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NOTÍCIAS EXTRAS

A Prefeitura de Ouro Verde está com inscrições abertas para concurso público, que visa o preenchimento de duas vagas, sendo uma de engenheiro agrônomo e uma de operador de vaca mecânica. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais e a remuneração varia de R$ 1.003,13 a R$ 2.315,50. A validade é de dois anos.
As inscrições devem ser realizadas até a próxima segunda-feira, dia 23 de julho, pela internet. A participação será confirmada mediante ao pagamento da taxa no valor de R$ 50 – para nível médio – e R$ 80 para nível superior.
A aplicação da prova objetiva está prevista para o dia 5 de agosto, na Emef Professora Júlia Roseira Jerônimo, localizada na Rua Espírito Santo, 353, no Bairro Nova Esperança.
Seguem até o próximo domingo, dia 22 de julho, as incrições dos concursos públicos da Prefeitura de Alfredo Marcondes. Os certames visam o preenchimento de duas vagas na administração municipal – no cargo de educador social – e a formação de cadastro reserva nas funções de monitor de transporte escolar e professores, bem como dentista, enfermeiros, motorista, tratorista e secretário.
Os interessados deverão se inscrever, mediante ao pagamento de taxa que varia de R$ 35 a R$ 70. Já a remuneração pode chegar a R$ 2.712,46.
As oportunidades estão disponíveis em dois editais, sendo um voltado aos cargos de dentista, enfermeiros, motorista, tratorista e secretário, e o outro para educador social, monitor de transporte escolar e professores.
Conforme o edital, a previsão é de que as provas objetivas sejam aplicadas no dia 26 de agosto de 2018, em locais a serem divulgados, nos períodos da manhã e da tarde.
Continuam abertas as inscrições para a contratação de professores titulares junto ao Departamento de Física, na disciplina de ciência e tecnologia de filmes fino e espectroscopia óptica, junto à Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho” (Unesp), campus de Presidente Prudente.
Em regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), os selecionados portadores do título de livre-docente devem receber remuneração no valor de R$ 15.631,40, que corresponde à referência MS-6.
As inscrições devem ser realizadas até o dia 25 de setembro de 2018, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 15h30, na Seção Técnica de Comunicações da Unesp, localizada na Rua Roberto Simonsen, 305, em Presidente Prudente. A taxa do investimento é de R$ 191.
Com validade de seis meses, o certame compreende prova de títulos, prova didática e prova de arguição do memorial ou do curriculum lattes. Mais detalhes podem ser conferidos no edital.


Logo Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (22), que o G20 – grupo das maiores economias do mundo – tem a responsabilidade de desenvolver um novo modelo de economia que priorize a transição energética e a resiliência climática. Lula discursou na sessão do G20 que tratou sobre a redução do risco de desastres, mudança do clima, transição energética justa e sistemas alimentares.

“Entramos agora numa nova etapa, que exigirá esforço simultâneo em duas frentes: acelerar as ações de enfrentamento da mudança clima e nos preparar para uma nova realidade climática. O G20 cumpre papel central em ambas”, disse em Joanesburgo, na África do Sul, onde ocorre a Cúpula de Líderes do G20.

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“O grupo responde por 77% das emissões globais. É do G20 que um novo modelo de economia deve emergir. O grupo é um ator-chave na elaboração de um mapa do caminho para afastar o mundo dos combustíveis fósseis”, acrescentou Lula.

Lula lembrou que, sob a condução do Brasil, as nações estão concluindo as negociações da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) no Brasil. Representantes da sociedade civil, entretanto, criticaram a falta de ambição para buscar as metas climáticas previstas no Acordo de Paris, que procura conter o aumento da temperatura do planeta em até 1,5ºC, como limite para que o mundo não entre em um ciclo grave de catástrofes ambientais.

Um dos principais pontos de frustração foi a ausência do mapa do caminho para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis, como petróleo e carvão mineral, os principais responsáveis pelas emissões dos gases que causam o aquecimento global. O governo brasileiro e, especialmente, o presidente Lula insistiram na aprovação de um texto que abordasse alguma proposta de cronograma de implementação dessa transição energética.

