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O Vitória mostrou eficiência e derrotou o Flamengo por 2 a 0, na noite desta quinta-feira (14) no estádio do Barradão, em Salvador, e garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. A partida foi transmitida ao vivo pela Rádio Nacional.

Precisando de uma vitória após ser derrotada por 2 a 1 no confronto de ida com o Rubro-Negro, a equipe do técnico Jair Ventura abriu o placar cedo jogando em casa. Logo aos seis minutos do primeiro tempo, o atacante Erick recebeu a bola na entrada da área e acertou um belo chute de curva que morreu no ângulo do gol defendido pelo goleiro Rossi.

A partir daí o Leão se fechou na defesa e passou a apostar nos contra-ataques. Com isso a equipe comandada pelo técnico português Leonardo Jardim passou a ter muitas dificuldades de criar apesar de ter maior posse de bola.

Após o intervalo, o Flamengo conseguiu encontrar alguns espaços e passou a dar trabalho ao goleiro Lucas Arcanjo, que mostrou muita segurança para não ser vazado. Já o Vitória foi eficiente para superar Rossi mais uma vez para garantir a classificação. Aos 6 minutos Erick levantou a bola na área, o goleiro do Rubro-Negro afastou parcialmente e Luan Cândido acertou um voleio para marcar.

Com o 2 a 0 no marcador, o time de Jair Ventura se desdobrou e segurou o resultado, e a classificação, até o apito final.

Outros resultados:

Chapecoense 2 x 0 Botafogo
Confiança 0 x 3 Grêmio
Corinthians 1 x 0 Barra-SC
CRB 0 x 0 Fortaleza
Atlético-GO 0 (1) x (4) 0 Athletico-PR


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Um levantamento inédito realizado pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados analisou mais de 173 mil publicações sobre o tema da menstruação nas redes sociais entre janeiro de 2024 e outubro de 2025. Juntas elas acumularam 12,4 milhões de interações. Embora o maior volume das postagens trate do tema como brincadeira, em formato de memes, ou abordando aspectos naturais do ciclo – cólicas, Tensão Pré-Menstrual (TPM), etc – o debate social e político ganha mais força e gera mais engajamento.  

A diretora de Inteligência de Dados da Nexus, Ana Klarissa Leite e Aguiar, aponta que o debate sobre menstruação com viés social e política, já é bastante estabelecido nas redes sociais. Do total de publicações, o estudo categorizou 78 mil postagens em 22 subtemas, incluindo cinco que tratam da menstruação sob esse olhar.  São eles: Pobreza e Dignidade Menstrual; Programa Dignidade Menstrual; Impacto na Educação e Trabalho; Licença Menstrual e Menstruação em Crises Humanitárias. Juntos, esses temas somaram apenas 10,8% das publicações categorizadas no período. No entanto, foram responsáveis por uma interação média 1,8 vez maior do que todas as outras postagens sobre tópicos da rotina menstrual juntas. 

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 “Quando falamos dessa temática, que trata disso com esse viés político e social, a gente tem ali uma interação que é quase duas vezes maior do que outros assuntos relacionados. Percebemos como as pessoas têm interesse, estão engajadas para ouvir e interagir com esses conteúdos que estão trazendo aspectos importantes para essa questão”, aponta Ana Klarissa. 

Contribuem para esse volume de publicações nas redes sociais algumas políticas públicas recentes, como o programa do Ministério da Saúde que distribui absorventes gratuitos a mulheres em situação de vulnerabilidade social. Ou ainda o projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que prevê uma licença menstrual do trabalho para mulheres que, comprovadamente, sofram com sintomas grave do ciclo. 

“A gente sabe que as pessoas falam desse assunto e quando estamos tratando-o sob um aspecto social, ele vai transitar por narrativas que falam sobre dignidade, trabalho, educação, saúde da mulher. Todos esses aspectos, na minha opinião e como mulher também, são os mais importantes”, acentuou Ana Klarissa.  

Engajamento 

Considerando o volume de postagens, o tema das cólicas e dor menstrual é o assunto mais frequente, presente em 45% das publicações analisadas. O subtema “menstruação e saúde feminina (ginecologia)” aparece em seguida, em 20% dos posts. O assunto “sintomas da TPM” é mencionado em 17% das publicações, seguido por “alternativas de absorção” (12%) que informam sobre dispositivos como coletor menstrual, calcinhas, discos, entre outros.  

