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21 de março de 2026
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Depois de dois anos em queda, a produção científica brasileira voltou a crescer em 2024, com a publicação de mais de 73 mil artigos. O número representa um avanço de 4,5% na comparação com 2023, conforme aponta novo relatório publicado pela editora científica Elsevier em parceria com a agência de notícias científicas Bori.

Apesar disso, a ciência brasileira ainda precisa aumentar sua produtividade para recuperar o patamar anterior às quedas. Em 2021, foram 82.440 artigos científicos publicados.

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O levantamento também mostra aumento expressivo na quantidade de pesquisadores brasileiros que publicaram artigos na última década. Em 2004, eram 205 autores a cada 1 milhão de habitantes, já no ano passado, essa proporção quase quintuplicou para 932 por milhão.

O relatório é feito a partir da Scopus, a maior base de dados de literatura científica revisada por pares dos mundo, que inclui mais de 100 milhões de publicações editadas por cerca de 7 mil editoras nas áreas de ciência, tecnologia, medicina, ciências sociais, artes e humanidades.

Já a análise por áreas mostra que as ciências da natureza seguem como as que mais publicam no Brasil, seguidas pelas ciências médicas. No entanto, o maior aumento em 2024 foi verificado entre os artigos de engenharias e tecnologias: 7,1%.

O relatório também verificou a variação da produção de 32 instituições de pesquisa brasileiras que publicaram mais de 1 mil artigos em 2024, e verificou crescimento em 29 delas, com destaque para as Universidades Federais de Pelotas, de Santa Catarina e do Espírito Santo.

Na outra ponta, as três instituições com diminuição na produção de artigos foram a Universidade Federal de Goiás, a Universidade Estadual de Maringá e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Panorama mundial

O relatório avaliou dados de 54 países com produção anual superior a 10 mil artigos e identificou que quase todos apresentaram crescimento em sua produção científica de 2023 a 2024, à exceção de Rússia e Ucrânia.

Também foi calculada a taxa de crescimento composta de cada nação, ao longo de 10 anos, de 2014 a 2024. Nos países de alta renda, que já possuem tradição em pesquisa científica, essa taxa tende a ser menor do que 5% por ano, enquanto países de renda média e baixa, que ainda estão consolidando seus sistemas de Ciência e Tecnologia apresentam índices mais altos.

No período analisado, por exemplo, os maiores crescimentos foram verificados no Iraque, Indonésia e Etiópia, e os menores na França, Japão e Taiwan.  

No entanto, o Brasil aparece na 39ª, com crescimento semelhante ao de países desenvolvidos como Suíça e Coréia do Sul e, de acordo com o relatório, tem perdido fôlego nos anos mais recentes.

De 2006 a 2014, essa taxa ficou consistentemente próxima de 12%, caindo bruscamente em 2016 e mantendo essa trajetória de desaceleração desde então. No período de dez anos encerrado em 2014, o Brasil cresceu apenas 3,4%.


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Além de ter depósitos e aplicações congeladas, os investidores do Banco Master – que teve a liquidação decretada pelo Banco Central na terça-feira (18) – têm de se preocupar com uma onda de golpes destinados a quem aguarda o ressarcimento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Anúncios em redes sociais e em aplicativos prometem “liquidez imediata” ou “antecipação” do pagamento da garantia, explorando a ansiedade de quem tinha Certificados de Depósito Bancário (CDB) emitidos pela instituição e agora está impedido de movimentar os recursos.

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Entidade privada que garante o ressarcimento de investimentos e depósitos em até R$ 250 mil por pessoa na instituição financeira, o FGC tem reforçado que não autoriza intermediários, não cobra taxas e não oferece qualquer mecanismo para agilizar pagamentos, alertando que qualquer promessa de antecipação é golpe.

Gerente de Engenharia de Segurança da  Check Point Software Brasil, Fernando Falchi afirma que a garantia do FGC é automática, e qualquer oferta de crédito vinculada ao pagamento representa um sinal de alerta de fraude. Qualquer comunicação, ressalta, só pode ser feita por meio do aplicativo do FGC, canal oficial de ressarcimento.

“O cibercriminoso sempre usa a pressa como arma. A verificação, feita no canal oficial, é o melhor antídoto para golpes digitais”, ressalta.

Riscos

No vácuo de informações e diante da ausência de prazo exato para o início dos pagamentos, surgiram ofertas fraudulentas que afirmam ser capazes de antecipar o valor garantido. Muitas delas se apresentam como empresas especializadas, advogados ou consultores financeiros.

