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NOTÍCIAS EXTRAS

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Senador José Porfírio, cumpriu um mandado de prisão contra um homem pela prática do crime de estupro de vulnerável, no último sábado (7 de junho).

As investigações do caso iniciaram no dia 04 de junho deste ano, quando as equipes policiais tomaram conhecimento do crime. Uma criança de 10 anos de idade relatou que um amigo do irmão cometeu abuso sexual contra ela e ofereceu entorpecentes e bebidas alcóolicas à crianças.

Foi realizada a escuta especializada da vítima e em seguida os policiais civis iniciaram as buscas, localizaram e prenderam o indivíduo.

Ele foi submetido ao exame de corpo de delito e encontra-se à disposição da Justiça.

O post Suspeito é preso por estupro de vulnerável em Senador José Porfírio, no Pará apareceu primeiro em A Voz do Xingu.

Edcley Teixeira está no centro de uma polêmica após “prever” questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nas redes sociais, dias antes do vestibular. Ele, que vende monitorias de estudos, mostrou em uma transmissão itens muito semelhantes aos que caíram na prova. Após as denúncias, o Ministério da Educação (MEC) anulou três itens em que foram identificadas similaridades.

Teixeira diz que consegue antecipar os conteúdos com base em edições antigas do Enem e em outras provas usadas pelo MEC para testar o nível de dificuldades de perguntas que serão incluídas no exame nacional.

Publicações e conversas nas redes sociais obtidas pelo Estadão mostram que Teixeira teria prometido pagar colaboradores que o ajudassem a memorizar trechos de exames usados como pré-teste do Enem – R$ 10 por questão decorada. Segundo as mensagens, ele também custeava vans para levar alunos até o local de aplicação (leia mais abaixo).

A reportagem procurou Teixeira, mas não obteve retorno. Até agora, não há indícios de vazamento do Enem, mas a suspeita é investigada pela Polícia Federal.

O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pelo Enem, diz que estudantes podem ter contato com questões em avaliações usadas como pré-teste (leia mais abaixo). O Enem, que dá acesso a universidades públicas e privadas, foi feito por cerca de 5 milhões de candidatos.

Edcley Teixeira vende monitorias para o Enem nas redes sociais
Edcley Teixeira vende monitorias para o Enem nas redes sociais

Um dos caminhos para descobrir potenciais questões do Enem era a prova Prêmio Talento Universitário Capes, aplicada pelo MEC desde 2019. Esse exame pode ser feito por estudantes no 1º ano da faculdade, de qualquer área, em instituições públicas, privadas ou militares.

São 80 questões de conhecimentos gerais. Os participantes não têm obrigatoriedade de sigilo nem saem com o caderno de questões.

Como esse exame é feito por universitários calouros, perfil parecido com o dos candidatos do Enem, a prova Capes era usada como um dos pré-testes do Enem. Com base na taxa de acerto dos participantes, o MEC entende se o item tem nível fácil, médio ou difícil e equilibra o grau de exigência do exame. Segundo especialistas, isso é necessário para que o Enem fique bem calibrado.

Em um grupo no WhatsApp, ao qual o Estadão teve acesso, Teixeira relata ter gasto “2k (R$ 2 mil) de gratidão aos alunos que me ajudaram a construir esse projeto”, além de R$ 2 mil com van para transporte dos participantes da prova, R$ 2 mil para a resolução das questões, dentre outras despesas. A mensagem é de 30 de maio deste ano, cinco dias após a prova Capes.

Mensagens mostram detalhamento de gastos para fazer prova do MEC e identificar potenciais questões do Enem
Mensagens mostram detalhamento de gastos para fazer prova do MEC e identificar potenciais questões do Enem

A fala de Teixeira no grupo tinha o objetivo de justificar a cobrança de R$ 500 por aluno para disponibilizar o acesso a 500 questões que teriam caído no exame — que ele próprio já chamava de “pré-teste” para o Enem.

Na transmissão cinco dias antes do Enem, Teixeira mostrou ao menos cinco questões bastante parecidas com o exame nacional, aplicado no domingo, 16. Além de vender monitorias para o exame, ele é estudante de Medicina em Sobral, no Ceará.

