Fonte de dados meteorológicos: wetterlang.de
Cantor e compositor Gilson deixa mais do que ‘Casinha branca’ de herança para a música brasileira ao morrer aos 73 anos
Gilson Vieira da Silva (1952 – 2026) é o autor...
Chrigor tranquiliza fãs após internação e shows cancelados: ‘Foi alguma coisa que comi ou bebi’
Chrigor, ex-integrante da formação clássica do Exaltasamba é um dos...
Gloria Groove serve ‘O chá’ com sabor pop, levada de reggae e o gosto amargo deixado por single sem real impacto
Capa do single 'O chá', de Gloria Groove Divulgação ♫...
Marcia Lucas, montadora de ‘Star Wars’ e ex-mulher de George Lucas, morre aos 80 anos
Marcia Lucas fala sobre 'Star Wars' para a série documental...
São Paulo registra alta em casos de violência contra mulheres
Mais de 2.300 casos de descumprimento de medida protetiva de...
Ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan é alvo de operação da Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) realiza, nesta terça-feira (26), a Operação...

As principais notícias estão Aqui. No Portal Amazônia News!

RELEVANTES

Estudo associa refogado de cebola, alho e tomate à prevenção de diabetes

estudo-associa-refogado-de-cebola,-alho-e-tomate-a-prevencao-de-diabetes

TCE do Rio rejeita contas de 2025 do governo Cláudio Castro e cita perdas com Banco Master

tce-do-rio-rejeita-contas-de-2025-do-governo-claudio-castro-e-cita-perdas-com-banco-master

‘A greve não é da maioria dos estudantes’, diz reitor da USP, que vê paralisação perto do fim

‘a-greve-nao-e-da-maioria-dos-estudantes’,-diz-reitor-da-usp,-que-ve-paralisacao-perto-do-fim

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Veja também

Zé Felipe faz chamada de vídeo com filhas e web aponta aparição de Virginia
O cantor Zé Felipe, 28, compartilhou na tarde deste sábado...
Wellhub movimenta R$ 13,2 bilhões na economia brasileira, diz estudo
A plataforma Wellhub movimentou R$ 13,2 bilhões na economia brasileira...
Wagner Moura perde prêmio de Melhor Atuação no Gotham Awards
O ator Wagner Moura, 49, perdeu na categoria de Melhor...
Voluntárias ingressam no serviço militar inicial feminino
Após passarem pelo processo de recrutamento, mulheres ingressam pela primeira...
Volta a chover em São Paulo e número de pessoas sem luz aumenta
A região metropolitana de São Paulo registrou chuvas e ventania...

NOTÍCIAS EXTRAS


Logo Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta segunda-feira (25), que a educação é ferramenta central para a formação de consciência crítica e para a superação de desigualdades – algo que, na avaliação do presidente, é visto como ameaça pela extrema direita.

A declaração foi durante a abertura do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), evento que reúne líderes de universidades brasileiras e africanas mobilizadas pela Association of African Universities (AAU).

Notícias relacionadas:

Durante o discurso, Lula lembrou que, durante a Cúpula de Líderes Celac-África, ocorrida em março em Bogotá, foram sugeridos cinco eixos estruturantes para o relacionamento entre os países participantes do encontro.

Após citar os cinco eixos (combate à fome; enfrentamento à mudança do clima; transição energética; democratização da inteligência artificial; e integração de cadeias produtivas), o presidente brasileiro afirmou que a educação é ferramenta para a superação de todos esses desafios.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Segundo ele, a extrema direita teme a educação porque sabe que é a partir dela que nasce a consciência das pessoas sobre a realidade em que vivem.

“Por isso, em várias partes do mundo, a extrema direita não tolera a autonomia das universidades. Querem calar professores e estudantes e coibir a diversidade. Negam a ciência, censuram as artes e transformam as salas de aula em instrumento de dominação”, disse ao defender o poder emancipador da educação.

“O pensamento crítico caminha lado a lado com a luta anticolonial e o combate ao racismo, à misoginia, à xenofobia e todas as formas de discriminação”, acrescentou ao afirmar que as universidades seguirão como bastiões da resistência.

Inteligência Artificial

Lula destacou também a relevância da educação para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países. Nesse sentido, reiterou a importância da Inteligência Artificial enquanto ferramenta estratégica.

“O colonialismo digital é uma ameaça real e imediata. Nas mãos de poucos países e poucas empresas, os algoritmos se transformaram em instrumentos de dominação. Sem investir em infraestrutura digital, não será possível superar carências crônicas em alta tecnologia, saúde, agricultura e educação básica”, argumentou ao defender que os modelos de linguagem da IA sejam construídos também nas línguas dos povos africanos.

