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Conselho Regional de Odontologia de MT
Conselho Regional de Odontologia de MT
O resultado oficial do concurso realizado pelo Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT) foi divulgado nessa semana.
O processo de seleção visou o preenchimento de 12 vagas e mais formação de cadastro de reserva em carreiras de nível médio ou superior. De acordo com a organização do concurso, foram 1.907 inscritos – destes, 1.158 compareceram aos locais de prova.
A lista de classificação está disponível na internet.
Realizada no dia 8 de abril, a prova foi aplicada nos municípios de Barra do Garças, Cuiabá, Rondonópolis e Sinop. O concurso terá validade de dois anos após o edital de homologação dos resultados, podendo ainda ser prorrogado por igual período, a critério do Conselho.


Logo Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu hoje (20) a votação do Projeto de Lei (PL) nº 2.628 de 2022, que obriga plataformas digitais a tomarem medidas para prevenir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdos ilegais ou considerados impróprios para determinadas faixas etárias. A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital foi tema de debate, nesta quarta-feira, no plenário da Casa.

O tema da adultização ganhou destaque após a divulgação de um vídeo pelo influenciador Felipe Bressanim, o Felca, denunciando o uso de perfis nas redes sociais com crianças e adolescentes em situações consideradas inapropriadas a fim de conseguir engajamento e monetização dos canais. Motta avaliou que a discussão “saiu das telas e ganhou as ruas”. “Virou conversa de família, de bar, de escola, de igreja. E que bom que isso aconteceu, porque hoje o tema também ganha o Congresso Nacional”.

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“O Brasil inteiro viu aquele vídeo. O país inteiro se chocou. Mas, mais do que o choque, o país se moveu”, disse. “E o Congresso nada mais é do que a extensão da rua, o ouvido e a pele da sociedade. Proteger nossas crianças não é escolha, não é gesto de governo, não é pauta de partido. É obrigação moral de qualquer pai, de qualquer mãe, de qualquer ser humano que entenda a dimensão do próximo. A própria palavra criança vem de criar. Criar exige tempo, exige cuidado, exige respeito.”

“Uma infância roubada não se recupera. Se falharmos nesse dever, que sentido tem a política? Que sentido tem um Parlamento? Que sentido tem viver em sociedade se não somos capazes de proteger aquilo que nos dá futuro?”, questionou o presidente da Câmara, ao citar que, ao longo das últimas semanas, o Brasil despertou para “uma urgência que já não pode mais ser empurrada adiante”.

“Essa Casa tem a chance de escrever uma página histórica, de construir, com os melhores especialistas e com a força de todos os deputados, a lei que vai blindar a infância brasileira contra a exploração, a violência e a perversão do nosso tempo”, disse. “Essa não será apenas mais uma lei. Será um pacto. Um pacto entre gerações, para que cada criança deste país tenha o direito sagrado de viver sua infância com dignidade, com inocência e com respeito”, concluiu Motta.

Momento crucial

Em sua fala, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, avaliou o momento como “crucial e decisivo” para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. “É imprescindível que essa Casa aprove o PL 2.628, que já passou por um amplo diálogo, com a participação social direta. Sabemos o quanto a ausência de responsabilização e regulação contribui para a manutenção da impunidade, uma marca infeliz que o país carrega quando o assunto são as violações de direitos humanos de grupos historicamente vulnerabilizados”.

“Todos perdem com a impunidade. Todos estão expostos e sofrem com esses efeitos danosos. Isso está exposto na saúde mental, nos relacionamentos interpessoais e nos censo de vida coletiva das crianças e adolescentes e de nossas famílias, tão massacradas pela ilusões que as redes sociais promovem em nossa sociedade quando não há limites e regramentos nítidos.”

>> Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes

Durante o debate, Macaé lembrou do “imenso potencial democrático e de acesso a direitos” que o mundo digital permite, mas alertou que a ausência de regras que protejam os mais frágeis inverte essa lógica, “priorizando violência, ódio e lucro financeiro em detrimento da vida de nossas crianças”.

“Todo nós sofremos com essa realidade, mas a proteção de crianças e adolescentes é um imperativo moral e ético já estabelecido em marcos de fundamental importância, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”.

“Não é possível conviver em um ambiente no qual o engajamento ao ódio seja a marca do conteúdo que será entregue ou visualizado, deixando o bem-estar e as noções universais dos direitos humanos de lado. Nessa conta, perdemos todas e todos. Por essa razão, nosso Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, manifesta-se de forma favorável ao Projeto 2.628 de 2022”, concluiu a ministra.

Responsabilidade compartilhada

Em sua fala, a coordenadora de Relações Governamentais do Instituto Alana, organização de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, Tayanne Galeno, lembrou que o mesmo plenário que promove o debate hoje aprovou o que ela considera o artigo mais importante da Constituição brasileira: o 227, “o único que alia as palavras absoluta e prioridade e estabelece que família, Estado e sociedade têm o dever de garantir os direitos de crianças e adolescentes”.