“A COP30 mostrou que o mundo precisa enfrentar esse debate. A semente dessa proposta foi plantada e irá frutificar mais cedo ou mais tarde. A mudança do clima não é uma simples questão de política ambiental. É, sobretudo, um desafio de planejamento econômico”, destacou Lula aos líderes do G20.

Lula citou o documento Princípios Voluntários para Investir em Redução de Risco de Desastres, aprovado sob a liderança sul-africana do grupo, que enfatiza a necessidade de financiamento de longo prazo para prevenção e resposta a desastres.

“Sistemas de alerta precoce não bastam. O clima vai colocar à prova nossas pontes, rodovias, edifícios e linhas de transmissão, vai exigir formas mais eficientes de gerir a água, cultivar alimentos e produzir energia, vai obrigar milhares de pessoas e de negócios a buscarem áreas mais seguras para viver e empreender”, lembrou o presidente brasileiro.

“Construir resiliência não é gasto, é investimento. Para cada dólar investido em adaptação, ganham-se quatro dólares em prejuízos evitados e outros benefícios sociais e econômicos”, acrescentou.

Mas um mundo resiliente não se faz apenas com infraestrutura, argumentou Lula ao defender o combate à fome e a pobreza e a proteção social das populações. “Vai contra nosso sentido mais elementar de justiça permitir que as maiores vítimas da crise climática sejam aquelas que menos contribuíram para causá-la”, disse.

O presidente contou ainda que o Brasil lançou, na COP30, a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas. Nela, foram reforçados três compromissos: fortalecer a proteção social; apoiar pequenos produtores; e garantir alternativas de vida sustentáveis para comunidades que vivem nas florestas.

“O G20 pode proteger cadeias alimentares por meio de medidas como compras públicas e seguros rurais”, sugeriu durante seu discurso.

Crescimento inclusivo

Mais cedo, Lula também discursou na primeira sessão da cúpula de líderes, sobre crescimento econômico sustentável e inclusivo. Ele defendeu a taxação de super-ricos e a troca de dívidas dos países mais pobres por investimentos em desenvolvimento e em ação climática consistente.

“Está na hora de declarar a desigualdade uma emergência global e redesenhar regras e instituições que sustentam assimetrias”, disse ao defender a proposta da África do Sul de criação de um Painel Independente sobre Desigualdade, nos moldes do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, debate liderado pelo prêmio Nobel, o economista Joseph Stiglitz.

“Essa iniciativa será fundamental para recolocar nos trilhos a implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Sem financiamento a Agenda 2030 não passará de uma declaração de boas intenções”, afirmou Lula.

O G20 é o principal órgão para cooperação econômica internacional, criado em 1999 após a crise financeira asiática. Em 2008, ele também se tornou uma instância política, com uma cúpula de chefes de Estado e de governo.

Em 2025, a África do Sul conduz os trabalhos do G20 sob o lema “Solidariedade, Igualdade e Sustentabilidade”, com quatro prioridades: fortalecimento da resiliência e capacidade de resposta a desastres; sustentabilidade da dívida pública de países de baixa renda; financiamento para a transição energética justa; e minerais críticos como motores de desenvolvimento e crescimento econômico.

A presidência sul-africana encerra, ainda, um ciclo em que todos os países terão exercido, pelo menos uma vez, a liderança do grupo.

Lula, que esteve na primeira cúpula de líderes em 2008, criticou o protecionismo atual e defendeu o multilateralismo para as soluções globais. “Intervenções oportunas e a coordenação entre as economias desenvolvidas e os mercados emergentes foram fundamentais para evitar colapso de proporções catastróficas. Mas a resposta oferecida pela comunidade internacional foi incompleta e produziu efeitos colaterais que perduram até hoje”, afirmou.

“Enveredamos por uma trilha que repetiu a receita de austeridade como um fim em si mesmo, que aprofundou desigualdades e que ampliou tensões geopolíticas. Agora, o protecionismo e o unilateralismo ressurgem como respostas fáceis e falaciosas para a complexidade da realidade atual”, destacou.

Agenda

Lula desembarcou em Joanesburgo nesta sexta-feira (21) e manteve reunião bilateral com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, quando o parabenizou pela condução da presidência sul-africana do G20. Ramaphosa, por sua vez, saudou a realização da COP30 ressaltando, em especial, o forte componente de participação social.