Ele acrescentou que o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial contempla duas linhas de financiamento para cooperação com África e América Latina.

“São US$ 20 milhões para projetos conjuntos e US$ 10 milhões para o uso de infraestruturas de Inteligência Artificial brasileiras para fomentar a colaboração entre nossos pesquisadores”, complementou.

Universidades africanas

Secretário-geral da Associação de Universidades Africanas, Olusola Oyewle disse que o apoio do Brasil às universidades do continente africano teve início durante o primeiro mandato do presidente Lula, mas que há ainda muito a ser feito.

“O Brasil apoia a capacitação das nossas universidades há vários anos. Começou com bolsas de estudo e foi além, para trabalhar com colaboração de pesquisa entre as nossas universidades”, disse.

“Precisamos descolonizar o nosso currículo, e melhorar as nossas atividades de pesquisa na própria África. Precisamos de países como o Brasil para nos apoiar nesse esforço”, acrescentou.

Programa Capes Move África

Durante o evento, foram assinados acordos relativos ao programa Capes Move África, que prevê R$ 47,4 milhões em investimentos para a vinda de 2,6 mil pós-graduandos do continente africano ao Brasil a partir de 2027.

Segundo o Planalto, deste total, 1,6 mil bolsas serão voltadas a mestrado sanduíche (situação em que o mestrado é feito em uma instituição, com base em pesquisa feita em outra instituição); e 1 mil bolsas de doutorado sanduíche.

Fórum

O fórum de reitores tem, entre seus objetivos, o de “consolidar a educação superior como eixo central da relação bilateral entre o Brasil e os países do continente africano”, servindo de plataforma estratégica para ampliar as oportunidades de integração acadêmica, científica e tecnológica entre os países.

Estão previstos, durante o evento, painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões focadas na construção de novas parcerias universitárias.

A expectativa é que, por meio das atividades previstas, o Brasil aprofunde parcerias e intercâmbios com instituições acadêmicas do continente africano, de forma a promover novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas.

Entre as áreas a serem beneficiadas por essas parcerias estão agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

Segundo o Planalto, o Brasil participa, atualmente, de 235 acordos de cooperação com instituições de educação superior de 38 países africanos.

 

Um dos oito réus do chamado “núcleo crucial” do processo que investiga uma tentativa de golpe de Estado no país, o general Augusto Heleno contou com uma argumentação pela sua defesa que citava o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O advogado Matheus Milanez — que se popularizou nas redes após um pedido para que a audiência da denúncia começasse mais tarde por conta da sua alimentação — mencionou uma decisão que permitiu que Lula pudesse ser solto. Na época, em 2018, o chefe do Executivo se encontrava preso em Curitiba no desenrolar da Operação Lava Jato.

A ordem favorável à soltura do petista partiu do plantão judicial do TRF-4 (Tribunal Regional da 4 Região), mesma corte em que foi condenado a cerca de 12 anos de prisão.

Heleno, que atuou como ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), é acusado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de organizar parte de um plano de ruptura institucional que permitiria a volta do ex-mandatário ao Palácio do Planalto.

Anotações que remeteriam ao planejamento foram encontradas em uma agenda do general pela PF (Polícia Federal). A defesa afirma que seriam “lembretes” pessoais, e não esboços.

Milanez, por sua vez, fez uma menção ao caso de Lula: “Nós trazemos um caso emblemático que aconteceu há pouco tempo [2018]. O então desembargador plantonista, Rogério Favreto, determinou a soltura do então candidato, Luiz Inácio Lula da Silva. Uma ordem do plantão judicial. Chega na Polícia Federal e a Polícia Federal cumpre? Não. A Polícia Federal alega que seria ilegal. Suscita dúvida ao juiz de primeiro grau que provoca o juiz relator natural da causa no TRF, que anula.”

Ordem para soltar Lula

Alvo de investigação na Operação Lava Jato, Lula foi preso em abril de 2018, condenado sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na ação envolvendo o triplex de Guarujá (SP).

No mesmo ano, uma decisão do desembargador plantonista Rogerio Favreto acatou um habeas corpus — ação judicial tomada para libertar alguém em uma prisão considerada ilegal — da defesa de Lula.

Favreto entendeu que Lula, assim como em outros casos decididos pelo Supremo, contava com a presunção da inocência até que o processo fosse efetivamente julgado, e contaria com “duplo cerceamento de liberdade”: o do direito de aguardar a conclusão do julgamento em liberdade e o direito político de ser privado de participar das eleições de nacionais.

