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NOTÍCIAS EXTRAS


Tudo o que já se sabe sobre o BBB 26
O Big Brother Brasil 26 já tem data marcada para começar. A nova temporada do reality promete várias novidades sobre a dinâmica do jogo, os grupos de participantes e as interações com o público. Confira, abaixo, tudo o que foi confirmado até agora.
📅 Estreia
O BBB 26 estreia segunda-feira, 12 de janeiro de 2026. A informação foi anunciada, em primeira mão, por Tadeu Schmidt no programa Mais Você nesta quarta-feira (3).
Cinco casas de vidro pelo Brasil
Antes mesmo da estreia, o público terá papel decisivo na formação do elenco. Serão instaladas cinco casas de vidro, uma em cada região do país, com quatro candidatos cada (dois homens e duas mulheres).
A votação no gshow vai definir dois participantes por casa (um homem e uma mulher), formando o grupo Pipoca com 10 integrantes.
Camarotes e Veteranos
Além dos Pipocas, o BBB 26 terá Camarote (famosos convidados) e Veteranos, ex-participantes que voltam ao jogo. Em entrevista à Ana Maria Braga, no Mais Você, Tadeu Schmidt evitou dar spoilers sobre a lista, mas afirmou:
‘É extraordinária. Icônica. Todo mundo vai falar: ‘caramba, vai ser demais ver essa pessoa lá dentro'”.
Laboratório com ‘banco de reservas’
Pela primeira vez na história do Big Brother Brasil o público terá a oportunidade de substituir qualquer jogador da casa. Essa substituição virá de uma espécie de “laboratório” onde um grupo de pessoas confinadas terão a grande chance de entrar na disputa.
Três Big Fones
A edição de 2026 conta ainda com outra novidade: a casa terá três aparelhos de Big Fone, mas apenas um tocará por vez. O público decidirá qual telefone vai tocar e qual mensagem será entregue.
Apresentadores e cobertura multiplataforma
Tadeu Schmidt segue como apresentador do reality. A cobertura da #RedeBBB terá nomes conhecidos:
Thiago Oliveira: conduz os flashes ao longo da programação da TV Globo;
Gil do Vigor e Ceci Ribeiro: apresentam o Bate‑Papo BBB no Gshow e no Globoplay com eliminados;
Rafael Portugal e Rodrigo Sant’Anna: continuam com os quadros de humor, comentando os bastidores e situações da casa.
Ana Clara e Ed Gama: comandam o Big Show no Multishow, com bastidores e interatividade; Ed também participa do Mesacast BBB.
“Big Brother Brasil”
Divulgação/Globo
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Logo Agência Brasil

Um novo eclipse lunar está previsto para o dia 3 de março. O fenômeno sempre mobiliza curiosos e especialistas, mas, desta vez, o Brasil não estará na melhor posição geográfica para acompanhar o espetáculo completo da chamada Lua de sangue.

O fenômeno ocorre quando há um alinhamento preciso entre Sol, Terra e Lua.

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“A Terra se coloca entre o Sol e a Lua. Então a Lua fica atrás da sombra que a Terra projeta. É um alinhamento desses três corpos”, explica o astrônomo Thiago Signorini Gonçalves, diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Segundo ele, no eclipse parcial vemos a sombra da Terra avançando sobre o disco lunar, como se fosse “uma mordida” escurecendo a Lua cheia. Já no eclipse total ocorre o fenômeno mais aguardado.

“Quando ela está perfeitamente alinhada, a luz do Sol não consegue mais chegar diretamente à superfície da Lua. Mas atravessa a atmosfera da Terra antes de chegar lá. Só a parte vermelha da luz consegue passar, enquanto a azul é espalhada. Por isso a Lua fica avermelhada, como no pôr do sol”, afirma.

O apelido Lua de sangue, segundo o astrônomo, é mais uma expressão de impacto popular do que um termo científico, mas traduz bem o efeito visual provocado pela filtragem atmosférica.

A notícia, porém, não é animadora para a maior parte do território brasileiro. 

“Infelizmente, na maior parte do Brasil a gente só vai ver o eclipse penumbral, que é um leve escurecimento da Lua cheia e que é um efeito difícil de perceber”, diz Thiago.

