução/Pexels
De acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2022, 73% dos estudantes brasileiros apresentaram um desempenho insuficiente em matemática. Isso significa que, na época, 7 a cada 10 alunos brasileiros de 15 anos não sabiam resolver problemas matemáticos simples.
Isso colocou o Brasil abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e é este quadro que o Compromisso Nacional Toda Matemática quer reverter.
A política está estruturada em cinco eixos:
Governança e gestão: Prevê a criação de instâncias de articulação e acompanhamento, como o Comitê Nacional Gestor (Comat) e a Rede Nacional de Ancoragem (Renamat), além de comitês estratégicos nos estados. O objetivo é coordenar políticas, monitorar resultados e apoiar a implementação das ações do programa.
Formação de profissionais da educação: O MEC oferecerá apoio técnico e financeiro para capacitar gestores e professores, priorizando práticas pedagógicas eficazes, baseadas em evidências. Também está prevista a revisão de cursos de licenciatura em Pedagogia e Matemática, para reforçar a formação docente em conteúdos e metodologias.
Orientação curricular: Envolve diretrizes nacionais para fortalecer a implementação do currículo de matemática nas redes de ensino. Inclui a disponibilização de materiais didáticos suplementares e recursos pedagógicos que apoiem estratégias de progressão curricular e práticas diversificadas de ensino.
Avaliação da aprendizagem: Abrange avaliações formativas feitas pelas escolas, avaliações em larga escala dos sistemas de ensino e o Saeb, realizado pelo Inep. Essas avaliações servirão para medir níveis adequados de aprendizagem, definir metas anuais e orientar políticas públicas e ações pedagógicas.
Reconhecimento e compartilhamento de boas práticas: Estabelece estratégias para premiar e divulgar práticas inovadoras e eficazes de professores, gestores e secretarias. Entre as ações, estão concursos, mostras pedagógicas e apoio a olimpíadas de professores de matemática, estimulando a disseminação de experiências de sucesso.
A adesão ao Compromisso será voluntária, ou seja, cada rede de ensino deverá sinalizar seu interesse me fazer parte da iniciativa e receber o apoio do MEC para a implementação. Caberá ao MEC coordenar a formulação, implementação e monitoramento das políticas. O cronograma de adesão ainda não foi divulgado.
Critérios de prioridade serão adorados para determinar a ordem de atendimento das redes pelo programa. Será considerado:
a proporção de estudantes do ensino fundamental e ensino médio com aprendizagem em matemática abaixo do adequado;
as características socioeconômicas, étnico-raciais e de gênero; e
a presença de estudantes que compõem o público-alvo da educação especial e da educação bilíngue de surdos.
De acordo com o MEC, o programa terá um orçamento previsto de aproximadamente R$ 70 milhões, ainda em 2025. Essa verba deve ser voltada à formação de professores e gestores escolares, à disponibilização de materiais didáticos suplementares e a outros recursos pedagógicos.
Parte desse valor (R$ 20 milhões) será enviada direto às escolas pelo Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Toda Matemática. A decisão sobre quais escolas receberão mais apoio vai levar em conta o desempenho dos alunos nas avaliações do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
“Os demais R$ 50 milhões deverão vir dos PDDEs Escola das Adolescências e Recomposição das Aprendizagens, destinados à melhoria da aprendizagem por meio da implementação de clubes de letramento nas escolas para os anos finais do ensino fundamental”, explicou a pasta.


Logo Agência Brasil

A engenheira Cristiane Collet Battiston, diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), foi eleita nesta sexta-feira (28) presidenta do Conselho do Programa Hidrológico Intergovernamental (PHI) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

É a primeira vez, em cinco décadas de existência do programa, que uma mulher assume a presidência do colegiado — marco considerado histórico para a hidrologia e para a própria Unesco.