Lula se tornou inelegível em 2018 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para disputar as eleições com base na Lei na Ficha Limpa. No seu lugar, concorreu Fernando Haddad (PT), atual ministro da Fazenda, que perdeu a disputa para Jair Bolsonaro.

Emita­se, desde logo, o Alvará de Soltura diretamente por esse Tribunal, a fim de garantir a melhor eficácia na execução da presente ordem, evitando demasiada circulação interna pelos órgãos judiciais e risco de conhecimento externo antes do seu cumprimento, o que pode ensejar agitação e clamor público pela representatividade do paciente como Ex­-Presidente da República e pessoa pública de elevada notoriedade social


Rogerio Favreto, desembargador federal

“Por fim, a concessão da ordem de soltura não coloca em risco os pressupostos processuais penais ensejadores da prisão preventiva”, acrescentou a decisão. “Ainda, sempre que convocado pela Justiça, apresentou-­se espontaneamente, inclusive quando determinado o seu recolhimento para o atual cumprimento provisória de pena.”

Apesar da decisão, Lula permaneceu preso em Curitiba até novembro de 2019. O relator dos processos ligados à Lava Jato no TRF-4, desembargador João Pedro Gebran Neto, revogou a decisão e manteve o hoje presidente em cárcere, afirmando que a suspensão da prisão não poderia ser decidida de forma monocrática.

Em 2019, o Supremo derrubou a validade da execução provisória de condenações criminais, conhecida como prisão após a segunda instância.

Com isso, o entendimento que passou a vigorar na Corte foi o de que prisão para cumprimento de pena só poderia ocorrer após o trânsito em julgado, quando não resta mais nenhum recurso possível, o que não contemplava o processo o qual Lula estava inserido.

Já dois anos depois, ao longo de 2021, o ministro do STF Edson Fachin considerou que a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para julgar os casos e, com isso, as ações contra Lula foram anuladas.

Veja a íntegra da decisão:

 

Acontece no próximo sábado (4), no Armazém 4ª do Complexo Porto Futuro II, em Belém, do Pará, a inauguração do Museu das Amazônias.

O espaço foi projetado para ser uma referência em práticas museológicas inovadoras, inclusivas e conectadas aos territórios, valorizando a identidade e a diversidade da região, e faz parte do conjunto de obras que ficará como legado da COP30 à capital paraense. 

Por meio do Acordo de Cooperação Técnica estabelecido com o Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), o Museu Paraense Emílio Goeldi, com quase 160 anos de produção científica, foi um dos órgãos que participou ativamente na elaboração do novo projeto. A instituição formou um comitê técnico-científico interno multidisciplinar para colaborar no planejamento museológico. 

O processo de curadoria também foi norteado por um amplo Plano de Escutas, reunindo diversas vozes da Pan-Amazônia para discutir memória, ancestralidade, espiritualidade, ciência, natureza e futuro. 

A inauguração do Museu das Amazônias terá a presença do presidente Lula e contará com duas exposições principais. A mostra Amazônia, do fotógrafo Sebastião Salgado (1944-2025), com cerca de 200 fotografias em preto e branco, resultado de sete anos de expedições pela região.

Além da mostra Ajurí, reunindo oito instalações de artistas da região Norte e de outras partes do Brasil, em linguagens que incluem pintura, fotografia, vídeo, escultura e outras experiências imersivas.

A comissão curatorial do Museu das Amazônias é formada pela antropóloga, fotógrafa, cineasta e pesquisadora do povo Baniwa, Francy Baniwa; a ecóloga da Embrapa Amazônia Oriental, Joice Ferreira; e a arqueóloga Helena Lima, do Museu Goeldi.

O Museu funcionará das 10h às 20h, e até fevereiro de 2026 a entrada é gratuita.

*Com supervisão de Fábio Cardoso

2:02


Logo Agência Brasil

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou neste sábado (31), por telefone, com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Segundo nota do Itamaraty, os dois falaram sobre comércio exterior e a cooperação na área de segurança.

Sem entrar em detalhes, o Itamaraty informou ainda que os dois chanceleres trataram de detalhes sobre a visita a Washington, em março, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciada na semana passada. A data ainda não foi divulgada.

Notícias relacionadas:

O contato direto entre chanceleres ocorre também na esteira do desconforto causado pelo chamado Conselho da Paz, colegiado idealizado, criado e presidido pelo presidente estadunidense para gerir o futuro da Faixa de Gaza e outros territórios.

Ao mesmo tempo em que busca uma aproximação com Trump, sobretudo no que diz respeito ao comércio bilateral e mundial, Lula tem sustentado a posição histórica do Brasil de defender a Organização das Nações Unidas (ONU) como principal órgão de política multilateral.

