Aos 16 anos, a empreendedora Ariane Lima Correia começou a fumar narguilé nas festas que frequentava com os amigos. Ela não tinha o aparelho em casa, mas diz que quase sempre alguém levava um para os encontros. “Se a gente estivesse numa rodinha de dez pessoas, tinha no mínimo três narguilés”, conta. As sessões se estendiam até que o efeito começasse a aparecer. “Fumava tanto que dava uma tontura, baixava a pressão.”
Leia mais (08/28/2026 – 23h00)
Quase perdi parte do meu pulmão após usar narguilé e cigarro eletrônico, diz jovem de 26 anos
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