Em cidades como São Paulo e Brasília, o fenômeno ocorre por volta das 6h da manhã, já com a Lua muito baixa no horizonte oeste e pouco antes de o nascer do Sol, o que dificulta ainda mais a observação.

A situação melhora levemente na região Norte. No Acre, Rondônia e oeste do Amazonas, será possível acompanhar parte do eclipse parcial. “No Acre, por volta das 5h da manhã, já começa a ser possível perceber a sombra avançando. O máximo do encobrimento ocorre perto das 5h45, quando quase toda a Lua estará coberta”, explica.

Ainda assim, ele ressalta que o Brasil não é o melhor ponto do planeta para este eclipse. As condições ideais estarão no Pacífico, em regiões como a Nova Zelândia e ilhas como Fiji, onde a totalidade será plenamente visível.

Etapas

A astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional , detalha que todo eclipse total da Lua passa por cinco etapas: penumbral, parcial, total, parcial e penumbral novamente.

“O eclipse penumbral ocorre quando a Lua entra na sombra mais clara da Terra. Nessa fase, quase não percebemos diferença no brilho. Depois, quando começa a entrar na sombra escura, tem início o eclipse parcial, quando vemos a Lua ficando cada vez mais escura, em formato de mordidinha”, explica.

O eclipse total acontece quando a Lua está completamente imersa na umbra — a parte mais escura da sombra terrestre.

No caso do eclipse de 3 de março, porém, o Brasil verá apenas as fases iniciais. “Quando a Lua estiver totalmente eclipsada, ela já estará abaixo do horizonte para nós. O Brasil não vai ver o eclipse total”, afirma Josina.

Cronograma (horário de Brasília):

  • 5h44 – início do eclipse penumbral
  • 6h50 – início do eclipse parcial
  • 8h04 às 9h02 – fase total (não visível no Brasil)

Quanto mais a oeste a localização, maior será a porcentagem de obscurecimento. No extremo oeste do país, o encobrimento poderá chegar a 96% — muito próximo da totalidade, mas ainda tecnicamente classificado como parcial.

Segundo a astrônoma, eclipses lunares são relativamente frequentes no Brasil, mas  teremos  que esperar para rever um espetáculo completo. “Somente na noite de 25 para 26 de junho de 2029 o Brasil terá um eclipse total da Lua com todas as fases visíveis em todo o país”, destaca Josina.

Ainda em 2026 haverá um eclipse parcial quase total (93% de magnitude) visível em todo o território nacional, na noite de 27 para 28 de agosto. Em 2027, os três eclipses previstos serão apenas penumbrais. Já em 2028 haverá eclipses parciais, mas nenhum total visível no Brasil.


Logo Agência Brasil

Policiais civis do Rio de Janeiro deflagraram, nesta terça-feira (21), a Operação Metástase para desarticular uma organização criminosa interestadual especializada em roubos e distribuição de medicamentos oncológicos e imunossupressores.

As investigações revelaram que a quadrilha movimentou mais de R$ 33 milhões em apenas um ano e utilizava empresas de fachada para recolocar o material roubado no mercado.

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Os agentes cumprem dezenas de mandados de busca e apreensão e de prisão contra integrantes e lideranças do grupo. As diligências ocorrem simultaneamente no Complexo da Maré, na zona norte do Rio, na Baixada Fluminense, além de endereços em São Paulo, Goiás e Pará, com o apoio das unidades policiais de cada estado.

Também foi pedido o bloqueio de R$ 30 milhões em contas bancárias, além do sequestro de imóveis, veículos de luxo e outros bens e valores utilizados pelo bando para ocultar o patrimônio.

Segundo a polícia, o trabalho investigativo identificou uma organização criminosa altamente sofisticada e violenta, especializada em roubos de cargas de medicamentos oncológicos e imunossupressores de alto valor de mercado, que seriam utilizados tanto na rede privada quanto na rede pública de saúde.

Crimes

Os agentes constataram a participação do grupo em pelo menos 20 crimes semelhantes nos últimos seis meses, além da movimentação financeira superior a R$ 33 milhões no período de um ano, entre 2025 e 2026, por meio da utilização de empresas de fachada. As investigações indicaram que o material roubado era reinserido em instituições públicas de saúde de todo o país por meio de processos licitatórios na modalidade de tomada de preços.

