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25 de junho de 2026
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“Mamãe, as duas pessoas que mais me inspiram são você e a Shakira.” (Julia, 8 anos) Após alguns belos segundos contendo o riso, sem saber

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A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) preparou um esquema especial de segurança para esta quinta-feira (8), data que marca três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, inconformados com a derrota eleitoral, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, tentando depor o novo governo e forçar uma intervenção militar no país.

Segundo a pasta, a segurança da Praça dos Três Poderes foi reforçada com operação integrada entre agências policiais. O objetivo é ampliar o monitoramento e o compartilhamento de informações, reduzir o tempo de resposta e potencializar ações preventivas. A Polícia Militar do DF (PMDF) instalou estrutura de comando e controle e reforçou o efetivo de policiamento ostensivo, mantendo tropas especializadas em prontidão para eventual acionamento.

Haverá intervenções nas vias de acesso e eventuais desvios ou bloqueios estarão condicionados à avaliação de necessidade e risco. O monitoramento pode incluir abordagens e revista de mochilas. Todos os presentes passarão por credenciamento antes de acessar o local do evento. O governo do DF recomenda que quem deseja participar dos atos chegue o mais cedo possível para evitar filas.

O isolamento da Esplanada, também sob responsabilidade da PMDF, se dará a partir de 00h01 até o término do evento. Todo o monitoramento da área central de Brasília está sendo realizado pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB/SSP-DF), em conjunto com as forças de segurança pública.

Para lembrar dos três anos da tentativa de golpe, eventos especiais serão realizados na capital federal. No Palácio do Planalto, por exemplo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de uma cerimônia com autoridades e representantes da sociedade civil ainda pela manhã. Telões na área externa do prédio já foram montados.

O Supremo Tribunal Federal (STF) também preparou uma programação especial dentro da campanha “Democracia Inabalada”. A programação inclui a abertura de uma exposição, a exibição de um documentário, uma roda de conversa com jornalistas e uma mesa de debate.


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Entre cantos, bandeiras bordadas e passos que ecoam séculos de devoção, a Folia de Reis volta a ocupar o espaço público e simbólico de Museu Vassouras, no estado do Rio, de hoje até amanhã (4).

O encontro reúne duas jornadas de folia, atividades educativas e uma roda de poesias, reafirmando o compromisso da instituição com a valorização dos saberes populares e das expressões culturais que moldam a identidade do Vale do Café.

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Para a diretora artística do Museu Vassouras, Catarina Duncan, receber as Folias de Reis no museu é um gesto simbólico. “Aqui vemos a valorização do sagrado, da cultura do território do Vale do Café e das pessoas que mantém viva essa tradição tão especial. Teremos a oportunidade de ver duas folias da região além de promover atividades educativas e uma roda de poesia e rima”.

Jornada

Hoje, sábado (3), a partir das 16h, o museu recebe o cortejo da Jornada Jardim do Éden, conduzida pela mestra Rita de Cássia. O grupo percorre os espaços do museu com seus cantos tradicionais, violas, pandeiros e a bandeira que guia a jornada. Às 17h, é a vez da Jornada Descendentes de Davi, liderada pelos mestres Tiago Meirelles e Lelê, que dão continuidade ao cortejo, reafirmando a força coletiva da tradição e o diálogo entre diferentes gerações de foliões.

A programação segue no domingo (4) com atividades que ampliam o encontro entre público e tradição. Das 10h às 12h, o Educativo do Museu Vassouras promove a Oficina de Bandeiras de Folia, aberta a visitantes de todas as idades. Elemento central das jornadas, a bandeira concentra símbolos religiosos, histórias familiares e marcas do território. A proposta da oficina é estimular a criação coletiva, o uso de materiais diversos e a troca de saberes, conectando o fazer manual às memórias do Vale do Café.

O encerramento será às 16h, com a Roda de Poesias dos Soldados da Divina Irmandade do Oriente, quando a palavra falada se soma à música e ao gesto, ampliando a experiência sensível da folia e reforçando seu caráter de transmissão oral e comunitária.

Integração

Segundo a organização do evento, ao integrar cortejos, educação patrimonial e poesia,” o Encontro de Folias de Reis reafirma o papel do museu como espaço vivo de escuta e circulação de culturas, fortalecendo vínculos com as comunidades locais e reconhecendo a potência das manifestações populares que continuam a escrever a história de Vassouras e do interior” do estado do Rio”.

