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NOTÍCIAS EXTRAS

O presidente Donald Trump não está procurando uma nova “palavra mais bonita” no dicionário para substituir suas queridas tarifas.

Fiel à sua filosofia de nunca aceitar uma derrota, ele já está revidando depois que a Suprema Corte declarou ilegal o exercício de seus poderes de emergência na guerra comercial.

Antes de seu discurso sobre o estado da União na terça-feira (24), Trump promete vingar a derrota mais prejudicial de seu segundo mandato, prometendo tarifas ainda mais altas sobre as importações. Muitos republicanos, no entanto, prefeririam uma correção de rumo, já que as eleições de meio de mandato se aproximam.

A rebeldia do presidente traz grandes riscos políticos para ele e seu partido, além de novas incertezas para uma economia instável. Isso também já está abrindo caminho para novos ataques dos democratas.

Mas ele ainda está convencido de que as tarifas vão trazer prosperidade, mesmo que o resultado mais provável seja um aumento no custo de vida para milhões de eleitores americanos.

“O que a Suprema Corte disse é que o presidente não pode usar a Lei de Poderes Econômicos de Emergência (IEEPA, na sigla em inglês), para fazer isso”, disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, à Dana Bash, da CNN, no domingo. “O presidente tem outras autoridades.”

Bessent disse no programa “State of the Union” que Trump reforçará suas tarifas usando outras leis como uma “ponte” de cinco meses para um regime mais permanente.

Mas o senador democrata Andy Kim disse a Manu Raju, da CNN, no programa “Inside Politics”, que seu partido já estava trabalhando em uma legislação para forçar Trump a reembolsar os consumidores pelos custos mais altos causados pelas tarifas — a primeira de uma série de medidas prováveis destinadas a constranger o presidente e dificultar a vida dos legisladores republicanos.

Por que Trump não pode abandonar as tarifas

Trump continuará pressionando por duas razões principais.

Primeiro, ele acredita nas tarifas com intensidade fervorosa. Sua fé nelas é tão intensa que ignora qualquer evidência de que elas são um imposto sobre os consumidores ou que não funcionam. Ele considera a destruição da globalização dos centros industriais, onde conquistou milhões de votos, como uma justificativa das visões protecionistas que mantém desde a década de 1980.

“Utilizei tarifas de forma muito eficaz ao longo do último ano para tornar a América grande novamente”, disse o presidente na sexta-feira (20), ignorando novos dados que mostram um déficit comercial anual imutável e um declínio nos empregos na indústria.

A segunda razão para a recusa de Trump em ceder é que as tarifas são um meio para atingir seus objetivos finais de autoridade presidencial irrestrita e rejeição de um sistema constitucional que, por definição, divide o poder entre os órgãos do governo.

Isso ficou evidente no comentário mais revelador da conferência de imprensa inflamada de Trump na sexta-feira, após a decisão do tribunal, quando lhe perguntaram por que ele simplesmente não trabalhava com o Congresso para aprovar novas tarifas.

“Não preciso fazer isso. Tenho o direito de aplicar tarifas”, afirmou.

Trump tem usado tarifas de forma mais ampla do que qualquer outro presidente moderno, de uma maneira que vai muito além da política econômica. Se um país estrangeiro o irrita, ele é punido — como aconteceu com o Brasil, que recebeu uma tarifa de 50% por investigar seu amigo, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por suposta interferência eleitoral. Se um líder mundial não demonstra deferência suficiente, seu país paga o preço. Trump explicou, por exemplo, que aumentou as tarifas sobre a Suíça depois de se ofender com a forma como seu líder “falou conosco” — aparentemente referindo-se à ex-presidente Karin Keller-Sutter.

Mas mostrar tal força será mais difícil daqui para frente.

Os poderes alternativos que Trump agora planeja usar para manter as tarifas contêm requisitos de conformidade e autoridades mais limitadas, o que pode significar que ele não poderá usar as taxas como um termostato pessoal para aumentar a pressão de acordo com seu capricho.

Trump tem uma visão de mundo direta e transacional. Ele vê as restrições à sua influência tarifária como um enfraquecimento dos EUA em relação aos rivais que ele percebe como exploradores incessantes da economia mais poderosa do mundo. A decisão da Suprema Corte pode prejudicar sua guerra comercial antes das cúpulas previstas com o líder chinês Xi Jinping este ano.

“Os países estrangeiros que vêm nos explorando há anos estão em êxtase, estão muito felizes e estão dançando nas ruas, mas não vão dançar por muito tempo — isso eu posso garantir”, disse o presidente na sexta-feira.