“Ambos concordaram que os êxitos da COP30, em Belém, e da Cúpula do G20, em Joanesburgo, representam ativos essenciais para o fortalecimento do multilateralismo”, diz comunicado do Palácio do Planalto.

Na esfera bilateral, Lula convidou o presidente Ramaphosa para uma visita de Estado ao Brasil no início de 2026, quando deverão promover, também, um seminário empresarial. “Os dois líderes reconheceram que a balança comercial não condiz com o tamanho das duas economias e avaliam a possibilidade de negociações para ampliação do acordo entre Mercosul e a União Aduaneira da África Austral”, acrescenta.

O sul-africano ainda manifestou interesse em conhecer as políticas de inclusão social do Brasil e de promoção da segurança alimentar.

Neste domingo (23), Lula continua em Joanesburgo onde participa de mais uma sessão do G20 sobre minerais críticos, trabalho decente e inteligência artificial. À margem da cúpula, ainda está prevista reunião entre os líderes do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas). A iniciativa trilateral foi desenvolvida em 2003 no intuito de promover a cooperação entre os países do Sul Global.

Na sequência, Lula embarca para Maputo, capital de Moçambique, onde faz uma visita de trabalho na segunda-feira (24). A viagem se insere nas comemorações de 50 anos das relações diplomáticas entre os dois países. A previsão é que Lula embarque de volta para o Brasil ainda na segunda-feira.