Em relação ao engajamento, os temas com maior destaque no levantamento foram “menstruação em crises humanitárias” e “licença menstrual”. O primeiro representou apenas 0,34% das postagens, mas obteve o maior engajamento entre todos os 22 subtemas do grupo. Foram 870,3 interações (reações, comentários ou compartilhamento) por postagem. Já “licença menstrual” foi o segundo tema com menor volume de postagem (0,48%). Todavia, obteve engajamento sete vezes maior do que o volume de posts. Foi também o subgrupo com segunda maior média de interações por postagem (828,6). 

Para a diretora da Nexus, os dados indicam que a discussão social e política sobre menstruação tem mais “poder de narrativa”.

“As pessoas estão interagindo mais com esse conteúdo do que com a piada ou só com o relato do meu dia a dia. Porque eu tenho endometriose, hoje eu estou de TPM. Esse relato do dia a dia tem mais pulverização, mas não tem mais interação”, afirmou.  

Para Klarissa, os dados sinalizam que o debate não está limitado à pobreza menstrual e ao acesso a absorventes. “É uma coisa muito mais ampla do que isso, porque aí estamos falando sobre dignidade, sobre o impacto na educação, no trabalho”, apontou a diretora da Nexus. 

Na avaliação da pesquisadora, os debates nas redes sociais funcionam como uma escuta social, uma vez que são espaços em que as pessoas estão compartilhando sobre suas realidades.  “Temos que entender que essas pessoas estão ali demonstrando que o assunto é de interesse delas. Não é só falar de políticas públicas”, aponta.  

Fluxo 


Rio de Janeiro (RJ), 27/11/2025 – Levantamento da Nexus  sobre menstruação nas redes sociais.
Foto: ONG Fluxo Sem Tabu/Divulgação

ONG Fluxo Sem Tabu desenvolve ações sobre saúde menstrual. Luana Escamilla (terceira, à direita) é uma das fundadoras. Divulgação – ONG Fluxo Sem Tabu/Divulgação

No contexto de crescimento do debate sobre menstruação, que repercute para muito além das redes sociais, Luana Escamilla criou em 2020, com apenas 16 anos, a ONG Fluxo Sem Tabu.  

“Eu criei a Fluxo completamente sozinha, com 16 anos de idade, e foi através das plataformas digitais que ela cresceu”, lembra.

Na avaliação de Luana, o levantamento da Nexus deixa claro que existe interesse pelo debate, mas avalia que ainda há muita incompreensão sobre o tema da dignidade menstrual.  

“Quando a gente fala de pobreza menstrual, as pessoas acham que estamos falando só da falta de absorvente. Mas é um problema muito mais amplo, em que entra toda a parte de infraestrutura, como por exemplo se uma pessoa não tem acesso a um banheiro, a informação ou a um ginecologista”, pontua. 

Atualmente, a organização conta com 30 voluntárias e mais de 28 mil mulheres atendidas nas cinco regiões do Brasil, com diversos projetos para promoção da dignidade menstrual. 

“ A dignidade menstrual é justamente o tema que a gente aborda e faz isso não só através da distribuição de absorventes. Mas, principalmente agora, em tornar os espaços mais acolhedores”.  

Uma das iniciativas da organização é o banheiro fluxo, em que são feitos reparos de modo a tornar esses espaços mais seguros e mais dignos, com informações sobre saúde menstrual para meninas e mulheres. “Hoje, cerca de 713 mil meninas brasileiras não têm acesso a banheiro ou chuveiro dentro de casa durante o período menstrual. A gente tem mais de 1 milhão de meninas que não têm papel higiênico na escola”, aponta.

Além do trabalho forte de educação nas redes sociais, a ONG também vai até comunidades e leva ginecologistas para falar sobre saúde da mulher, o acesso ao SUS, menstruação e métodos contraceptivos. A ONG produziu recentemente campanha sobre menstruação e esporte, conversando com várias atletas olímpicas.

“A gente ajudou mais de 370 atletas em situação de vulnerabilidade, com informação de qualidade”.