Um presságio histórico sombrio

Bessent explicou na CNN que o governo responderia à perda dos poderes de emergência com outros instrumentos legais. Isso inclui impostos justificados pela segurança nacional, conhecidos como tarifas da Seção 232, e aqueles que visam países estrangeiros por práticas comerciais desleais, chamados de tarifas da Seção 301.

Mas Bessent evitou responder se o governo deveria reembolsar as empresas e os consumidores afetados pelas tarifas mais altas — que são, na prática, um imposto. Ele disse que isso “não cabe ao governo, mas sim ao tribunal de primeira instância”.

Esta pode ser uma posição juridicamente sustentável por enquanto. Mas é politicamente perigosa.

“Este governo tirou dinheiro do bolso das famílias americanas, mais de US$ 1.700 por família. Eles deveriam devolvê-lo”, disse Kim à CNN. “Estamos trabalhando em uma legislação que permitiria devolver esse reembolso ao povo americano”.

Trump não perdeu tempo após a decisão da Suprema Corte de impor uma tarifa global de 10% sobre todos os produtos, que ele posteriormente aumentou para 15%, usando a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974. Mas a aprovação do Congresso seria necessária para prolongar tal ação além de 150 dias. Poucos legisladores republicanos gostariam de uma votação em meados de julho sobre uma questão que, segundo as pesquisas, é profundamente impopular.

Uma opção de longo prazo disponível para o governo é usar a legislação Smoot-Hawley de 1930 para promulgar novas tarifas. Mas isso provocaria contestação judicial por parte de quem acredita que atos subsequentes do Congresso substituíram tais poderes.

E talvez não seja politicamente inteligente invocar uma lei notória, responsabilizada por agravar a Grande Depressão, quando os eleitores já estão descontentes com a economia de Trump.

Trump já enfrentou várias revoltas republicanas sobre as tarifas. Agora, cada voto sobre a questão será ainda mais importante. Quando a temporada das primárias terminar, Trump terá menos influência para pressionar os rebeldes republicanos. Mais legisladores podem seguir o exemplo do deputado Jeff Hurd, do Colorado, que se juntou aos democratas na votação contra as tarifas do Canadá, dizendo que elas prejudicam os eleitores e a indústria em seu distrito.

Os críticos dizem que as tarifas estão causando muitos danos e gerando poucos benefícios. Mas o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, disse ao programa “Fox News Sunday” que Trump herdou uma emergência e já havia transformado o comércio global.

“Imediatamente, todos os nossos parceiros comerciais em todo o mundo se reuniram para negociar acordos de abertura de mercado conosco. E protegemos nossas indústrias imediatamente. Portanto, é exatamente a coisa certa a se fazer”, disse Greer.

Newsom: “Ele é um boxeador atordoado”

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, um potencial candidato à presidência em 2028, tem um argumento duplo que visa as preocupações econômicas dos eleitores e o temperamento de Trump.

“É uma presidência destrutiva. Ele está destruindo a economia. Todo o seu paradigma econômico se baseia em deportações em massa, cortes de impostos para bilionários e tarifas. E ele foi exposto. Ele é uma fraude”, disse Newsom no programa “State of the Union”.

“Eu falo sobre petulância. Era 10% há dois dias, talvez 20% amanhã. Quero dizer, isso é loucura. Ele está se debatendo. Ele é um boxeador atordoado. Ele está apenas tentando acertar qualquer coisa, uma sombra. E ele é uma sombra de si mesmo. Ele perdeu um ou dois passos.”

Mas Trump não vai mudar. Ele não consegue. Para isso, ele teria que rejeitar tudo o que acredita sobre o poder, a presidência e a si mesmo.

“Francamente, isso deveria ter sido feito pelos presidentes há muitos anos. Eles permitiram que nosso país fosse devorado vivo”, disse Trump na sexta-feira.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (27) que viajará aos Estados Unidos em março para um encontro bilateral com o presidente do país, Donald Trump. A reunião ocorrerá na Casa Branca, em Washington. Lula confirmou a viagem ao chegar ao Panamá, na América Central, onde participará como convidado especial do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe, a convite do país anfitrião. O evento será nesta quarta-feira (28).    

“No começo de março eu vou fazer uma viagem a Washington porque os Estados Unidos e o Brasil são as duas principais democracias do Ocidente e eu acho que dois chefes de Estado precisam conversar olhando um no olho do outro, para que a gente possa discutir as boas relações entre Brasil e Estados Unidos”, disse o presidente em rápida conversa com jornalistas na chegada ao hotel na Cidade do Panamá.