EXCLUSIVO: Mensagens indicam acesso prévio a mais 2 questões do Enem não anuladas
Manuel Palacios, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), explicou ao g1 e ao Jornal Nacional, nesta terça-feira (25), por que anulou apenas três questões do Enem 2025, apesar de ao menos 8 perguntas muito semelhantes às da prova terem sido divulgadas antes pelo estudante de medicina Edcley Teixeira.
Em resumo, os principais argumentos de Palacios e do Inep são:
CONTINGÊNCIA: A anulação das três questões ocorreu logo após as primeiras revelações sobre o caso Edcley, ainda em meio a incertezas. O Inep não tinha clareza sobre o alcance das divulgações antecipadas e, por isso, optou por uma medida imediata de contingência.
SEMELHANÇAS: Após a anulação, a equipe do Inep afirma ter identificado semelhanças, mas não equivalência total entre os itens antecipados e a prova. Palacios afirma que nenhuma questão idêntica apareceu no material divulgado por Edcley (compare as perguntas abaixo).
“NÃO ALTERA O RESULTADO”: Inep considera que a exposição prévia de perguntas não altera o desempenho dos candidatos, porque o impacto seria estatisticamente baixo diante do alto volume de questões que os participantes resolvem ao longo da preparação.
Caso revelado pelo g1
Reportagens publicadas em primeira mão pelo g1 mostram que o estudante de medicina Edcley Teixeira, de Sobral (CE), descobriu que questões de uma prova da CAPES (órgão do governo federal) serviam como pré-teste para o Enem — ou seja, poderiam aparecer em edições futuras do exame.
Ele, então, passou a pagar para que alunos participassem desse concurso da CAPES e memorizassem as perguntas. Assim, montou um material com centenas de itens e começou a vendê-lo para candidatos do Enem.
O g1 mostrou que ao menos 8 perguntas quase idênticas às que caíram na prova de 2025 fora divulgadas antes por Edcley. O universitário expôs os conteúdos em lives, apostilas e grupos de Whatsapp com até 8 meses de antecedência em relação à avaliação.
Repórter do g1 conta como descobriu questões antecipadas do Enem
Sem diagnóstico claro
Segundo Palacios, na data da decisão do cancelamento desses 3 itens (18 de novembro), o órgão enfrentava uma situação desconhecida. “Não sabíamos o que tinha se passado”, disse o presidente do Inep. Agora, com a análise completa do caso, teria ficado evidente que “em nenhum momento o Enem esteve em risco”.
Mesmo diante das comprovações da similaridade das perguntas, o Inep declarou que nenhuma outra questão será anulada, além das três que foram canceladas em 18 de novembro.
“Aí você me pergunta: o que que aconteceu na terça-feira [18]? Nós tínhamos que lidar com uma situação desconhecida. Não sabíamos o que tinha se passado. Estudamos, pesquisamos. Todas as equipes técnicas do INEP foram mobilizadas para ver o que estava sendo oferecido ao público. Hoje, nós temos um diagnóstico claro do que estava acontecendo”, afirma Palacios.
“E é importante repetir que essa decisão [da anulação das 3 perguntas] foi tomada sem se ter um quadro completo do que estava se passando.”
O g1 questionou se o Inep teria desistido de anular as questões caso tivesse aguardado por mais tempo. O presidente respondeu que “bom, a gente lida com circunstâncias da forma como elas aparecem”.
‘Esse pacote de perguntas não existe’
Manuel Palacios, presidente do Inep, em entrevista ao g1 e ao JN nesta terça-feira (25)
Reprodução/TV Globo
Para justificar que nenhuma outra pergunta será anulada, Palacios alegou que os candidatos do Enem estão acostumados a resolver centenas de questões ao longo do ano. A probabilidade de eles terem memorizado especificamente as que caíram na prova seria muito baixa, na visão de Palacios.
“As perguntas que alguém [Edcley] analisou (…) não afetam em nada o estudante que se prepara para o Enem, porque ele tem de fazer vários exercícios e analisar diferentes problemas”, diz o presidente do Inep.
“O fato de se visualizar uma questão que por coincidência caiu em uma prova não altera o resultado de ninguém. Até mesmo porque a probabilidade de acertar uma questão ao acaso, na sorte, já é de 20%. Altera muito pouco o fato de eu ter visto [a pergunta antes]”, afirma.
‘Podem cair no Enem’
Propaganda do curso de Edcley
Reprodução
Conforme o g1 mostrou, no entanto, o material divulgado por Edcley dizia explicitamente que era formado por “pré-testes que podem cair no Enem” (veja imagem acima). E se os alunos tiverem se dedicado mais a esses conteúdos especificamente, já que possuíam um “diferencial”?
“Esse pacote [de perguntas de Edcley] que teria sido vendido não existe”, diz Palacios.
“Colocamos em pré-teste entre 4 mil e 5 mil questões nos últimos anos. Essas questões não estão presentes em nenhuma dessas apostilas de forma representativa. Algumas têm itens semelhantes, porque a matéria prevista para compor os exames é conhecida. Outras têm semelhanças mais significativas. Mas não há uma sequer que seja idêntica”, diz o presidente.
Abaixo, compare as questões adiantadas por Edcley às que de fato caíram no Enem:
Pergunta sobre fotossíntese (anulada)
Questão 115 na prova cinza; 121 na amarela; 132 na verde; 123 na azul.
Versão de Edcley:
Questão postada por Edcley antes do Enem – fotossíntese
Reprodução/Redes sociais
Questão do Enem 2025
Questão do Enem 2025 sobre fotossíntese
Reprodução
Pergunta sobre espécies (continua válida)
Versão de Edcley:
Questão sobre espécies – Edcley
Reprodução/Redes sociais
Questão do Enem 2025:
Questão sobre espécies – Enem 2025
Reprodução
Pergunta sobre grito (anulada)
Questão 118 na prova cinza; 115 na amarela; 135 na verde; 132 na azul.
Versão de Edcley:
Pergunta sobre grito – Edcley
Reprodução/Redes sociais
Questão do Enem 2025:
Pergunta sobre grito – Enem 2025
Reprodução
Pergunta sobre desvio padrão (continua válida)
Versão de Edcley:
Pergunta sobre desvio padrão – Edcley
Reprodução/Redes sociais
Questão do Enem 2025:
Questão de desvio padrão – Enem 2025
Reprodução
Pergunta sobre parcelamento de R$ 60 mil (anulada)
Questão 172 na prova cinza; 178 na amarela; 168 na verde; 174 na azul.
Live de Edcley:
Live de Edcley mostra questão sobre parcelamento
Reprodução
Questão do Enem 2025:
Questão sobre parcelamento do Enem 2025
Reprodução
Pergunta sobre tijolos (continua válida)
Apostila de Edcley
Questão da apostila de Edcley sobre tijolos
Arquivo pessoal
Questão do Enem 2025
Questão sobre tijolos no Enem 2025
Reprodução
Pergunta sobre probabilidade/lançamento de dados (continua válida)
Questão 178 da prova azul, 176 da cinza, 169 da amarela e 172 da verde.
Mensagem por Edcley em grupo de WhatsApp em março (à esquerda) mostra alternativa correta de prova aplicada 8 meses depois (à direita)
Print de mensagem enviada em março (à esquerda) mostra alternativa correta de prova aplicada 8 meses depois (à direita)
Arquivo pessoal
Pergunta sobre solução com concentração de 99,90% (continua válida)
Questão 140 da prova azul, 144 da cinza, 137 da amarela e 148 da verde.
Mensagem de Edcley
Prints de conversas de Whatsapp mostram que Edcley enviou aos alunos questão quase idêntica à do Enem 2025
Arquivo pessoal
Questão do Enem 2025
Questão de matemática do Enem 2025 sobre solução.
Reprodução
Como Edcley teve acesso às perguntas?
Ele percebeu que o Prêmio Capes de Talento Universitário, voltado a alunos do primeiro ano da graduação, usava questões que funcionavam como um pré-teste para o Enem.
Identificou que esses itens podiam aparecer em edições futuras do exame.
Passou incentivar que universitários participassem do concurso da Capes.
Ofereceu pagamento mínimo de R$ 10 por cada questão que eles conseguissem memorizar.
Com esses relatos, montou um “banco de itens”, um acervo de perguntas que usava nas aulas.
Passou a vender o conteúdo em mentorias para estudantes.

