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Bella Longuinho relata agressão do namorado e anuncia fim do relacionamento
A influenciadora Bella Longuinho anunciou o término de seu relacionamento após relatar ter sido agredida pelo namorado em uma boate. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (9), Bella detalhou o episódio, que teria ocorrido no último fim de semana.
“Eu fui agredida pelo meu namorado em uma festa, em público. Nunca me senti tão humilhada”, desabafou a influenciadora.
Bella explicou ainda que o agora ex-namorado chegou a pedir desculpas, mas que ela não o perdoou. Em um alerta direcionado a outras mulheres, ela enfatizou: “Não aceitem nenhum tipo de violência e não aceitem nenhum pedido de desculpa. Isso vai acontecer de novo”.
Horas antes da declaração pública da influenciadora, um usuário das redes sociais já havia relatado ter presenciado a agressão. Segundo a publicação, ele teria registrado um boletim de ocorrência para denunciar o caso à polícia.
Quem é a influenciadora?
Isabella Longuinho, conhecida como Bella, tem 23 anos e é de Santa Rita do Sapucaí (MG)
Reprodução / Redes sociais
Isabella Longuinho nasceu em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, cidade de cerca de 42 mil habitantes, segundo o IBGE. Hoje mora em São Paulo (SP). Ela descreve a infância no interior como um período marcante.
“Minha infância foi uma delícia em Santa Rita. Acho até sagrado ter crescido no interior. Era muito seguro, eu brincava na rua, estudava em escola particular, nunca tive problema de preconceito. Tenho as melhores lembranças”, contou.
No Sul de Minas, Bella cursou o ensino médio na tradicional ETE e fez dois anos de Direito em Pouso Alegre (MG). A pandemia, no entanto, mudou seus planos. Foi quando a câmera virou ferramenta de expressão.
“Comecei a gravar vídeos no TikTok em 2020, fui crescendo, ganhando dinheiro. Quando percebi que dava para viver da internet, saí da faculdade”, explicou.
O primeiro grande estouro veio em 2021, quando dançou de sunga na neve da Suíça ao som de ‘No Chão Novinha’, de Anitta, ainda sob a persona humorística de Zé Longuinho.
Em 2023, mudou-se para São Paulo para investir na carreira. A virada mais profunda, porém, aconteceu em agosto de 2024, quando, após um longo processo terapêutico, Bella se entendeu como mulher trans. Ela iniciou a hormonização em outubro e anunciou publicamente a transição em janeiro deste ano.
O motivo da espera? Ela precisava de um tempo para se entender e ter certeza de suas decisões.
“Primeiro eu precisava de um momento mais eu comigo mesma, sabe? Eu ainda tinha muitas coisas para resolver como Zé Longuinho, que é o meu antigo eu. Eu não me importo de falar meu nome antigo, pra mim não tem problema nenhum. Eu tenho um carinho assim por quem eu fui e tudo mais. Eu sou tipo fã do meu antigo eu”.
A revelação para os familiares aconteceu junto com o anúncio público. “Minha mãe ficou desesperada quando viu. Não por preconceito, isso eles já tinham superado, mas por medo da cirurgia”.
Como foi a transição cirúrgica
Bella documentou todo o processo nas redes sociais. Em fevereiro de 2025, fez a feminização facial. Em junho, colocou próteses de silicone. E em outubro viajou para a Tailândia — país considerado referência mundial no procedimento — para realizar a cirurgia de redesignação sexual.
“Eu me senti mais segura de fazer lá. Eles fazem esse procedimento todos os dias. Aqui no Brasil, o médico faz a cada dois, três meses”, explicou.
Ela permaneceu um mês no país: sete dias internada e outros 21 dias no chamado “hotel-hospital”. O período sozinha do outro lado do mundo se tornou uma das fases mais marcantes da transição.
A influenciadora Bella Longuinho fez cirurgia de redesignação sexual na Tailândia
Reprodução / Instagram

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) cria polêmica desde sempre, seja pela sua imensidão inerente a um vestibular para milhões em um País desse tamanho, seja pelo seu rigor técnico, porém incompreensível para a maioria. Desde 2009, o Ministério da Educação (MEC) tenta explicar, mas não é nada óbvio para a sociedade que dois candidatos possam ter notas diferentes com a mesma quantidade de acertos.

Isso acontece porque o Enem usa a tal Teoria de Resposta ao Item (TRI) que consegue discriminar com muito mais precisão a diferença de desempenho, em especial para cursos concorridos como Medicina. A TRI dá ou tira pontos dos alunos conforme seu padrão de acertos; por exemplo, o candidato que acertou uma questão tida como difícil, mas errou a fácil, não terá uma nota tão boa. Ele é penalizado porque a metodologia entende que ele acertou a mais difícil ao acaso ou com um chute.

Para que essa informação exista, as questões devem estar ordenadas numa régua de dificuldade. O pré-teste, que está no centro da polêmica do suposto vazamento do Enem deste ano, é uma maneira de criar esses parâmetros. Ou seja, as questões são aplicadas previamente a um grupo com perfil semelhante e o resultado desses alunos serve como referência.

Estudante se prepara para fazer o Enem 2025 em São Paulo.
Estudante se prepara para fazer o Enem 2025 em São Paulo.

E são questões idênticas, sem mudar uma vírgula, para que se entenda exatamente o desempenho com determinado enunciado ou resposta. Mais uma coisa que pouca gente consegue entender – é só ver o inconformismo nas redes sociais a semana toda porque Edcley Teixeira afirmou que decorou algumas questões ao perceber que o exame da Capes era um pré-teste do Enem.