Em outra mensagem, que teria sido enviada por Teixeira ao grupo, ele promete pagar R$ 10 por questão, que poderiam ser descritas até por meio de áudio logo após a realização da prova Prêmio Capes.

“Acho que vcs ainda não tem (sic) dimensão do que significa Prêmio Capes. É como se vc encontrassem a prova do Enem jogada no chão na véspera da prova”, afirmou em outra mensagem, de 3 de março. Diante da polêmica, o MEC deve acabar com essa prova, segundo o Estadão apurou.

Em mensagens, Edcley Teixeira promete R$ 10 por questão memorizada em prova que serve de pré-teste para o Enem; reportagem não conseguiu contato com o professor
Em mensagens, Edcley Teixeira promete R$ 10 por questão memorizada em prova que serve de pré-teste para o Enem; reportagem não conseguiu contato com o professor

Em documento enviado no grupo, em que oferece o serviço de pré-testes, Edcley defende que “graças à confiança e colaboração de ex-alunos que participaram de pré-testes do ENEM e do Prêmio CAPES, tive acesso a um panorama de questões que a maioria dos candidatos jamais verá”.

Em print compartilhado por Edcley em 30 de maio, ele mostra outro grupo, com universitários que prestavam o Prêmio Capes. “Permaneçam aqui pq se tiver o prêmio do Estudo Diferencial de Itens (outra prova do Inep) eu chamo uma nova Van… vou enviar, ainda hoje, o incentivo financeiro para os que me inspiram com questões… vcs são incríveis…”, escreve ele no grupo “Prêmio Capes 2025″. “Eu gosto de me inspirar em todo tipo de prova”, completa.

Print de conversa de WhatsApp encaminhada pelo estudante de medicina Edcley Teixeira em grupo com alunos do curso de mentoria que antecipou questões que cairiam no Exame Nacional do Ensino Médio.
Print de conversa de WhatsApp encaminhada pelo estudante de medicina Edcley Teixeira em grupo com alunos do curso de mentoria que antecipou questões que cairiam no Exame Nacional do Ensino Médio.

Em outro print compartilhado por Teixeira com seus alunos, ele mostra a mensagem de um dos participantes do Prêmio Capes. “Consegui decorar cerca de 43 questoes. Acabei agora de escrever elas pra n esquecer”, diz o estudante. Em print de conversa com outro universitário, ele mostra uma questão elaborada.

Print enviado em 25 de maio de 2025 por Edcley em grupo com seus alunos. Essa foi a data do exame Prêmio Capes.
Print enviado em 25 de maio de 2025 por Edcley em grupo com seus alunos. Essa foi a data do exame Prêmio Capes.

Um áudio que circulou nas redes sociais traz o relato de um universitário, não identificado, que teria estudado na mesma faculdade de Edcley. “Ele estava oferecendo, se não me engano, era dez ou quinze reais para quem era da faculdade e fizesse o Prêmio Capes e decorasse as questões e falasse para ele. Dez ou quinze contos por questão”, afirma a gravação.

Conversa de Edcley com universitário que prestou Prêmio Capes.
Conversa de Edcley com universitário que prestou Prêmio Capes.

Inep diz ter protocolos de segurança

Em nota, o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais, órgão do MEC responsável pelo Enem, afirmou que o exame “utiliza a Teoria da Resposta ao Item (TRI) para apuração de seus resultados”, metodologia que “demanda que os itens sejam pré-testados”, diz.

Os estudantes que participam de pré-testes têm contato com itens, informa o órgão, que podem vir a compor o Enem em alguma edição Segundo o Inep, “os processos envolvem rigorosos protocolos de segurança, que foram cumpridos em todas as etapas do exame”.

Curso é vendido por mais de R$ 1,3 mil

Nesta quarta-feira, 19, o curso “Monitoria Edcley” foi oferecido no perfil de Instagram do estudante de Medicina por R$ 1.320.

O estudante João (nome fictício), de 20 anos, afirmou ao Estadão ter pago R$ 990 pelos 11 meses de curso de Edcley neste ano. Ele assinou a mentoria no ano passado para prestar o Enem deste ano.