As fraudes em nome do FGC dividem-se em dois tipos: roubo de dados e crédito abusivo. Os golpes mais comuns são os seguintes:

1. Phishing e roubo de informações: golpes que visam capturar dados pessoais e bancários por meio de:

  • Páginas falsas que imitam o site ou o app do FGC;
  • Links maliciosos enviados por WhatsApp ou redes sociais;
  • Atendentes falsos, que pedem códigos e senhas;
  • Aplicativos fraudulentos, que instalam malware.

Nesses casos, um clique errado permite aos fraudadores capturar credenciais, tomarem contas bancárias ou instalarem malware (programa invasor) capaz de monitorar celulares e computadores em tempo real, inclusive senhas.

2. Empréstimos predatórios:

Outra prática detectada é a oferta de supostos “adiantamentos”, que na verdade escondem operações de crédito com juros altíssimos. O investidor, acreditando estar antecipando o pagamento do FGC, acaba contratando um empréstimo que pode consumir boa parte do valor a receber.

Pressão sobre investidores

O Banco Master, conhecido pela oferta de CDBs com rendimento de até 140% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário, com taxa um pouco inferior aos juros básicos da economia), foi liquidado após meses de dificuldades. Fundado por Daniel Vorcaro, o banco acumulava carteira de crédito considerada de alto risco. A liquidação resultou ainda na prisão de executivos em operação da Polícia Federal que investiga a venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB).

Com o encerramento das atividades, investidores com aplicações de até R$ 250 mil passaram a depender exclusivamente do FGC para reaver o dinheiro. O processo, porém, não é imediato e exige etapas formais — o que abriu espaço para tentativas de fraude.

O procedimento correto, segundo o FGC, envolve os seguintes passos:

  • Cadastro inicial no aplicativo do FGC, único canal de atendimento;
  • Aguardar a lista de credores, enviada pelo Banco Central, o que leva em média 30 dias;
  • Habilitação do pedido de ressarcimento no aplicativo, quando o FGC liberar essa etapa;
  • Finalização com biometria, envio de documento e assinatura digital;
  • Pagamento, realizado em até dois dias úteis após a conclusão do pedido;
  • Nenhuma outra forma de solicitar, acelerar ou intermediar o pagamento é reconhecida pelo FGC.
  • Recomendações para evitar golpes

As principais orientações para não cair em fraudes são as seguintes:

  • Usar somente o app e o site oficial do FGC e informações do Banco Central;
  • Nunca fornecer dados pessoais ou códigos a terceiros;
  • Desconfiar de qualquer promessa de facilitação: a garantia do FGC é automática;
  • Verificar URLs e evitar baixar apps por links enviados;
  • Ativar autenticação em dois fatores e manter antivírus atualizado;
  • Confirmar informações antes de agir, especialmente diante de mensagens que criem sensação de urgência.

Foi em Ubatuba que vi o pouso da Apollo 11 na Lua, em julho de 1969. Tinha 11 anos. A TV em branco e preto era só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong pisou na poeira e disse que seu pequeno passo era um salto gigante para a humanidade.
Leia mais (02/08/2026 – 08h30)


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O carro é o principal meio de transporte utilizado pelos brasileiros para ir ao trabalho, de acordo com dados do Censo divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados do Censo Demográfico 2022 mostram que 32% das pessoas que precisam se deslocar pelo menos três vezes por semana para o local de trabalho usam o automóvel, superando a proporção de 21,4% das que utilizam ônibus. Em terceiro lugar, vêm aquelas que se deslocam a pé, ao menos na maior parte do tempo, e que somavam 17,8%.

“O censo traz justamente esse quadro amplo do Brasil, mostrando os gargalos e as dificuldades. Isso é reflexo do nosso histórico, que privilegiou o automóvel em detrimento de outros meios de transporte, mas também mostra certas carências do transporte público, que são especialmente mais impactantes em grandes concentrações urbanas, como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Brasília”, avalia o analista do IBGE Mauro Sergio Pinheiro de Sousa.

Tempo de deslocamento

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Essas carências aparecem principalmente no tempo de deslocamento. Na média brasileira, a maior parte dos trabalhadores, 57%, leva de seis minutos até meia hora para chegar ao local de trabalho, totalizando 40 milhões de pessoas. Mas essa proporção é menor no Sudeste, 53%, e cai para a casa de 36% nas duas maiores cidades do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo. Na outra ponta, 12,6% das pessoas levam mais de uma hora nesse trajeto, número que sobe para 27,9% em São Paulo e 29,8% no Rio.