A meta da Fluxo Sem Tabu é, até 2030, impactar 50 milhões de pessoas por meio de canais físicos e digitais com informações de qualidade sobre saúde menstrual. 

 


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O jogo de despedida da seleção brasileira antes da Copa do Mundo – amistoso contra o Panamá, em 31 de maio (domingo) no Maracanã – terá venda de ingressos online aberta às 10h (horário de Brasília) desta quinta-feira (14). Os preços variam entre R$ 100 (entrada do setor norte) a R$ 400 (oeste inferior), com limite de quatro ingressos por pessoa. Mas atenção: a CBF orienta que, antes da compra, os interessados efetuem o cadastro de biometria facial no site cbf.bepass.com.br para agilizar o processo de aquisição.

Em pré-venda realizada nesta quarta (13) para clientes de um bando privado, os 16 mil ingressos esgotaram em apenas uma hora. Para fazer o reconhecimento facial é necessário digitar o número do CBF e anexar (upload) um documento com foto (carteira de identidade ou de motorista). No caso de menores de idade sem documentos com foto, é aceita certidão de nascimento com CPF. Se não constar CPF na certidão, interessado deve entrar em contato com a empresa Bepass por e-mail (suporte@bepass.com.br) ou WhatsApp (11 97481-7370) para solicitar a liberação. Já os estrangeiros podem se cadastrar usando passaporte ou documento nacional de identidade. Quem já tiver realizado o cadastro facial para a última partida da seleção no Rio – duelo contra o Chile, pelas Eliminatórias, em setembro do ano passado – está inserido no banco de dados e dispensado de novo cadastro.

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Amistoso

O último amistoso da Amarelinha em casa ocorrerá 13 dias após o técnico Carlo Ancelotti anunciar a lista final com 26 jogadores. A convocação está programada para a próxima segunda-feira (18), às 17h, no Museu do Amanhã, no Rio.  

Um dia após a partida, a seleção embarcará para os Estados Unidos. Antes da estreia na Copa, o Brasil disputará um último amistoso contra o Egito em 6 de junho (sábado) em em Cleveland. O primeiro jogo da seleção no Mundial será contra o Marrocos, em 13 de junho (sábado), às 19h, em Nova Jersey. A Amarelinha está no Grupo C que tem ainda Escócia e Haiti.