Além da programação dedicada à Folia de Reis, o museu recebe o artista Pandro Nobã para uma visita especial em torno das obras Ao longe e Céu na Terra, que integram o eixo Vapor da exposição Chegança, ampliando o diálogo entre arte contemporânea e tradição.

Serviço

Museu Vassouras – Vassouras

Sábado | 3 de janeiro
16h – Jornada Jardim do Éden, com a mestra Rita de Cássia
17h – Jornada Descendentes de Davi, com os mestres Tiago Meirelles e Lelê

Domingo | 4 de janeiro
10h às 12h – Oficina Bandeiras de Folia, com o Educativo do Museu
16h – Roda de poesias com os Soldados da Divina Irmandade do Oriente

A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovada por 59,5% dos eleitores paulistas, segundo pesquisa divulgada pelo instituto Veritá nesta segunda-feira (23).

Simultaneamente, 40,5% dos entrevistados dizem aprovar o governo do petista.

Avaliação do governo Lula

O levantamento de hoje indica também que 54,5% dos eleitores paulistas classificam o governo Lula como “ruim” ou “péssimo”.

Ao mesmo tempo, 35,3% o consideram “ótimo” ou “bom”, e 10,3%, “regular”.

  • Ótimo: 20,1%
  • Bom: 15,2%
  • Regular: 10,3%
  • Ruim: 10,8%
  • Péssimo: 43,7%

Metodologia

A Veritá ouviu 3.025 eleitores do estado de São Paulo entre os dias 13 e 19 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%.

A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo SP-00106/2026.