A região metropolitana do Rio de Janeiro também se destaca no ponto mais extremo da escala, o dos trabalhadores que levam mais de duas horas para chegar ao trabalho. Onze cidades fluminenses figuram na lista dos 20 municípios, com mais de 100 mil habitantes, que tem o maior percentual de trabalhadores que declararam esse tempo de deslocamento, incluindo as três primeiras posições. Em Queimados, a grande campeã, 12,5% dos trabalhadores demoram pelo menos duas horas no trajeto de casa até o trabalho. A proporção na capital foi de 5,6%, enquanto a média brasileira ficou em 1,8%.

O Censo também identificou algumas relações entre o tempo de deslocamentos e desigualdades sociais. Por exemplo, 16,4% das pessoas negras e 12,2% das indígenas leva pelo menos uma hora para chegar ao trabalho, enquanto a proporção entre as pessoas brancas foi de 10,4%. E maiores rendimentos domiciliares per capita também estavam associados a um menor tempo de deslocamento.

Essas diferenças também aparecem na análise dos meios de transporte. A proporção de pessoas que vão de automóvel para o trabalho, alcança 42,9% entre as pessoas brancas, mais que o dobro da proporção declarada pelas pessoas pretas, que utilizam mais o ônibus, com 29%. Além disso, 57,8% dos trabalhadores com ensino superior completo vão de carro para o trabalho, enquanto a proporção entre as pessoas com ensino médio completo é menos que a metade, 28,6. Além disso, o meio preferencial das pessoas sem instrução ou com ensino fundamental completo é a pé, com 25,6%.

Os analistas do IBGE também fizeram cruzamentos entre o tempo de trajeto e os meios de transporte e identificaram que 70% das pessoas que usam o ônibus como principal meio de transporte, levam pelo menos meia hora no trajeto. Já 52,2% dos usuários de trem ou metrô demoram pelo menos 1 hora.

Ainda de acordo com o Censo, em 2022, 88,4% dos brasileiros trabalhavam no mesmo município de residência, sendo 71,4% em outro local e 16,9% na própria casa ou propriedade. residência. Por outro lado, 10,7% dos trabalhadores precisavam se deslocar para outro município para trabalhar e 7,9 milhões dessas pessoas faziam isso pelo menos 3 dias por semana.

 

Confira reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre a pesquisa 


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou, nesta terça-feira (20), 1.276 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul. O empreendimento Junção contou com investimento total de R$ 123,6 milhões, provenientes do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) com contrapartida do governo do estado.

“A construção de casas, quando nós resolvemos fazer o Minha Casa, Minha Vida, é mais do que entregar uma casa, é a gente deixar ao povo brasileiro um legado de respeito, um legado de dignidade como está escrito na nossa Constituição”, disse Lula.

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Ele destacou que as moradias foram construídas em local com infraestrutura urbana para atender aos novos moradores, como transporte público e serviços de saúde e educação. A meta do governo é contratar 3 milhões de habitações até o final de 2026, em todo o país.

O complexo habitacional Junção é composto por seis empreendimentos distintos, com casas e apartamentos: Loteamento Cootrahab I e II, Residencial Cooparroio, Residencial Cooperlar, Residencial Coopernova e Residencial Uniperffil.

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Entidades (RS), 20/01/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de entrega de 1.276 unidades habitacionais do Empreendimento Junção Rio Grande, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de entrega de 1.276 unidades habitacionais do Empreendimento Junção Rio Grande, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Entidades

As novas moradias beneficiarão 5.104 pessoas e integram a modalidade Entidades do Minha Casa, Minha Vida. Destinado a famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.850 (Faixa 1 do programa), essa modalidade permite que os próprios beneficiários participem de forma ativa da organização e execução dos projetos, junto a cooperativas e entidades sem fins lucrativos da sociedade civil.

O presidente Lula destacou as vantagens e o bom trabalho dessas organizações junto ao programa. Segundo ele, alguns empreendimentos da modalidade Entidades possuem, inclusive, elevador e varanda com churrasqueira.

“Quando nós começamos a discutir a construção de casas pelas entidades, havia muita gente que dizia […] que elas não teriam competência para administrar as casas. O que eu posso constatar hoje é que as entidades não só aprenderam a fazer conjuntos habitacionais, como eles conseguem fazer maior e melhor do que as outras casas que a gente contrata de empresas”, disse Lula.

As entidades também realizam o trabalho social de mobilização e orientação das famílias, inclusive no pós-entrega, para garantir a boa convivência comunitária e manutenção dos espaços. No caso do complexo Junção, em Rio Grande, a organização e execução dos projetos ficaram sob a responsabilidade de cinco cooperativas e entidades.

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