Além disso, como são testadas questões de vários anos ao mesmo tempo, é possível fazer com que todas as edições do Enem sejam comparáveis, com o mesmo nível de dificuldade. No entanto, o tempo tem mostrado que pré-testes são arriscados demais para um exame com o valor do Enem. Não que possa ser considerado um vazamento o fato de algumas questões fazerem parte de uma live (no meio de outras 90, destacadas com a mesma ênfase) ou estar em apostilas com outras centenas que não caíram na prova.

Mesmo assim, está em jogo a realização de um dos maiores sonhos da juventude brasileira, uma vaga na universidade pública. Muitas delas, em faculdades de Medicina, cuja mensalidade média na rede privada é de R$ 10 mil. Uma prova, uma nota, e você está dentro ou fora. Tem sempre alguém disposto a ganhar dinheiro explorando o sonho dos outros. Ainda mais quando são 5 milhões de sonhadores.

Em 2009, quando o Enem virou um vestibular, a preocupação maior era alguém sair da gráfica que imprimia o exame levando o caderno de questões na cueca – o que, de fato, incrivelmente aconteceu e foi denunciado pelo Estadão, cancelando a prova. Os anos foram passando e mesmo com a logística de segurança cada vez mais reforçada pelo Inep, realizaram-se inúmeros pré-testes, as informações sobre eles apareceram em livros, em documentos na internet, o acesso à informação aumentou com as novas tecnologias. Quantos outros Edcley Teixeira não acabaram descobrindo o caminho das pedras?

O que especialistas como o professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais Francisco Soares defendem é: não é preciso fazer pré-teste para manter o rigor da discriminação na seleção do Enem. Essa calibração da TRI pode ser feita depois da prova, analisando o resultado dos candidatos daquele ano. Modelos de inteligência artificial também já começam a ser usados no mundo para fazer esse serviço, como no SAT, dos Estados Unidos. Claro, esse investimento não seria rápido nem barato.

Segundo o Estadão apurou, essas possibilidades já vinham sendo discutidas no Inep e um pré-teste que seria em dezembro já foi suspenso, mas esses debates precisam ser intensificados agora. Sem pré-teste, fica mais difícil comparar os exames de cada ano e reaplicar a prova quando houver catástrofes, como a que ocorreu no Paraná. E não seria mais possível usar nota de um Enem anterior para competir pela vaga em outros anos. Mas é um preço justo a se pagar se o exame ainda quer continuar a carregar o rótulo de ter democratizado a seleção do ensino superior no País.


Crédito: AFS Intercultura
Crédito: AFS Intercultura

Programa AFS Global STEM Academies é destinado a estudantes de 15 a 17 anos interessados em sustentabilidade, inovação e áreas STEM. Inscrições até 15/01.

A bp, empresa global de energia integrada, anuncia a abertura das inscrições para o AFS Global STEM Academies 2026, programa global que oferece bolsas de estudo integrais para jovens de 15 a 17,5 anos com interesse em sustentabilidade, inovação e áreas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática).

O programa foi criado para formar a próxima geração de líderes e agentes de transformação, combinando uma formação virtual de 12 semanas com uma experiência presencial de quatro semanas na China, Egito ou Índia. Durante a jornada, os jovens irão aprofundar conhecimentos em sustentabilidade, inovação social e competências globais, além de desenvolverem projetos conectados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS).

Para a diretora de Comunicação e Assuntos Externos da bp no Brasil, Simone Guimarães, a iniciativa reforça o compromisso da empresa com a formação de novas lideranças. “Formar jovens líderes conscientes e preparados para atuar em um mundo em constante transformação é fundamental. Ao investirmos em educação de qualidade e promovermos o intercâmbio cultural e científico, reafirmamos nosso compromisso com o desenvolvimento de competências essenciais em jovens que podem atuar como agentes de transformação em suas comunidades e no mundo”, avalia a executiva.

Sobre o AFS Global STEM Academies

O programa tem duração de 16 semanas, divididas em duas etapas complementares:

A primeira etapa, online, compreende formação virtual, com 12 semanas de duração, desenvolvida pelo AFS em parceria com o Centro de Impacto Social da Universidade da Pensilvânia, incluindo os seguintes conteúdos:

– Competências globais e convivência intercultural

– Sustentabilidade e impacto social

– Habilidades STEM

– Atividades práticas e encontros com jovens de mais de 15 países

Ao final desse módulo, os estudantes apresentam projetos baseados em desafios reais ligados aos ODS.

A segunda fase conta com a imersão internacional, que totaliza quatro semanas de duração. Durante esta etapa, os jovens realizam atividades presenciais em um dos países-sede do programa em 2026, que são China, Egito ou Índia, com:

– Práticas aplicadas de STEM

– Visitas a iniciativas de sustentabilidade

– Convivência multicultural

– Ações de voluntariado

Após concluir o programa, todos os participantes recebem o Certificado Avançado em Competência Global para Impacto Social, concedido pela AFS e pelo Centro de Impacto Social da Universidade da Pensilvânia, e passam a integrar a comunidade global de ex-alunos da organização, com acesso a mentoria, networking e novas oportunidades.

A iniciativa é realizada em parceria com a AFS Intercultural Programs, organização global sem fins lucrativos dedicada à aprendizagem intercultural. As candidaturas podem ser feitas até 15 de janeiro de 2026, pelo site AFS Global STEM Academies 2026 – AFS Intercultura Brasil.

Andrea Tissenbaum, a Tissen, escreve sobre estudar fora e a experiência internacional. Também oferece assessoria em educação e carreiras internacionais

Entre em contato: tissen@atissen.com.br

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Leia mais (01/10/2026 – 04h00)

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