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8 de fevereiro de 2026
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A justiça decretou, neste sábado (7), a prisão preventiva do suspeito de assassinar a professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos.

O crime ocorreu na noite dessa sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, na capital Porto Velho.

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Juliana chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos causados por golpes de faca. O acusado, João Júnior, é aluno da faculdade e foi preso em flagrante.

Na audiência de custódia, realizada na manhã deste sábado (7), o Ministério Público informou que pediu a prisão preventiva dele como garantia da ordem pública. O MP repudiou o ato classificado como covarde e afirmou que vai atuar com firmeza na apuração do crime.

O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela faculdade, manifestou profundo pesar e disse que a violência não apagará o legado da professora, que teve sua trajetória como referência de excelência acadêmica, ética e dignidade.

A Assembleia Legislativa de Rondônia também manifestou indignação com a morte de Juliana e disse que “não é admissível que mulheres continuem sendo vítimas de violência, especialmente em locais destinados à educação, ao diálogo e à construção de futuros”.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa do acusado de matar a professora.

 

O Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília – completa 30 anos com uma edição especial que começa nesta terça-feira, na capital federal. O festival chega a vários espaços da cidade com mais de 30 espetáculos.

O curador do festival, Guilherme Reis, conta que na programação tem peças da Argentina e do Chile, e espetáculos do Rio Grande do Norte, do eixo Rio-São Paulo, além de produções brasilienses.

Os palcos do Cena Contemporânea em 2025 vão ser atravessados por questões que refletem o cenário atual de um mundo em convulsão. Os artistas questionam, através do teatro, o preconceito racial, os desmandos políticos e a desigualdade social.

O o curador do cena contemporânea afirma ser livre para criar novas possibilidades, é o que o teatro brasileiro proporciona.

O festival acontece com preços populares até 07 de setembro em vários espaços culturais de Brasília. A programação completa está no site: cenacontemporanea.com.br

 

1:39


A banda Hanoi Hanoi lança o álbum ’30 anos de insanidade – Ao vivo’ na sexta-feira, 26 de setembro
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♪ Diferentemente do que faz supor o título do álbum que o Hanoi Hanoi lançará na sexta-feira, 26 de setembro, 30 anos de insanidade – Ao vivo, a banda carioca resume nas 21 faixas do disco uma história iniciada há 40 anos.
Foi em 1985 que o baixista Arnaldo Brandão – que surgira na banda A Bolha, acompanhara Caetano Veloso como integrante d’A Outra Banda da Terra e fizera parte do grupo Brylho – surfou na onda de pop rock que se erguera no mercado brasileiro e fundou a banda Hanoi Hanoi, assumindo o posto de vocalista e baixista do grupo.
Como efeito da euforia da indústria com o rock, Hanoi Hanoi logo foi contratado (pela gravadora RCA) e lançou álbum que renderia o hit radiofônico Totalmente demais.
Parceria de Brandão com Robério Rafael e com o poeta Tavinho Paes (1955 – 2024), Totalmente demais deu título ao disco ao vivo lançado por Caetano Veloso naquele mesmo ano de 1986, o que direcionou ainda mais holofotes para o álbum Hanoi Hanoi, cujo repertório também apresentou Blá, blá, blá… Eu te amo (Rádio blá), música que seria propagada no ano seguinte na gravação feita por Lobão – parceiro de Arnaldo Brandão e Tavinho Paes na composição – para o álbum Vida bandida (1987).
Quando veio a ressaca do rock no mercado, o Hanoi Hanoi perdeu fôlego e acabou saindo de cena em 1995, após lançar quatro álbuns – Fanzine (1988), O ser e o nada (1990), Coração Geiger (1992) e o ao vivo Credus (1995), canto de cisne da primeira encarnação da banda – com pouca repercussão.
Só que, a partir dos anos 2000, o Hanoi Hanoi voltou à cena – sempre com o resistente Arnaldo Brandão à frente da banda – no rastro da nostalgia pelo pop rock da década de 1980.
Editado via Jasmin Music, selo de Ricardo Bacelar (teclados e guitarra), integrante do Hanoi Hanoi, o disco 30 anos de insanidade – Ao vivo é o primeiro álbum da banda em 30 anos.
O álbum perpetua a gravação de show feito pelo quarteto em Nova Lima (MG) em 2017. Com duas músicas até então ausentes da discografia oficial do Hanoi Hanoi, Idiota e Tá tudo podre, o álbum 30 anos de insanidade – Ao vivo traz um integrante da formação original da banda, Affonsinho Heliodoro, como convidado das músicas Bonsucesso 68 (Arnaldo Brandão e Tavinho Paes, 1986), Nem Sansão nem Dalila (Arnaldo Brandão, Cazuza e Torquato Mendonça, 1986), a mencionada Rádio blá e Saideira (Samuel Rosa e Rodrigo Leão, 1998), hit do Skank revivido pelo Hanoi com a adesão de Samuel Rosa.
O rapper mineiro Flávio Renegado completa o time de convidados do disco, participando de Totalmente demais, hit dos breves dias de glória e “insanidade” do grupo Hanoi Hanoi, ora reavivados em registro audiovisual que também será lançado no YouTube, além de gerar o álbum ao vivo.
Capa do álbum ‘30 anos de insanidade – Ao vivo’, da banda Hanoi Hanoi
Divulgação