Gêmeos de 18 anos contam bastidores de aprovação em universidades de elite dos EUA
Aos 18 anos, dois irmãos gêmeos que cresceram em uma cidade de 20 mil habitantes, no interior de São Paulo, foram aprovados em universidades americanas mundialmente reconhecidas: MIT (Massachusetts Institute of Technology) e Universidade Cornell.
É provável que você esteja atribuindo essa conquista a uma suposta genialidade ou superdotação da dupla. Mas Mateus e Camila Shida riem quando alguém cogita essa hipótese.
“Já estudei matemática com um pessoal que, caramba, era gênio mesmo. A gente sabe que não é nosso caso. O negócio foi sentar na cadeira e estudar, não teve jeito”, brinca o jovem.
Conhecendo a história dos dois, o g1 arrisca listar quais os diferenciais que contribuíram para que eles fossem aprovados em universidades da Ivy League (grupo de oito instituições de elite dos Estados Unidos, conhecidas pela excelência acadêmica):
Um livro por dia, desde o berço
Celular? Só depois dos 15 anos
Alfabetização em português e em inglês aos 2-3 anos
Soroban e olimpíadas sempre presentes (com rivalidade saudável entre os irmãos)
Cultura japonesa e “o dever de retribuir”
Esportes e mais esportes
Leia mais abaixo.
Irmãos gêmeos foram aprovados em universidades de ponta nos EUA
Arquivo pessoal
📚Um livro por dia, desde o berço
A mãe de Camila e Mateus é dentista, e o pai, agrônomo. Mesmo sem nenhuma relação profissional com educação, o casal transformou a casa da família em um ambiente estimulante para o desenvolvimento cognitivo das crianças.
Ao redor dos berços, deixavam livros infantis espalhados — os bebês engatinhavam até as obras escolhidas e escutavam as histórias (todos os dias, sem falta).
“Acho que nossos pais sempre foram meio visionários. A gente não entendia no começo, mas hoje sou totalmente apaixonada por ler. Desde muito cedo, existiu essa cultura na nossa casa”, conta Camila.
“Eu li mais de 50 livros em um ano, na pandemia. Gosto de tudo: fantasia, ficção científica, romance…”, complementa Mateus.
📲Celular? Só depois dos 15 anos
Segundo os jovens, um fator decisivo para que se interessassem tanto por literatura foi a falta de contato com telas.
“Eu só ganhei celular quando fiz 15 anos. Desde sempre, em vez de nos dar um tablet ou algo assim, nossa mãe nos oferecia um livro. Ela sempre foi meio contra esse mundo virtual”, afirma Mateus.
Os jogos de tabuleiro e de cartas também desempenharam um papel importante no desenvolvimento das crianças, conta Lucila, mãe da dupla.
“Até hoje, eles gostam disso. Jogos assim, que não são eletrônicos, exigem que a pessoa se controle, tenha uma estratégia, e não desista facilmente para ‘passar para o próximo’”, diz ela.
📝Alfabetização em português e em inglês aos 2-3 anos
Aos 2 anos, Camila foi diagnosticada com leucemia e passou oito meses internada em São Paulo, acompanhada pela mãe. Nos leitos vizinhos, os demais pacientes da oncologia infantil costumavam se distrair com telas. Como fugir desse recurso?
“Minha mãe me disse: vamos evoluir nesse tempo e desenhar, fazer origami, pintar as unhas… e aprender a ler”, lembra Camila.
A mãe dos gêmeos foi orientada por uma amiga e médica para iniciar a alfabetização tanto de Camila quanto de Mateus, que ficava com o pai em casa. Aos dois anos, os irmãos já haviam aprendido a ler em português. Aos 3, em inglês.
“Eles nunca fizeram inglês em escola; sempre preferi professores particulares. Eram três diferentes, que não se conheciam, de cidades distintas: dois on-line e um presencial. Queríamos pronúncias, metodologias e estímulos distintos”, diz Lucila.
Camila e Mateus, por isso, sentem-se totalmente seguros e tranquilos para estudar nos Estados Unidos a partir do segundo semestre.
🧮Soroban e olimpíadas (com rivalidade saudável entre os dois)
Camila e Mateus participaram de muitas olimpíadas de conhecimento
Arquivo pessoal
Desde cedo, os dois mergulharam no universo do Soroban (o ábaco japonês), uma técnica que exige concentração extrema e agilidade mental para fazer cálculos.
A dedicação era tamanha que os irmãos chegaram a cruzar o oceano para competir em Taiwan e no Japão. Mateus, o mais entusiasta da prática, chegava a treinar cinco horas por dia após as aulas, mesmo aos finais de semana.
“A gente sempre aproveitou muito a cultura japonesa de Bastos, nossa cidade. Essa dedicação total ao que se está fazendo foi o que nos levou para as competições internacionais”, explica Mateus.
As olimpíadas científicas marcaram a adolescência da dupla. “De tudo o que começava com ‘O’ (OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica; OBR – Olimpíada Brasileira de Robótica), a gente participava”, brinca Camila.
Como a escola local tinha limitações de material para esses níveis avançados, a mãe entrava em cena: ela estudava os conteúdos por conta própria para conseguir ensinar os filhos em casa.
🤼‍♀️Competição entre gêmeos
Irmãos competem de forma saudável, contam
Arquivo pessoal
A parceria sempre existiu, mas com pitadas de uma rivalidade saudável, conta a dupla.