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“Eu estou convencido que a gente vai voltar à normalidade logo, que a gente vai fortalecer o multilateralismo e que a gente vai fazer com que as economias voltem a crescer, porque é isso que o povo espera de todos nós”, acrescentou. Lula e Trump conversaram por telefone na segunda-feira e trataram de diversos assuntos, incluindo a situação na Venezuela, o plano de paz para a Faixa de Gaza e o combate ao crime organizado, de acordo com nota oficial do Palácio do Planalto.

No Panamá, Lula também foi questionado sobre a crise na Venezuela e a presença militar dos EUA no Caribe. Ele disse conversou duas vezes com a presidente interina do país, Delcy Rodríguez, ainda nos dias que se seguiram à invasão militar norte-americana, em Caracas, mas que vai ligar novamente para a sucessora de Nicolás Maduro.

“Eu conversei duas vezes com a presidente Delcy, mas não entrei em detalhe porque ela estava muito preocupada com os acontecimentos que era muito recente. Eu proximamente vou falar com a presidente Delcy. Eu espero que ela consiga dar conta do recado. É importante que o presidente Trump permita que a Venezuela possa cuidar da sua soberania, cuidar dos interesses democráticos da Venezuela e vamos ver o que que vai acontecer. Está tudo muito recente e eu acho que nós temos que ter um pouco de paciência porque quem vai encontrar uma solução para o povo da Venezuela é o próprio povo venezuelano”, afirmou Lula.

Lula disse que vem dialogando com diferentes líderes internacionais em defesa do multilateralismo, citou a conversa que teve nesta segunda com o francês Emmanuel Macron, com o presidente do Chile, Gabriel Boric, e com o próprio Trump, no dia anterior.

 


Carteira de trabalho (Foto: Heloise Hamada/G1)

Capivari (SP) e Santa Bárbara d’Oeste (SP) estão com 63 vagas de empregos abertas. As oportunidades são para profissionais de diferentes formações e com grau de escolaridade variado. Os interessados podem procurar os postos de atendimento nas duas cidades nesta qaurta-feira (21).

Em Capivari, há vagas para analista de vendas, aplicador de used, assistente administrativo, assessor comercial, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de produção, consultor (a) de vendas, coordenador de logística, desenhista cadista, eletricista de caminhão, estágio em comércio exterior, estágio na área adminstrativa, líder de operações, mecânico de caminhão, motorista de carreta, operador de dobradeira, supervisor operacional, técnico em segurança do trabalho e torneiro mecânico.

Os interessados devem ir ao Posto de Atendimento ao Trabalhador, na Avenida Piratininga, 797, Santa Terezinha com. É necessário levar carteira de trabalho, cartão cidadão ou Cartão do PIS, RG (carteira de habilitação não é aceita), CPF e comprovante de endereço.

Santa Bárbara d’Oeste
São 44 vagas na Casa do Trabalhador de Santa Bárbara d’Oeste. Para pessoas alfabetizadas as opções são de acabador em mármores e granitos, auxiliar de limpeza, costureira , mecânico de máquina de costura e padeiro.

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Os candidatos com ensino fundamental podem se inscrever para as vagas de ajudante de açougue,  cozinheira, eletricista de automóveis, laminador e montador de estruturas metálicas.

Para quem cursou o ensino médio o espaço oferece postos para oficial de marmoraria, analista de folha, auxiliar de departamento pessoal, calconista,  fresador, garçom, mecânico de open-end e operador de manufatura.

Há opções para profissionais com cursos profissioniar de ajudante de encanador, corretor (a) de imóveis, encanador industrial, mecânico de manutenção e tosador.

Para pessoas com curso superior tem vagas de estagiária de vendas, farmacêutico e supervisor comercial.

Pessoas com deficiência têm a opção de agente de fiscalização. A Casa do Trabalhador de Santa Bárbara D’Oeste na Rua Riachuelo, 739, Centro.

O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. Informações pelo telefone (19) 3499-1015. É importante que o profissional esteja com RG, CPF e Carteira de Trabalho em mãos.


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Ao comentar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os efeitos de decretos  – do governo e do Congresso Nacional – que tratam do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, disse nesta sexta-feira (4) que a medida está “em sintonia” com o desejo da maioria do plenário da Casa e também da sociedade.

“A decisão do ministro Alexandre de Moraes evita o aumento do IOF, em sintonia com o desejo da maioria do plenário da Câmara dos Deputados e da sociedade. Continuamos abertos ao diálogo institucional, com respeito e serenidade, sempre em busca do equilíbrio das contas públicas e do crescimento sustentável da economia”, escreveu no X.