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As semifinais da Copa do Brasil de futebol feminino estão definidas. O São Paulo medirá forças com o Palmeiras, enquanto a Ferroviária terá pela frente o Bahia, apontou sorteio realizado na última quinta-feira (9) pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em sua sede no Rio de Janeiro.

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Os dois confrontos serão disputados no dia 4 de novembro. A partir das 19h (horário de Brasília), Ferroviária e Bahia jogam na Arena Fonte Luminosa, em Araraquara (São Paulo). Já às 21h30 será a vez do clássico paulista entre São Paulo e Palmeiras. O local deste jogo ainda será definido.

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Em sua 11ª edição, a Copa do Brasil de futebol feminino tem três postulantes ao título que ainda não levantaram o troféu em nenhum oportunidade: São Paulo, Palmeiras e Bahia. Já a Ferroviária já ficou no lugar mais alto do pódio em uma oportunidade, no ano de 2014.


Capa do single ‘Você me fez odiar o Carnaval’, de Marília Mendonça
Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Você me fez odiar o Carnaval
Artista: Marília Mendonça
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Foi com discurso direto – escrito sem firulas ou tentativas de mostrar erudição para as elites culturais – que Marília Mendonça (22 de julho de 1995 – 5 de novembro de 2021) abriu alas femininas no universo sertanejo, se impondo como a compositora mais importante do gênero no século XXI.
Marilia dava um recado que o povo entendia e assimilava de imediato, sobretudo o público feminino, então sem real referência de escrita de mulher para mulher na música sertaneja. Essa simplicidade eficiente é o mote e o trunfo de “Você me fez odiar o Carnaval”, o mais novo single póstumo da cantora e compositora goiana que impulsionou a partir de 2014 o movimento conhecido como feminejo.
A música inédita entrou em rotação na quinta-feira, 15 de janeiro, e foi finalizada sem recursos de IA a partir de voz-guia posta pela cantora em outubro de 2021, um mês antes de morrer de forma trágica e precoce em acidente de avião, aos 26 anos. A gravação integra os chamados “manuscritos” da artista.
Composição de Marília em parceria com Dom Vittor, João Gustavo Dias e Matheus Tutz, “Você me fez odiar o Carnaval” tem letra que flagra a artista curtindo a sofrência em plena folia.
Formatada com produção musical de Júnior Campi e Elvis Tcherr, a gravação mistura brega, com sertanejo – evidenciado na levada do irresistível refrão criado com os versos “Você me fez odiar o Carnaval / Vou sair? Nem a pau / Brasil feliz, e eu mal” – e axé music, ritmo de base percussiva, evocado quando a cantora repete os versos “O seu abadá ainda é o meu pijama / Só que, esse ano, eu nem vou sair da cama / Essa hora a gente estaria em Salvador / No mesmo lugar que você me deixou / Oh uou uou, oh uou uou”.
O single “Você me fez odiar o Carnaval” dura dois minutos e 39 segundos, tempo suficiente para que o ouvinte tenha mais um bom exemplo da habilidade de Marília Mendonça para fazer e cantar uma música simples com potencial para conquistar todos os que desfilam no “bloco dos que perderam o amor da vida”.

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