Os policiais identificaram diferentes núcleos, cada um responsável por uma etapa da operação: o núcleo dos que roubavam; o núcleo logístico-financeiro intermediário; o núcleo logístico-financeiro final; e o núcleo de suporte territorial.

A apuração revelou que o esquema ia muito além do roubo das cargas transportadas. Após as ações criminosas, os medicamentos eram levados para áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro (TCP), no Complexo da Maré, onde ocorria o transbordo e a redistribuição da carga.

A facção criminosa atuava no suporte territorial, fornecendo apoio bélico e proteção ao núcleo de roubadores. Em seguida, um segundo núcleo era responsável pelo armazenamento, fracionamento e envio dos medicamentos roubados.

Para esconder a origem dos produtos e enviá-los aos receptadores finais em diversos estados do país, os integrantes utilizavam empresas de fachada, transportadoras, entregadores e “laranjas”. As equipes identificaram membros do grupo responsáveis por aliciar funcionários de transportadoras para obter informações privilegiadas sobre rotas e cargas.

As investigações apontaram que cerca de 25 empresas de fachada, distribuídas entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Pará, integravam a engrenagem financeira da organização criminosa e eram utilizadas para receptar os medicamentos roubados no estado do Rio de Janeiro.

Segundo os agentes, os medicamentos eram revendidos tanto para hospitais privados quanto, em alguns casos, para instituições públicas de saúde, por meio de processos licitatórios na modalidade de tomada de preços.

Ao oferecer valores inferiores aos praticados pelo mercado regular, o grupo conseguia inserir produtos de origem criminosa na cadeia legítima de fornecimento. Os policiais também identificaram o líder da organização criminosa, um homem com longo histórico de envolvimento em roubos de cargas.

De acordo com as informações coletadas, o esquema representa uma grave ameaça não apenas ao patrimônio, mas também à saúde pública.

“Medicamentos oncológicos e imunossupressores exigem rigoroso controle de temperatura e armazenamento durante todo o transporte. Quando mantidos em condições inadequadas, podem perder a eficácia, sofrer contaminação ou até gerar substâncias nocivas”, diz a polícia.

Além disso, o volume expressivo das cargas roubadas pode comprometer o abastecimento dos sistemas de saúde, impactando diretamente o tratamento de pacientes oncológicos, transplantados e pessoas com doenças autoimunes.

Notícias Líder do governo no Senado fala sobre os ataques do 8 de janeiro Dando a Real com Demori 10/06/2025 – 23:00

Neste episódio, Leandro Demori recebe o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, para uma conversa sobre o atual governo, anistia dos envolvidos nos ataques do 8 de janeiro, regulação das redes sociais e o impacto delas no cenário politico.

Rádio Nacional transmite o programa DR com Demori nas noites de terça

Jaques Wagner fala sobre o impacto das redes sociais na política

Jaques Wagner fala sobre o impacto das redes sociais na política – Valter Campanato/Agência Brasil

O programa fica disponível também em versão podcast, acesse.

Advogado Pedro Abramovay fala sobre regulação das redes Aava Santiago reflete sobre avanço da extrema direita nas igrejas 09/06/2025 – 12:20

Tags: 
Jacques Wagner política brasileira julgamento 8 de janeiro congresso nacional


James Tolkan, Michael J. Fox e Claudia Wells em cena de ‘De volta para o futuro’
Divulgação
James Tolkan, ator conhecido por trabalhos como coadjuvante em filmes como os da trilogia “De volta para o futuro”, morreu nesta quinta-feira (28), aos 94 anos.
A informação da morte foi confirmada pela família de Tolkan ao site The Hollywood Reporter. A causa da morte não foi revelada.
Outro filme de sucesso em que o ator esteve no elenco foi “Top Gun”. Ele interpreta Tom “Stinger”, comandante do grupo aéreo que entra em confronto com o protagonista Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise).
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Nascido em Michigan (EUA), o ator estreou na TV em um episódio da série “Naked City”, em 1966. Entre as séries de TV que esteve presente estão “Miami Vice” e “Um Maluco no Pedaço”.
Sua última participação nas telonas foi em 2015, no filme “Rastro de Maldade”.
James Tolkan em cena de ‘De volta para o futuro’
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