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O PHI é a principal plataforma de cooperação internacional da agência para temas relacionados à água, reunindo países-membros em iniciativas que estimulam políticas públicas baseadas em evidências científicas.

A eleição ocorre em um momento em que a gestão dos recursos hídricos ganha destaque nas discussões globais, especialmente após a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, onde foi reiterada a importância da água para estratégias de mitigação e adaptação à emergência climática.

Cristiane Battiston tem trajetória reconhecida na área. Engenheira civil, com mestrado e doutorado em hidrologia, atuou no Ministério do Planejamento e Orçamento e na Casa Civil da Presidência da República. Em setembro, assumiu vaga na Diretoria Colegiada da ANA. Seu mandato à frente do Conselho do PHI vai até 2027.

 

O megatraficante André Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, apontado pela polícia como um dos principais chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e condenado a 25 anos de prisão, foi solto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) há quase cinco anos.

Em outubro de 2020, ele foi beneficiado por uma decisão individual do então ministro Marco Aurélio Mello, que viu excesso de prazo na prisão processual (sem condenação definitiva) e determinou que ele fosse solto.

André de Oliveira, o
André de Oliveira, o “André do Rap”, foragido desde 2020, após receber um “habeas corpus”

A liminar foi cassada pelos demais ministros, mas ele já havia deixado a penitenciária e está foragido desde então. Na decisão, o Marco Aurélio Mello afirmou que o traficante estava preso provisoriamente havia muito tempo, o que a legislação processual brasileira não permite.

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Desde 2020, com o pacote anticrime, ficou determinado que prisões provisórias devem ser revistas a cada 90 dias para verificar a necessidade de manutenção da medida – o que, na avaliação do então ministro, não ocorreu na época.

André do rap já esteve foragido entre 2014 e 2019, até ser localizado e preso pela Polícia Civil em uma mansão em Angra dos Reis, no Rio, suspeito de ostentar um patrimônio de R$ 17 milhões fruto do tráfico – à época, o traficante se apresentava como agente de artistas e jogadores de futebol para disfarçar o dinheiro ilícito.

História de André do Rap é a de um tipo raro de bandido: foi acusado de enriquecer passando o PCC para trás e não pagou com a vida por isso
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Ele morava em Santos, mas ia aos fins de semana para Angra dos Reis. Também fazia com frequência voos fretados para Jacarepaguá, na zona oeste carioca, onde tratava de outros negócios.

Quem é André do rap?

Nascido em Santos, em 1977, André do Rap cresceu em Itapema, perto da Favela Portuária, no Guarujá, no litoral paulista. Em 19 de setembro de 1996, foi preso pela primeira vez por tráfico de drogas.

Foi levado pela Polícia Militar ao 2º Distrito Policial de Guarujá, e transferido para a cadeia pública da cidade, de onde foi trazido para São Paulo, onde cumpriu a pena na antiga Casa de Detenção, no Carandiru, na zona norte.

E lá conheceu o rap, que crescia entre um grupo de detentos, do qual saíram, por exemplo, os integrantes do 509-E: Afro-X e Dexter, então detidos no Pavilhão 7. O rap se tornava uma forma de expressão dos presos, que, ao mesmo tempo, achavam na música um caminho para deixar o crime.

Solto em 1999, André do Rap voltou a ser preso em flagrante e acusado do mesmo crime em 2003. Já havia então chamado a atenção da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), de Santos, que o indiciaria ainda em mais dois inquéritos nos anos seguintes.

Foi durante essa nova prisão, de acordo com documentos da Inteligência Policial, que André foi batizado na facção criminosa. Era 13 de maio de 2005 quando o bandido se tornou integrante do PCC, dentro da Penitenciária de São Vicente, no litoral. Foi solto em abril de 2006, preso em 2007 e libertado outra vez em 2008.