“Gostaríamos de ressaltar a importância que a Câmara dos Deputados, sob a liderança dom presidente Hugo Motta, tem de equiparar os direitos de crianças e adolescentes do Brasil, que representam um quarto da população brasileira, a outras legislações internacionais que versam sobre seus direitos em ambiente digital. Hoje, crianças e adolescentes brasileiros estão sendo tratados com menos proteção do que são tratadas em outros países.’

“O artigo 227 da Constituição traz a noção da responsabilidade compartilhada entre Estado, famílias e sociedade na promoção da prioridade absoluta de crianças e adolescentes. O PL 2.628 convoca as empresas de tecnologia a, enfim, partilharem dessa responsabilidade”, destacou. “Apoiamos a aprovação desse projeto, para que tenhamos uma resposta à sociedade brasileira, que anseia por essa proteção”. 

Outro lado

Ainda durante o debate, a gerente de Políticas de Segurança e Bem-Estar da Meta na América Latina, Taís Niffinegger, classificou a discussão como “tão urgente e tão necessária quanto a proteção de crianças e adolescentes em ambiente digital”. “Para nós, a segurança dos jovens nas nossas plataformas é uma prioridade. Para tanto, adotamos uma abordagem em múltiplas camadas, a fim de proteger os usuários, especialmente os mais vulneráveis”.

A Meta, segundo ela, investe continuamente em segurança de jovens em suas plataformas. Dados destacados pela gerente dão conta de que, globalmente, mais de 40 mil colaboradores da empresa atuam na área de segurança, incluindo revisores de conteúdo e equipes especializadas em jovens e em grupos de risco. Ainda de acordo com Taís, nos últimos 10 anos, a Meta investiu mais de US$ 30 bilhões em segurança online, priorizando a integridade da plataforma e a segurança dos usuários.

“Ao pensar na nossa abordagem para enfrentar a segurança infantil, existem três principais pilares: prevenção, controle e resposta. Queremos que os adolescentes tenham experiências positivas e apropriadas para a sua idade nos nossos aplicativos e trabalhamos para impedir que criminosos se utilizem das nossas plataformas para se aproximarem de menores de idade.”

“Investimos continuamente para detectar e remover conteúdos e comportamentos impróprios nos nossos serviços e aperfeiçoamos nossas políticas e recursos para fazer frente a essas novas formas de ameaça. Nossas políticas não permitem nudez, abuso e exploração de menores. Isso inclui o compartilhamento ou solicitação de imagens de exploração infantil, interações inadequadas e sexualização explícita de menores”, completou.

Segundo Taís, a empresa mantém ainda regras contra formas mais implícitas de sexualização, além de remover contas dedicadas a compartilhar imagens aparentemente inofensivas de menores quando existem comentários “ou qualquer forma de deturpar esse conteúdo”. “Utilizamos tecnologia para identificar contas de adultos que demonstrem comportamento potencialmente suspeito e fornecemos também ferramentas como bloqueio e denúncia”.

“Reitero que nossos esforços para poder manter os jovens protegidos de maneira direta e indireta é continuo. Estamos comprometidos em seguir aperfeiçoando a nossa tecnologia e o investimento em novas funcionalidades para oferecer uma experiência mais segura para os jovens e coibir a ação de atores mal-intencionados”, concluiu.

Raissa Suellen Ferreira da Silva, a Miss Serra Branca (BA) Teen, de 23 anos, foi morta enforcada pelo humorista Marcelo Alves no Paraná. Ele confessou a autoria do crime à Polícia Civil do Estado do Paraná (PCPR).

Segundo a PCPR, o humorista ofereceu uma falsa oportunidade de emprego em São Paulo para a vítima. No dia da suposta viagem, ele admitiu que a oferta era falsa e confessou que planejou o encontro para revelar que nutria sentimentos por Raissa.

A polícia indica que, ao receber a notícia, Raissa teria ficado alterada e Marcelo a enforcou. Após constatar o óbito, o autor do crime teria enrolado o corpo em um plástico e o levado para a cidade de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

Quem era vítima

Raissa Suellen Ferreira da Silva era modelo e influenciadora digital, produzindo conteúdo sobre beleza e estética.

Veja: quem era Miss Serra Branca (BA) Teen, morta por humorista

Ela havia se mudado para Curitiba (PR) há cerca de três anos, em busca de novos objetivos, e havia iniciado recentemente um curso superior de estética. Familiares relataram que Marcelo Alves era amigo da família e a conhecia desde pequena.

A jovem estava desaparecida desde o dia 02 de junho. Familiares gravaram vídeos pedindo ajuda, e amigos organizaram uma vaquinha online para auxiliar nos custos com o traslado do corpo e enterro.