Diagnosticada com doença de Parkinson há quase duas décadas, Maria Salete Félix , 75, depende hoje de ajuda para tarefas simples, como ir ao banheiro, tomar banho e se alimentar. A filha, Joana Darc Félix Lopes de Sena, 40, é responsável sozinha pelo cuidado da mãe, apesar de ter outros dois irmãos.
Leia mais (01/06/2026 – 04h00)


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As partidas dos Jogos Universitários Brasileiros de Futebol (JUBsFut) também estão sendo disputadas em Barra dos Coqueiros, cidade próxima a Aracaju, no primeiro Centro de Desenvolvimento do Futebol do Nordeste. Essa estrutura, idealizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e inaugurada em agosto do ano passado para impulsionar as categorias de base e o futebol feminino, vem servindo de palco para as partidas de futebol masculino.

Nas semifinais da competição, Gustavo Lazaroto, estudante de Agronomia da Universidade Federal de Jataí (Goiás), afirmou que o esporte universitário pode ser um caminho para o futebol profissional.

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“Essa participação proporciona visibilidade, atraindo a atenção de olheiros e clubes, e recolocando muita gente de volta no radar profissional”, afirma o jovem de 22 anos.

Lazaroto também ressalta a importância da disciplina e da responsabilidade inerentes ao futebol: “Joguei aqui contra times do Amapá e do Rio Grande do Sul. Os JUBs trazem essa diversidade e a possibilidade de compartilharmos culturas diferentes da nossa. É possível cultivar no esporte o valor da amizade e da troca de experiências. Esses contatos enriquecem tanto a vida pessoal quanto a profissional, construindo uma rede de contatos valiosa, o famoso networking”.

Letícia Bastos, dirigente da delegação da Universidade Federal de Jataí, enfatizou que o futebol universitário amplia as possibilidades: “Durante estes quatro dias deu para perceber vários talentos por aqui. Sem dúvida, pode ser uma porta de entrada para o mundo profissional, mas o esporte não se esgota apenas nessa frente, pois pode acompanhar o jovem em outras carreiras”.

Professora de Educação Física, Letícia relata o crescente debate sobre a adoção de políticas nas universidades públicas que visam incluir cotas para atletas de alto rendimento, em um modelo denominado “dupla carreira”.

“Essa iniciativa, semelhante a outras políticas de cotas, permite que os alunos-atletas participem de competições de alto nível e, simultaneamente, sigam seus cursos de graduação. A Universidade Estadual de Maringá [UEM] e a Universidade de Brasília [UnB] têm sido pioneiras e lideram essas discussões. Eu, lá no interior goiano, estou acompanhando esses fóruns e espero que possamos ampliar esta política para outras universidades pelo Brasil”, concluiu.

*O jornalista viajou a convite da CBDU.

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