Lula foi um dos líderes convidados a ocupar um assento no conselho, mas ainda não respondeu ao convite. Na semana passada, em evento em Salvador, ele chegou a criticar a proposta de criação do Conselho da Paz.

A ligação entre chanceleres ocorre também pouco depois de Lula e Trump terem conversado por telefone, na última segunda-feira (26). Segundo o Palácio do Planalto, o presidente defendeu uma reforma no Conselho de Segurança da ONU, pauta histórica do Brasil.

Outro assunto debatido pelos mandatários foi a Venezuela. De acordo com o divulgado pelo Planalto, Lula expressou a Trump a necessidade de se manter a paz na região. Os dois também desejam avançar na cooperação no combate ao crime organizado transnacional.

O Brasil tem colocado na mesa a necessidade de avançar no congelamento de ativos das organizações criminosas e no intercâmbio maior de informações financeiras entre os países.

A segurança na região é um tema caro a Trump, sobretudo o combate ao narcotráfico. Desde que entrou no poder, o presidente norte-americano aumentou significativamente a presença militar na região, o que culminou com o sequestro, em 3 de janeiro, do então presidente venezuelano, Nicolás Maduro, por tropas dos EUA.

Tarifaço

Apesar de outros temas terem ganhado maior notoriedade nas últimas semanas, o principal pano de fundo do encontro entre Lula e Trump continua a ser a taxação de produtos brasileiros imposta pela Casa Branca.

Em agosto do ano passado, por ordem de Trump, o governo dos EUA impôs uma taxação de 50% sobre todos os produtos brasileiros, com exceção de cerca de 700 itens.

Após encontros entre Lula e Trump em eventos internacionais, o tarifaço sobre mais 238 produtos brasileiros foi derrubado, mas outros seguem com taxação extra em relação ao que pagavam antes. Desde então, continuam sendo taxados produtos como máquinas, móveis e calçados 


Logo Agência Brasil

Com a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de manter a suspensão da fabricação, distribuição e venda de lotes de produtos da marca Ypê, com final 1, a empresa de itens de limpeza emitiu comunicado, nesta sexta-feira (15), para orientar os clientes sobre como pedir o reembolso ou fazer a troca desses materiais barrados por risco à saúde.

Para isso, os clientes deverão entrar no site da empresa, preencher o formulário (que pede a chave Pix) e equipes responsáveis farão o estorno do valor do produto adquirido.

Notícias relacionadas:

“A empresa reitera que, de acordo com os controles e análises internas realizados pela Ypê, os produtos são seguros para o consumidor. Ainda assim, a companhia propôs à Anvisa apresentar testes realizados por laboratórios independentes autorizados pela agência, de todos os lotes já colocados no mercado, para garantir a segurança dos mesmos e sua consequente liberação para uso o mais rápido possível”, informou a companhia, em comunicado.

A determinação da Anvisa, de 15 de maio, estabeleceu que os produtos lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes com lote final 1, elencados na Resolução 1.834/2026, não precisariam mais ser recolhidos neste momento, mas deverão permanecer guardados até a emissão de novos laudos de laboratórios independentes.

Entenda o caso

No último dia 7, a Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1. A lista inclui detergente, sabão líquido para roupas e desinfetantes.

Um dos principais problemas é a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde infecção urinária até infecção respiratória em pessoas com problemas crônicos de pulmão, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia.

>> Confira a lista de produtos contaminados com lotes que terminam em 1:

Lava Louças Ypê Clear Care

Lava Louças com enzimas ativas Ypê

Lava Louças Ypê

Lava Louças Ypê Clear Care

Lava Louças Ypê Toque Suave

Lava Louças concentrado Ypê Green

Lava Louças Ypê Clear

Lava Louças Ypê Green

Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green

Lava Roupas Líquido Ypê Express

Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT

Lava Roupas Líquido Ypê Premium

Lava Roupas Tixan Maciez

Lava Roupas Tixan Primavera

Desinfetante Bak Ypê

Desinfetante de uso geral Atol

Desinfetante Perfumado Atol

Desinfetante Pinho Ypê

Lava roupas Tixan Power ACT

Outras Postagens

São Paulo registra alta em casos de violência contra mulheres

sao-paulo-registra-alta-em-casos-de-violencia-contra-mulheres

Ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan é alvo de operação da Polícia Federal

ex-prefeito-de-macapa-dr.-furlan-e-alvo-de-operacao-da-policia-federal

Operação Mute apreende 680 celulares em mais de 120 presídios do país

operacao-mute-apreende-680-celulares-em-mais-de-120-presidios-do-pais
Rolar para cima