A Polícia Civil do Paraná continua as diligências para localizar o corpo da vítima.

A CNN aguarda retorno da defesa de Marcelo.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, voltou a desafiar a direção partidária e assegurou sua permanência no governo Lula, afirmando que “não deve nada para ninguém” dentro do União Brasil. Suspenso da Executiva Nacional por se recusar a deixar o ministério após a ruptura da sigla com o Planalto, Sabino afirmou estar com a “consciência tranquila, limpa”. Ele sustentou ainda que sua atuação na COP-30 justifica a decisão de permanecer no cargo.

Para Sabino, o processo disciplinar que poderia resultar na sua expulsão, e que pode se arrastar por até 60 dias, não faria sentido “faltando menos de um ano para as eleições de 2026”. Além disso, Sabino permanece com a disposição de seguir no governo. “Estou trabalhando pelo Brasil, pelo Pará e pela COP-30, que não é uma simples reunião de condomínio”, disse em entrevista nesta segunda-feira, 17, ao programa “Bom dia, Ministro”, ao reforçar que não cometeu nenhuma irregularidade.

Celso Sabino diz que processo de expulsão não faria sentido a um ano da eleição
Celso Sabino diz que processo de expulsão não faria sentido a um ano da eleição

A crise de Sabino se intensificou após a federação União Progressista (União Brasil e PP) determinar que filiados deixassem suas pastas no governo Lula, sob risco de punição no último dia 18 de setembro. A avaliação dentro do partido é de que a situação se tornou insustentável após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dizer que Antonio Rueda, presidente do União Brasil, não gosta dele nem do governo.

Sabino, no entanto, ignorou o ultimato, foi afastado da direção partidária no Pará e passou a ser alvo de críticas internas, especialmente do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que o chamou de “traidor”. O ministro respondeu minimizando a acusação e ironizando o desempenho eleitoral do governador, afirmando que só pretende tratá-lo como adversário “quando ele atingir 1,5% nas pesquisas”.

Mesmo pressionado, Sabino tem reforçado publicamente sua aliança com o presidente Lula. Durante agendas oficiais, inclusive em Belém, afirmou que nenhum partido vai afastá-lo do povo e que Lula pode contar com ele “onde estiver”. Pré-candidato ao Senado pelo Pará, o ministro aposta na visibilidade política da COP-30 para fortalecer sua base regional e argumenta que abandonar o ministério às vésperas do evento teria significado “interromper um trabalho essencial” para o país.

No debate sobre a organização da COP-30, Sabino voltou a rebater críticas e atribuiu parte delas à “síndrome de vira-lata”. Para ele, a conferência, que soma mais de 60 mil inscritos, está dentro da normalidade, e problemas como a explosão do preço das hospedagens foram corrigidos pelo próprio mercado. Segundo o ministro, há setores “procurando cabelo em ovo” e tentando associar falhas pontuais a questões políticas. “Isso é síndrome de vira-lata: achar que tudo o que funciona bem precisa estar lá fora”, afirmou.

A posição de Sabino expõe o paradoxo vivido pelo ministro: enquanto mantém prestígio no governo – reforçado pela presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo – enfrenta isolamento crescente dentro do partido e a possibilidade concreta de expulsão. Ainda assim, ele diz apostar na força do cargo e na centralidade da COP-30 para sustentar sua trajetória política. No centro da disputa, a frase que repetiu várias vezes resume o momento e evidencia o racha com sua própria legenda: “Não devo nada para ninguém”.


Logo Agência Brasil

Um vídeo que foi parar nas redes sociais mostra um homem, num ponto de ônibus em São Paulo, disparando dez vezes contra um cachorro. O crime, segundo a polícia, aconteceu no último dia 18, mas as imagens só surgiram agora.

Os disparos foram feitos na Avenida Ragueb Chohfi, na zona leste da capital paulista. O suspeito, que ainda não foi identificado, estava discutindo com uma mulher, o que deixou o cãozinho agitado e latindo muito.

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Em seguida, o homem se vira para o animal e faz vários disparos com um revólver. Ele fugiu do local.

O caso foi registrado no 49º Distrito Policia, em São Mateus e o agressor é investigado por praticar ato de abuso contra animais e disparos de arma de fogo.

Caramelo

A morte deste cachorro, na zona leste de São Paulo, foi revelada no mesmo dia em que o governo do estado reconheceu por lei o “vira-lata caramelo” como expressão cultural de São Paulo.

A medida chega num momento em que o país registra graves ataques a outros animais, especialmente os comunitários, como os cães Orelha e Abacate.

Orelha foi espancado no começo de janeiro por quatro adolescentes na Praia Brava, em Santa Catarina. Ele morreu um dia depois das agressões. Na cidade de Toledo, no Paraná, Abacate foi morto após o disparo de um tiro de arma de fogo.

As policiais locais investigam os dois casos.

 

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