“Ele postava print de aluno falando que teve não sei quantas questões iguais no primeiro dia na prova, que ele salvou o aluno no primeiro dia. No final teve duas que eram parecidas, e uma dessa eu ainda errei, porque era parecida, mas a resposta era totalmente diferente”, conta.

Na oferta do curso enviada a João, a Monitoria Edcley é anunciada como “verdadeiramente única no Brasil por oferecer questões inéditas e desconhecidas do Enem, com base em conteúdo exclusivo” obtido, principalmente, por meio do pré-teste.

“Essas questões são parte de um conteúdo valioso e não disponível publicamente, o que nos coloca em uma posição singular para preparar nossos alunos de maneira muito mais próxima ao que enfrentarão no exame oficial”, diz o documento.

Entre os serviços oferecidos aos alunos, Edcley compartilhava logins e usuários de plataformas de outras empresas (como Bernoulli, Chapéu do Mago, Materiais Plural) para que a mesma conta fosse usada por todos os alunos, conforme as mensagens.

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) informou neste domingo (18) o falecimento de Raul Jungmann, diretor-presidente da entidade, aos 73 anos. A morte ocorreu em Brasília, após um longo tratamento contra o câncer de pâncreas.

Atendendo a um desejo do próprio Jungmann, o velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.

Pernambucano, Raul Jungmann participou por mais de cinco décadas da vida pública brasileira. Ao longo de sua trajetória, exerceu mandatos como vereador e deputado federal.

Também liderou quatro ministérios nos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública.

Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, onde buscou uma agenda de transformação do setor mineral, com foco na defesa de uma mineração mais comprometido com a sustentabilidade.

Em nota, a presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Ana Sanches, afirmou que Raul Jungmann foi um “homem público de estatura singular, defensor da democracia e comprometido com o interesse público”.

Segundo ela, Jungmann conduziu o instituto em um período decisivo, fortalecendo a entidade e beneficiando o setor mineral, em um ciclo marcado pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.

As discussões sobre a aplicação de ferramentas inteligência artificial no mercado financeiro brasileiro estão bastante aquecidas.

O avanço acontece em um cenário de crescimento recorde dos investimentos em tecnologia por parte das instituições e de maior atenção do Banco Central ao assunto, embora a criação de normas específicas sobre o tema ainda não esteja prevista no curto prazo.

Dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), em parceria com a Deloitte, mostram que os bancos brasileiros investiriam R$ 47,8 bilhões em tecnologia até o fim de 2025, tendo uma parcela significativa desse investimento destinada a soluções de IA, big data e Analytics.

No cenário global, o movimento é semelhante. Segundo a IMARC Group, o mercado mundial de IA aplicada a fintechs pode chegar a US$ 97,7 bilhões até 2033.

Ainda que em um ambiente de crise financeira global seja impulsionado por mecanismos de IA, profissionais e estudiosos da área acreditam que a solidez do sistema bancário brasileiro coloca o País em uma situação relativamente privilegiada, o que não deve ser confundido com imunidade.

Eles apontam que o Brasil tem um dos sistemas financeiros mais digitalizados e regulados do mundo, que conta com forte infraestrutura de pagamentos instantâneos, o avanço do Open Finance e a atuação de um Banco Central tecnicamente robusto.

“O Brasil tem uma arquitetura muito sólida para lidar com riscos de liquidação e crises de informação. Isso nos dá vantagem, mas não nos torna imunes”, afirma o professor André Filipe Batista, especialista em ciência de dados e coordenador do Centro de Ciência de Dados do Insper.

Para ele, a combinação entre digitalização avançada e capacidade regulatória cria uma janela de oportunidade para o País se tornar referência em arquitetura de confiança digital, conceito que envolve transparência algorítmica, diversidade de modelos, supervisão humana e combate a fraudes.

Ivo Mósca, diretor de Inovação, Produtos, Serviços e Segurança da Febraban, reforça essa visão, destacando a resiliência histórica do sistema financeiro nacional e a capacidade de reação rápida do regulador diante de novas ameaças, como crimes digitais e golpes envolvendo IA. Ainda assim, afirma, há desafios estruturais importantes.

