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Flor Gil sai do trilho autoral em ‘Melíflua’, EP em que canta temas de Tom Jobim, Caetano Veloso e do avô Gilberto Gil

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Capa do EP ‘Melíflua’, de Flor Gil
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Flor Gil sai do trilho autoral em EP, Melíflua, que será lançado na sexta-feira, 5 de dezembro, oito meses após o primeiro álbum da artista, Cinema love (2025), apresentado em 16 de abril com repertório dominado por parcerias de Flor com Barbara Ohana.
Em Melíflua, a neta de Gilberto Gil canta música pouco conhecida da obra do avô – Duplo sentido, lançada em 1974 na voz da cantora Tetê da Bahia em gravação feita para a novela Ídolos de pano (TV Tupi) – e aborda dois standards de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Corcovado (1960) e Dindi (1959, parceria de Tom com Newton Mendonça).
Canção da fase pré-tropicalista de Caetano Veloso, Avarandado (1967) figura como interlúdio no EP Melíflua, cuja quinta e última faixa é um registro instrumental de Saudade (Flor Gil, Vitão e Gilberto Gil, 2025), música lançada no álbum Cinema love.
A produção musical do EP Melíflua ficou dividida entre Barbara Ohana, Gabriel Mielnik, Pedro Malcher e a própria Flor Gil.

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