“Não é que eu queira ser melhor que ela, mas se a Camila resolve fazer algo, eu sinto que aquilo se torna o novo padrão de exigência. Eu rendo mais quando ela está no mesmo projeto”, explica Mateus, rindo.
Nos anos finais do ensino fundamental, os gêmeos puderam contar com uma tutoria à distância de professores do Curso Etapa. No ensino médio, Camila e Mateus mudaram-se para São Paulo e passaram a estudar presencialmente na instituição, com bolsas de 75% e 100%, respectivamente.
“A gente via aqueles times olímpicos de escolas grandes e queria fazer parte daquilo, de estar perto de pessoas que sonhavam alto e não se contentavam com pouco”, conta Camila.
Eles foram aprovados nas universidades americanas assim que terminaram a educação básica.
🙏A cultura japonesa e o ‘dever de retribuir’
Bastos, cidade no interior paulista conhecida como a “Capital do Ovo”, tem forte influência da imigração japonesa. Essa herança cultural moldou não apenas a rotina de estudos, mas a visão de mundo dos jovens, que cresceram sob o princípio de gratidão e de serviço à comunidade.
“Temos muito forte essa coisa de querer retribuir para a sociedade. Fomos formados por essa rede de apoio no interior e queremos, no futuro, aplicar o que aprendermos fora para resolver problemas aqui no Brasil”, afirma Camila.
Na adolescência, os dois desenvolveram um projeto voluntário para dar aulas de matemática em escolas públicas da cidade.
🤸‍♀️Nada de ficar só sentado
Apesar da rotina intensa de estudos, o esporte sempre foi atividade obrigatória para os irmãos: dança, baseball, beach tennis…
A tensão do resultado, inclusive, foi vivida em quadra. No dia em que a resposta de Cornell foi liberada, Mateus estava jogando no clube da cidade. “Tentei abrir o site, mas a internet estava ruim, errei a senha, o site travou… foi um caos”, recorda Mateus. O alívio só veio em casa, com o computador funcionando e a tela sendo tomada por confetes digitais (sim, havia esse recurso visual).
Já Camila recebeu a notícia do MIT em março, no chamado “Pi Day” (14/03, em referência ao número pi, cerca de 3,14).
“Eu estava sozinha em São Paulo, sem expectativa. Quando vi os castorezinhos, que são o mascote do MIT, caindo na tela, entrei em choque total. Minha mãe gritava ao telefone e eu não conseguia nem responder”, diz.
Estudar em universidades no exterior, como Cornell ou MIT, pode custar entre US$ 90 mil e US$ 100 mil por ano. Ainda assim, a mãe dos gêmeos ressalta que essas instituições oferecem caminhos para viabilizar o acesso. No MIT, por exemplo, o aluno é admitido primeiro e, depois, a universidade avalia sua condição econômica para oferecer apoio conforme a necessidade. Em Cornell, o processo também leva em conta o perfil acadêmico e a realidade do candidato.
🧐E os primos?
É uma árvore genealógica com um currículo invejável, digamos assim:
duas primas de Camila e Mateus estudam em universidades americanas (Michigan e Notre Dame);
e a irmã mais velha deles faz medicina na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.
“Nossa família sempre acreditou muito nisso. Nossas mães cresceram se apoiando e colocando todo mundo nos mesmos cursos e incentivos”, explica Camila.
Com tantos aprovados em instituições de elite, sobra para o primo mais novo, de 17 anos, lidar com a “pressão”. Ele está no terceiro ano do ensino médio e quer medicina em universidades de ponta, como USP ou Unicamp.
“A gente é muito próximo e fica zoando, coitado”, diz Mateus. “Mas a verdade é que nossa família deu sorte. Estar em um ambiente onde todo mundo quer algo a mais faz com que o sonho de estudar fora deixe de ser algo impossível e vire uma possibilidade real para todos.”


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Na abertura da 10ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A1, o Santos venceu o Fluminense por 2 a 0 na tarde deste sábado (9).

Em partida transmitida ao vivo pela TV Brasil, no Estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, as Sereias da Vila marcaram com Evelin Bonifácio, de cabeça, aos 7 minutos do segundo tempo e com Laryh, de vôlei, aos 45 minutos da etapa final.  

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A vitória deixou o time paulista com 14 pontos, se mantendo na 11ª colocação. O Tricolor Carioca, na nona posição, segue com 15 pontos e pode perder posição na rodada.

Além de superar o rival fora de casa e se aproximar da zona de classificação, o resultado também fez com que as Sereias da Vila voltassem a vencer depois de um jejum de sete partidas e iniciassem uma tentativa de recuperação com o novo técnico Marcelo Frigerio, que assumiu o cargo após a demissão de Caio Couto no final de abril.

O Fluminense joga novamente na próxima sexta-feira (15), às 21h, enfrentando o Flamengo, pela 11ª rodada do Brasileirão.

O Santos, pelo Paulistão feminino, na quinta-feira (14), enfrenta o Palmeiras. No torneio nacional, as Sereias da Vila jogam em casa contra o Bragantino no domingo (17).

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