Fundação Bradesco marca presença na quinta edição do Festival LED
Divulgação
Em um cenário em que as transformações sociais e tecnológicas acontecem em velocidade cada vez maior, discutir o futuro da educação deixou de ser apenas uma pauta do setor educacional para se tornar uma conversa coletiva. Com esse olhar, a Fundação Bradesco participou do Festival LED — Luz na Educação, promovendo a Comunidade LED, um espaço dedicado ao diálogo sobre aprendizagem, inovação, desenvolvimento humano e construção de futuros mais sustentáveis. A programação foi realizada no Píer Mauá (RJ) nos dias 15 e 16 de maio, com entrada gratuita.
Durante o evento, a iniciativa reuniu especialistas e profissionais da educação e de outras áreas em seis mesas de debate da Comunidade LED. As conversas partiram da ideia de que o conhecimento tem papel decisivo na formação de indivíduos mais críticos, preparados e conectados às transformações do mundo.
Veja abaixo os conteúdos debatidos:
Curiosidade e protagonismo no aprendizado
A primeira mesa da Comunidade LED 2026 contou com mediação de Mariana Bispo, repórter da TV Globo Rio, trouxe reflexões sobre a importância da curiosidade como ponto de partida para o aprendizado, destacando a necessidade de estimular estudantes a questionar, investigar e desenvolver autonomia intelectual.
Em um contexto marcado pelo excesso de informação, Mara Pane, Superintendente de Ensino da Fundação Bradesco, contribuiu para as reflexões relacionadas a como o pensamento crítico se tornou uma habilidade essencial para percorrer pelos desafios da vida contemporânea e contribuir com soluções inovadoras dentro e fora das salas de aula ao lado de Camila Achutti, empreendedora e Fundadora da Mastertec.
Mara Pane – Superintendente de Ensino da Fundação Bradesco no Festival LED
Divulgação
Gamificação e formação de mentes críticas
A relação entre tecnologia e educação também esteve no centro das conversas da Comunidade LED. Nesta mesa, especialistas discutiram como ferramentas digitais e estratégias de gamificação podem ampliar o engajamento dos estudantes e tornar o processo de aprendizagem mais participativo.
O debate mediado por Luiza Tenente, repórter de educação do g1, trouxe entre os palestrantes, Bárbara Frasseto, Líder de Inovação Pedagógica da Fundação Bradesco, Luana Génot, fundadora e Diretora Executiva do ID_BR e Luciano Meira, professor da UFPE/Cesar School.
A conversa reforçou que a tecnologia, quando aplicada de forma consciente, pode funcionar como ponte para estimular criatividade, colaboração e leitura crítica do mundo, especialmente entre os jovens que já crescem conectados ao ambiente digital.
Bárbara Frasseto, Líder de Inovação Pedagógica da Fundação Bradesco
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Educação, saúde mental e acolhimento
Outro tema que ganhou destaque foi a importância da saúde mental e do acolhimento nos ambientes educacionais. A sessão mediada por Mariana Bispo, contou com a presença da Kátia Chedid, líder do departamento de governança educacional da Fundação Bradesco, além do escritor e palestrante Rossandro Klinjey e Luciana Brites, fundadora do Instituto NeuroSaber. Os especialistas comentaram sobre como espaços seguros e emocionalmente saudáveis contribuem diretamente para o desenvolvimento integral de crianças e jovens.
A conversa também evidenciou o papel da escola na construção de relações mais empáticas e no fortalecimento de competências socioemocionais, consideradas cada vez mais relevantes para a formação humana.
Convidados debatem sobre saúde mental e do acolhimento nos ambientes educacionais
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ESG e comunicação com impacto real
A Comunidade LED também abriu espaço para reflexões sobre responsabilidade social e comunicação com impacto. O debate mediado por Paula Paiva, repórter do g1, girou em torno de como marcas e instituições podem contribuir de forma consistente para transformações sociais por meio de iniciativas conectadas à educação e ao desenvolvimento sustentável.
Erica Fortuna, líder de Comunicação e Marketing da Fundação Bradesco, Ana Paula Passareli, cofundadora da Brunch, e Mafoane Odara, professora e executiva de RH, ressaltaram a importância de ações alinhadas a propósito, impacto duradouro e construção coletiva de soluções para desafios sociais contemporâneos.
Ressponsabilidade social e comunicação com impacto em pauta no Festival LED
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Empregos verdes e educação para o futuro
As mudanças no mercado de trabalho também fizeram parte da programação. A mesa sobre empregos verdes, contou com a presença Pedro Lins, apresentador do Pequenas Empresas& Grandes Negócios da TV Globo, e de Leonardo Monteiro, gerente sênior de Ensino Médio da Fundação Bradesco. O diálogo abordou a necessidade de preparar jovens para profissões ligadas à sustentabilidade, inovação e novas demandas socioambientais.
Entre os pontos discutidos estiveram o desenvolvimento de competências multidisciplinares, a adaptação constante às transformações tecnológicas e o papel da educação na formação de profissionais preparados para um cenário econômico em evolução.
Como preparar jovens para profissões ligadas à sustentabilidade, inovação e novas demandas socioambientais
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Ambiente digital como ponte educacional
Fechando a programação, a última mesa trouxe Marcos Braga, Superintendente de T.I da Fundação Bradesco e Alessandro Leal, Líder do Google for Education, que discutiram o ambiente digital como ferramenta de inclusão e ampliação do acesso ao saber. A reflexão foi mediada por Paula Paiva e destacou como plataformas, conteúdos on-line e tecnologias educacionais podem aproximar oportunidades de aprendizagem de diferentes públicos e contextos.
Reflexões que conectam presente e futuro no Festival LED
Divulgação
Um festival que ilumina a Educação
Além das seis mesas contempladas na Comunidade LED, a instituição, que é patrocinadora do Movimento LED, também participou de duas mesas da programação principal do Festival LED 2026, que reuniu alguns dos debates centrais do evento sobre os desafios contemporâneos da educação. Entre elas, “Mitos & Fatos da educação digital: o que significa educar no mundo”, que abordou temas como letramento midiático, inteligência artificial, bem-estar digital e os impactos do ambiente conectado na formação de cidadãos críticos, e contou com a participação de Murilo Nogueira, Diretor Administrativo & Financeiro da Fundação Bradesco; e “Quem influencia o que crianças e adolescentes pensam, sentem e aprendem?” que buscou explorar os desafios de educar uma geração formada em meio a algoritmos, games e redes sociais e aos reflexos desses ambientes no desenvolvimento cognitivo, emocional e social de crianças e adolescentes, com participação da porta-voz Kátia Chedid, líder do departamento de governança educacional da Fundação Bradesco.
Reflexões que conectam presente e futuro
Ao longo de toda a programação principal do evento a Fundação Bradesco apresentou um estande em celebração aos seus 70 anos, sob o mote “De geração em geração transformando histórias”, a partir de uma experiência imersiva inspirada em um túnel do tempo. O espaço mostrou, de forma visual e cronológica, a trajetória da instituição por meio de ambientes interativos e recursos audiovisuais, incluindo telas com conteúdos especiais e relatos de histórias transformadas pela educação, que podiam ser acompanhados pelos visitantes com o uso de fones de ouvido, reforçando uma mensagem que atravessou todo o evento: educação, inovação e desenvolvimento humano caminham juntos na construção de uma sociedade mais preparada para o futuro.
A presença da Fundação Bradesco no Festival LED 2026 reforçou esse compromisso de longa trajetória com o ensino e com iniciativas capazes de gerar impacto positivo de geração em geração. Considerada o maior projeto de investimento social privado do país, a instituição mantém iniciativas voltadas à formação cidadã, ao impacto social e à ampliação do acesso ao aprendizado, conectando tradição e inovação para transformar histórias e construir futuros por meio da educação.
Saiba mais sobre as iniciativas da Fundação Bradesco.
#SóAEducaçãoTransforma #ComunidadeLED