A decisão

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Por meio de medida cautelar, o ministro do STF Alexandre de Moraes suspendeu os efeitos de decretos que tratam do IOF. Na decisão, ele determina ainda a realização de uma audiência de conciliação entre o governo federal e o Congresso Nacional sobre o tema, agendada para o dia 15 de julho na sala de audiências da Corte, em Brasília.

“Comunique-se ao presidente da República e ao presidente do Congresso Nacional, para ciência e cumprimento imediato desta decisão, solicitando-lhes informações, no prazo de cinco dias.”

Também devem participar do encontro a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU).  “Após a realização da audiência de conciliação, será analisada a necessidade de manutenção da medida liminar concedida”, destacou o ministro.

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Entenda o imbróglio do IOF

No fim de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decreto que aumentava o IOF para operações de crédito, de seguros e de câmbio. O documento fazia parte de medidas elaboradas pelo Ministério da Fazenda para reforçar as receitas do governo e atender às metas do arcabouço fiscal.

No início de junho, o governo reverteu parte das elevações do IOF, mas editou uma medida provisória (MP) que aumenta outros tributos. Também em junho, a derrubada do decreto foi pautada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta. Cerca de duas horas após ter sido derrubado, o decreto também foi rejeitado em votação simbólica no plenário do Senado Federal.

Na última terça-feira (1º), a Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) no intuito de reverter a derrubada do decreto. Segundo o ministro da AGU, Jorge Messias, a ação declaratória de constitucionalidade (ADC) foi apresentada após solicitação feita por Lula e com base em estudo técnico e jurídico solicitado ao órgão na semana anterior.

O ministro Alexandre de Moraes foi escolhido relator da ADC protocolada pela AGU para reconhecer a validade do decreto editado pelo presidente. Moraes vai comandar o caso porque já atua como relator de dois processos que tratam do assunto. As ações foram protocoladas pelo PL e pelo PSOL. Não há data para decisão do ministro.


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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (8) contra a realização de eleições diretas para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro.

No entendimento do ministro, a eleição deve ocorrer por voto indireto, ou seja, pela deliberação dos deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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O ministro entendeu que a condenação do ex-governador Cláudio Castro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) obriga a realização de eleição indireta para o comando interino do estado. 

Além disso, Fux citou que as eleições gerais para o governo estadual estão previstas para outubro deste ano. 

“Seria inconcebível que, no espaço de seis meses, a população fluminense fosse convocada para duas eleições, com enorme custo financeiro para Justiça Eleitoral, em torno de R$ 100 milhões, além da notória dificuldade operacional”, afirmou.

Com o voto de Fux, o placar do julgamento está empatado em 1 a 1.  A sessão será retomada nesta quinta-feira (9).

Mais cedo, o ministro Cristiano Zanin, relator do caso, votou pela realização de eleições diretas. 

No entendimento do ministro, a renúncia de Cláudio Castro, realizada no dia anterior ao julgamento do TSE, foi uma “tentativa de burla” para evitar a convocação de eleições populares no Rio. 

O Supremo julga uma ação na qual o diretório estadual do PSD defende a realização de eleições populares para o comando interino do estado.

Entenda 

A eleição para o mandato-tampão deverá ser realizada porque a linha sucessória do estado está desfalcada. 

No dia 23 de março, o ex-governador Cláudio Castro foi condenado à inelegibilidade pelo TSE. Em função da condenação, o tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato-tampão.

Contudo, o PSD recorreu ao Supremo e defendeu eleições diretas. No dia anterior ao julgamento, Castro renunciou ao mandato para cumprir o prazo de desincompatibilização para se candidatar ao Senado. Ele poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril.

A medida foi vista como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas. Com a renúncia, o ex-governador poderia ter influência na eleição de um aliado para o governo interino. 

O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo, em 2025 para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado. Desde estão, o estado não tem vice-governador. 

O próximo na linha sucessória seria o presidente da Alerj, o deputado estadual Rodrigo Bacellar. No entanto, o parlamentar foi cassado na mesma decisão do TSE que condenou Castro e já deixou o cargo. Antes da decisão, Bacellar também foi afastado da presidência da Casa por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é investigado no caso que envolve o ex-deputado TH Joias. 

Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador do estado. 

Novas eleições

Após a decisão da Corte, as eleições para o mandato-tampão deverão convocadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio ou pela Alerj.

Com eventual decisão favorável às eleições diretas, o Supremo ainda precisará decidir se quem for eleito para comandar o estado ficará no cargo até o fim deste ano ou pelos próximos quatros anos.

Diante da proximidade das eleições gerais, que serão realizadas em outubro, a possibilidade de antecipação do pleito para governador é discutida pelos ministros que são favoráveis à eleição direta.  

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10 de junho de 2025
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