Em liberdade, André passou a compor músicas. Começou com raps elogiando a “vida loka”, a cena do crime e a lei dos criminosos contra a “opressão do sistema”. Em uma delas, Impacto Total, André do Rap se dizia “um guerreiro armado e perigoso”, uma “mente criminosa da legião do mal”. Fazia músicas com os MCs Careca e Pixote, os chamados “guerreiros de Itapema”. Falava em dar “justiça” e que Deus abençoasse “os irmãos da correria”. “Não tem meio termo, quem corre no certo tá no bonde também.” André do Rap se dizia um vaso ruim de quebrar, sempre pronto para enfrentar os “gambé (policiais)”.

Fortuna descoberta pela polícia

Balanço feito pelo Departamento de Inteligência Policial (Dipol), da Polícia Civil, mostra que o crime organizado movimentou R$ 16,806 bilhões de valores suspeitos em 100.097 contas bancárias examinadas de janeiro de 2024 a maio de 2025.

Dentre os casos, estão empresas suspeitas de ligação com André do Rap. “Chegou-se ao total de R$ 25.168.000,00 em valores considerados suspeitos”, afirma documento obtido pelo Estadão.

BRASÍLIA – O número de ingressantes em cursos de Medicina no Brasil aumentou cerca de 120% em uma década. Essa expansão, segundo o Ministério da Educação (MEC), veio acompanhada da queda na nota média obtida no Enem pelos estudantes, que caiu 51 pontos em 2024 em comparação com 2015.

Enquanto em 2015 a nota média dos calouros de Medicina no Enem era 684 pontos, em 2024, foi 633 pontos. A pontuação do Enem varia de 0 a 1000.

Outros cursos que não passaram por expansão expressiva de ingressantes, com o curso de Direito, mantiveram o perfil de desempenho dos estudantes. Em 2015, a nota média de um estudante que entrava em Direito era 533 pontos. Em 2024, a média era 536. A carreira registrou queda no número de novos alunos, passando de 258.143 em 2015 para 225.048.

Os cursos de Medicina são os mais concorridos do Brasil. Os dados do Censo mostram que nas universidades públicas a concorrência chega a 51 candidatos por vaga. Já nas instituições privadas a razão é de 9 candidatos por vaga.

Cursos de Medicina são os mais concorridos do Brasil, principalmente nas universidades públicas.
Cursos de Medicina são os mais concorridos do Brasil, principalmente nas universidades públicas.

Dados do Censo da Educação Superior, divulgados nesta segunda-feira, 22, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostram que o número de novos alunos em Medicina saltou de 26.983 para 60.366. A maior expansão ocorreu no número de alunos em instituições privadas, que hoje são 45.900 ante 14.466 nas universidades públicas.

“O estudante de Medicina tem perfil diferente agora e as instituições vão ter de lidar com esse perfil diferente. Por que (isso aconteceu)? Está aqui a explicação: a gente tinha em 2015, 26 mil ingressantes e a gente passou para 60 mil”, afirmou o Diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, Carlos Moreno.

Proibição a novos cursos de Medicina

Em 2018, uma moratória proibiu a abertura de novos cursos de Medicina com o argumento de frear a expansão para garantir a qualidade. Na prática, no entanto, houve um aumento expressivo na abertura de vagas e cursos de Medicina por meio de ações judiciais.

Em 2023, a moratória parou de valer e o MEC ganhou um processo no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a abertura de novas vagas e cursos de Medicina obedeça critérios do programa Mais Médicos, que considera, entre outros pontos, a necessidade de interiorização de profissionais em regiões onde não há oferta de médicos. Desde então, o MEC tem fechado o cerco à abertura de vagas e cursos de Medicina no país.

A pasta também criou o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) para medir a qualidade da formação médica. O exame será aplicado pela primeira vez em outubro para estudantes do 6º ano de Medicina, e para o 4º ano a partir de 2026.

Conforme o MEC, cursos que tiverem desempenho ruim no exame poderão sofrer sanções que incluem até mesmo a suspensão de vestibular.

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