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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou nesta sexta-feira (7) o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) como relator do projeto de lei antifacção, apresentado pelo governo federal após a operação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro. A proposta deve ser transformada em um Marco Legal do Combate ao Crime Organizado.

Derrite, que até quarta-feira (5) ocupava o cargo de secretário de Segurança Pública de São Paulo, reassumiu o mandato parlamentar para relatar o texto no plenário. Segundo Motta, a escolha do parlamentar da oposição para relatar um projeto do governo busca garantir uma tramitação técnica e ampla, com diálogo entre bancadas.

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O projeto apresentado pelo governo tem caráter de urgência e propõe endurecimento das penas para integrantes de facções criminosas, além de ampliar as ferramentas de investigação. O texto cria a figura da “organização criminosa qualificada”, com penas de 8 a 15 anos de prisão para quem exercer controle territorial ou econômico mediante violência ou intimidação. Em casos de homicídio praticado em nome da facção, a pena pode chegar a 30 anos.

Também há previsão de agravantes, como o envolvimento de menores, uso de armas de fogo de uso restrito, infiltração de agentes públicos e ligações com organizações transnacionais. O projeto autoriza ainda o acesso a dados de geolocalização e transações financeiras de investigados e prevê a criação de um Banco Nacional de Facções Criminosas.

Substitutivo

Após ser confirmado relator, Derrite anunciou que apresentará um substitutivo ao texto original, incorporando pontos enviados pelo governo, mas com mudanças consideradas “essenciais” para fortalecer o combate ao crime organizado. Entre as alterações, estão:

  • aumento da pena para 20 a 40 anos em casos de domínio de cidades, ataques a presídios ou uso de explosivos;
  • obrigatoriedade de cumprimento de pena em presídios de segurança máxima para líderes de facções;
  • proibição de anistia, graça, indulto, liberdade condicional e corte do auxílio-reclusão para familiares de condenados por esses crimes;
  • aumento da progressão de regime de 40% para 70% do cumprimento da pena.

A expectativa é que o texto de Derrite não inclua a equiparação entre facções criminosas e terrorismo, tema tratado em outro projeto. Essa proposta criou polêmica, por abrir brechas para intervenções estrangeiras no Brasil.

Desrespeito

O anúncio gerou reação de parlamentares da base governista. O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), classificou a escolha de Derrite como um “desrespeito” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em postagem nas redes sociais, Farias afirmou que o projeto é prioridade do governo e que entregá-lo a um aliado do governador paulista Tarcísio de Freitas “beira a provocação”.

Motta é próximo de Derrite e de Tarcísio, ambos aliados em pautas de segurança pública. Nas redes sociais, o presidente da Câmara não justificou a escolha de Derrite, apenas anunciou a decisão. Na quinta-feira (6), ele se reuniu com o presidente Lula, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para discutir a tramitação de propostas relacionadas ao tema.

Votação remota

A Câmara deverá analisar o projeto em regime semipresencial, modalidade que permite votação remota pelos deputados, autorizada devido à realização da COP 30, em Belém.

A previsão é que o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado seja votado ainda neste ano pelos deputados e senadores.

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