O principal deles é a escassez de mão de obra qualificada em tecnologia, incluindo docentes na área. Enquanto países como Índia e China formam centenas de milhões de profissionais na área, o Brasil ainda avança em ritmo mais lento, diz.

“A inteligência artificial pode ajudar a acelerar esse processo, mas ela não substitui investimento em educação, formação docente e infraestrutura”, afirma o executivo.

Na visão de Ticiana Amorim, o caminho passa por uma combinação de regulação clara, governança corporativa e ética. Muitas empresas brasileiras já adotam políticas internas para o uso responsável da IA, mas o risco de uso indevido, fraude e desinformação permanece. “A regulação sempre vai andar um passo atrás da tecnologia. Mas o desafio é garantir segurança e estabilidade; não é sufocar a inovação”, diz.

Com esse objetivo, as entidades nacionais vêm buscando trabalhar em conjunto. Uma das iniciativas recentes é o Plano Brasil Digital+, que deixou de ser um plano e passou a se tornar uma associação.

Trata-se de um grupo multissetorial e colaborativo, criado com o objetivo de posicionar o Brasil como líder nas cadeias globais de valor digital até 2030 e além, impulsionando o crescimento econômico, a inovação e a inclusão social por meio do uso estratégico das tecnologias digitais.

Inicialmente liderado pela Brasscom (associação de empresas de tecnologia de informação), o grupo tem hoje 80 associados no Brasil e no exterior, entre eles agentes como a CNI, a Fiesp e a Febraban. A ideia é unificar esforços do governo, setor privado e sociedade para criar um ambiente digital competitivo.

A visita do presidente no território é esperada desde o ano retrasado, quando aconteceu o evento “O Chamado do Cacique Raoni” e o presidente não compareceu

Na próxima sexta-feira, dia 4 de abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará presencialmente na Terra Indígena Capoto Jarina, na aldeia Piaraçu, no Mato Grosso, para conversar com lideranças indígenas que vivem na TI Capoto Jarina e no Parque Indígena do Xingu, entre elas o Cacique Raoni, uma das mais importantes lideranças ambientais do país.

Os temas abordados deverão ser mudanças climáticas, segurança alimentar, garimpo ilegal, demarcação de territórios e o fortalecimento cultural. O encontro está sendo viabilizado pelas lideranças Kayapó, o Instituto Raoni e seus parceiros, juntamente com apoio da Amigos da Terra – Amazônia Brasileira.

A visita oficial do presidente na aldeia indígena é esperada desde junho de 2023, quando mais de mil pessoas atenderam ao “Chamado do Cacique Raoni”, participando do evento no território. Na ocasião, Raoni chegou a gravar um vídeo pedindo que o presidente fosse até o local conversar com as lideranças. “Você me disse que conversaríamos sobre as terras que não foram demarcadas, e eu não esqueci isso”, disse ele no dia 26 de julho.

Em 2023, o cacique Raoni cobrou do presidente Lula uma visita à aldeia Piaraçu / Vídeo: Amigos da Terra – Amazônia Brasileira

Na ocasião, a assessoria da presidência da república afirmou que Lula não iria ao evento devido a um “procedimento de saúde” para aliviar dores no quadril, mas reforçou os compromissos do presidente em relação a defesa dos povos originários.

O evento de 2023 contou com a participação da ministra dos Povos Indígena, Sônia Guajajara, da presidente da Funai, Joênia Wapichana e terminou com um manifesto assinado por lideranças que pediam medidas para a proteção dos povos originários e conservação do planeta. “Os espíritos da terra estão ficando furiosos. Quantos manifestos, cartas e protestos serão necessários para que vocês tomem uma atitude humana para proteger o planeta e as futuras gerações? “, questionava o documento.

Saiba mais sobre o evento

O post Presidente Lula confirma ida à aldeia Piaraçu para encontro com Raoni e lideranças indígenas do Xingu apareceu primeiro em Amigos da Terra – Amazônia Brasileira.

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10 de junho de 2025
04:32
mauro-cezar
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